Clube Veneno
A decadência da Europa
Autor: Tutu | Categoria: Laicismo, Política e Economia | Exibições: 10476 Comentários: 35
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Como a França Está Falindo a Europa Para Salvar sua Economia?



A Alemanha é a base da tecnologia da UE, por isso é a mais rica. A França dependeu de colonialismo.

França deficitária e endividada. Após gastos com bem-estar social insustentável e dependente de crescimento econômico permanente. 5 trocas de ministro em 2 anos é política que não funciona.

Tem um eleitorado burro que não aceita nenhum tipo de reforma da previdência, mesmo sendo necessária.


@DiegoSweiterr

Tá feia a coisa na França.

A crise tá feia

A previdência tá feia

A divisão política tá feia

A crise de envelhecimento populacional tá feia

A segurança pública tá feia

Maaaas, mesmo se juntar todas elas juntas e mais o resto, não é mais feia que mulher do macron 🤦🏻‍♂️

@thulio1920

Francês quer ganha bem e trabalhar pouco. Aí fica difícil b😂

@DanieljrSanttos

E a França meio q escraviza a economia das suas antigas colônias . A França força eles a usarem uma moeda q só os franceses podem fabricar , forçam tbm q ele guardem o dinheiro do país em bancos franceses e qnd estes precisam do seu dinheiro ainda tem q pagar uma taxa enorme para usar o próprio dinheiro . E se esses países produzem ferro , extração de petróleo ou pedra preciosas eles tem q vender primeiramente a França com um baixo custo e ainda ganham qnd eles vendem para outros países . Kkk a França não é para amadores !

@hudsongabriel2238

Quem diria que os franceses não saberiam viver sem suas colonias hahahahahahahhaa

@ochogeek

A solução: enxugar a máquina do Estado, mas é lógico que nenhum político vai aceitar para não perder sua boquinha.

@canalcini9159

Eu posso fala moro na França a 6 anos as coisa com esse governo so piora tudo subindo o preço

@ivannogueira3996

Acho tão fofo como você nunca fala da imigração desenfreada que tá causando pânico na população europeia...rs
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Data da postagem: 25/11/2025, 17:01
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Por que as Pessoas Estão ABANDONANDO a Finlândia?



Mais um país indo pro buraco por boicotar a Rússia. Índice de desemprego alto.

Os comentários estão culpando o estado-de-bem estar social. Ele funciona quando não inclui imigrantes e drogrados e estava em conformidade com responsabilidade fiscal, apesar de ser ineficiente em gastos. Mas a causa do prejuízo é que parou de arrecadar por causa da crise. O erro é não fazer corte temporário no bem-estar social enquanto estiver sem receita.
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Tutu

Mais um país indo pro buraco por boicotar a Rússia. Índice de desemprego alto.



Mais uma mentira de que a bosta decadente da Rússia está sendo a causa de crise econômica de um país europeu ocidental…

Huxley
A mentira de que o corte do gás russo contribui no aumento do preço da energia comprado por países europeus (Alemanha, por exemplo) não para de ser repetida nas mídias sociais:


Não. Como podemos observar pelo gráfico histórico do preço de importação do gás natural na Europa, no mês da invasão russa da Ucrânia os países europeus importavam gás à um preço médio de $27,23, mas hoje o preço está em $13,93. Ou seja, mesmo com a redução de 95% nas importações de gás russo, hoje os europeus pagam quase 50% a menos pela importação de gás natural.





(Hoje no Mundo Militar)

Fonte: https://x.com/hoje_no/status/1874427570231382099




Fonte: https://www.nomadglobal.com/portal/analises/guerras-crises-e-o-preco-do-petroleo-grafico-da-semana
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Um dos motivos da Europa ser um inferno de regulamentação e ter Estado grande e inchado é herança do absolutismo. A revolução francesa derrubou o governo absolutista, mas a cultura absolutista permaneceu. A França se tornou um governo muito centralizador comparado com seus vizinhos.

O Erro Que Está Destruindo o Principal Pilar da Economia Alemã



Há mais mortes com problemas respiratório de carvão do que acidente nuclear.

A indústria tem energia cara e importa energia nuclear da França.

Proibir para importar é hipocrisia ideológica.

O colapso de um pilar do bem-estar social alemão


O sistema previdenciário alemão está em crise. Os jovens, em particular, temem que suas aposentadorias não sejam suficientes para o seu sustento. Mas mesmo para os aposentados atuais, o dinheiro costuma faltar mesmo após mais de 40 anos de contribuição.

A geração jovem reclama, mas prefere ser nem-nem a fazer trabalho braçal.


@maurosantos666

Pra guerras todos os países tem dinheiro!

@LeonardoPN-h9q

Daqui a pouco a aposentadoria será com 75 anos e depois 80.

Já sai direto do trabalho pro cemitério. Enquanto isso os políticos e seus filhos vivem de regalias.
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A AfD, partido alemão de extrema direita, assim como os nazistas, combate a BauHaus e tudo aquilo que consideram "arte degenerada" ou não-alemã.
Perto do poder, extrema direita alemã mira teatros e a histórica Bauhaus em ofensiva cultural que evoca o nazismo

Partido quer uma arte mais 'patriótica' e o fim do que chama de 'complexo de culpa' sobre o passado nazista; propostas lembram medidas adotadas sob Hitler

Por Jim Tankersley e Sam Gurwitt , Em The New York Times — Magdeburgo 19/09/2026


A Alternativa para a Alemanha (AfD), partido de extrema direita que venceu uma eleição recente em um pequeno estado do leste do país, planeja uma reformulação cultural que já foi explicitamente comparada a ações tomadas durante o passado nazista na Alemanha. A comunidade artística do estado da Saxônia-Anhalt se prepara para lutar por sua sobrevivência caso o partido consiga formar uma coalizão de governo com partidos rivais e chegar ao poder. Diretores artísticos de instituições de todo o estado — muitas das quais dependem de financiamento público — estão se mobilizando para desafiar os planos da AfD de ampliar uma programação artística mais “patriótica”.

Os dois lados concordam que o que está em jogo ultrapassa os palcos locais. A AfD colocou uma reformulação cultural no centro de seus planos para transformar a Saxônia-Anhalt e o restante do país. A plataforma eleitoral do partido prometeu pressionar instituições artísticas a celebrar a história alemã anterior à Segunda Guerra Mundial, romper com as influências do multiculturalismo e acabar com o “complexo de culpa” da Alemanha em relação ao passado nazista do país.

A AfD também desprezou a tradicional Bauhaus, uma escola de design de enorme influência no estado que foi fechada pelos nazistas, que consideravam seu estilo de vanguarda e sua visão internacional uma ameaça à identidade alemã tradicional. Os nazistas usavam o movimento como uma forma de resumir a influência estrangeira, judaica e comunista.

A plataforma eleitoral da AfD faz uma crítica mais eufemística, afirmando que a Bauhaus não tinha “raízes nacionais”. Hans-Thomas Tillschneider, um dos autores da plataforma, disse separadamente que a escola era “não alemã”.

Barbara Steiner, diretora da Fundação Bauhaus, sediada no local onde funcionava a escola fechada e responsável por preservar seu legado, afirma:

— A AfD entende que, por meio da cultura, pode entrar na cabeça das pessoas, em sua maneira de pensar.

Líderes da AfD dizem o mesmo

— Um governo estadual da AfD desencadeará uma renovação cultural geral — destacou Tillschneider em entrevista nesta primavera. O partido não respondeu ao pedido de uma nova entrevista para esta reportagem nem às perguntas sobre sua plataforma cultural.

Paralelos com o nazismo

A seção da AfD na Saxônia-Anhalt foi classificada como extremista de direita pelo serviço de inteligência federal alemão, e o principal candidato do partido no estado afirmou que não poderia “se atrever a julgar” se o Holocausto foi o pior crime da Humanidade. A AfD conquistou 44% dos votos na eleição estadual deste mês, impulsionada por uma reação dos eleitores à estagnação econômica e a uma década de alta imigração.

Historiadores da arte e políticos nacionais fizeram comparações explícitas entre as ambições culturais do partido e as de Adolf Hitler, que também via a Bauhaus como uma ameaça à identidade alemã.

Os ataques do partido à Bauhaus usam “a mesma linguagem que os nacional-socialistas usavam em 1933”, afirma Elizabeth Otto, historiadora da arte da Universidade de Buffalo. Ao longo daquele ano, os nazistas atacaram manifestações culturais que consideravam “não alemãs”, queimando milhares de livros que contrariavam sua concepção de identidade alemã.

Wolfram Weimer, ministro da Cultura e aliado próximo do chanceler alemão, Friedrich Merz, afirmou a um jornal do país recentemente que “a AfD na Saxônia-Anhalt é uma continuação direta dos nazistas quando se trata da Bauhaus”. Desde então, seu ministério lançou uma petição de apoio à escola, que já reúne quase 4 mil assinaturas.

Líderes da AfD rejeitam comparações com os nazistas, embora façam alusões a eles na seção cultural da plataforma de governo publicada pelo partido na primavera do Hemisfério Norte.

A plataforma da AfD classifica os planos culturais do partido como uma correção necessária a uma cultura alemã enfraquecida por uma “ideologia arco-íris” e por um “masoquismo” relacionado à fixação nas atrocidades cometidas pelo país no passado.

A plataforma do partido na Saxônia-Anhalt critica o esforço nacional contínuo para lidar com a história nazista da Alemanha, chamado de Vergangenheitsbewältigung, ou “acerto de contas com o passado”. A AfD promete direcionar recursos para produções teatrais clássicas e para uma “arte que contribua para a formação da identidade alemã”. O partido acabaria com uma homenagem oficial do estado à Bauhaus.

https://oglobo.globo.com/mundo/noticia/2026/09/19/perto-do-poder-extrema-direita-alema-mira-teatros-e-a-historica-bauhaus-em-ofensiva-cultural-que-evoca-o-nazismo.ghtml
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Partido quer uma arte mais 'patriótica' e o fim do que chama de 'complexo de culpa' sobre o passado nazista; propostas lembram medidas adotadas sob Hitler


Ver nazismo na AfD é procurar chifre em cabeça de cavalo.

A Alemanha tem condições nenhuma de entrar em guerra contra os outros e nada a ganhar com isso. A AfD fala nada de judeus e eugenia.

Até agora vi nada de assassino ou extremista na AfD.

E defender o fim do complexo de culpa não é apologia ao nazismo.

O nacionalismo nazista é impor supremacia nos outros países. O nacionalismo saudável é proteger o próprio país e trabalhar para o país prosperar. Esse complexo de culpa é tão forte que atrapalha o nacionalismo saudável, deixando a Alemanha vulnerável a ideias estrangeiras e a perder a própria soberania e a própria cultura.

A Alemanha já pagou pelos seus pecados. Agora é hora de olhar para frente.

O nazismo já tem quase um século e toda reparação possível já foi feita. Falar disso já é anacronismo.

Se for viver para sempre de passado, a França seria culpada por Napoleão e a Inglaterra pela guerra dos 100 anos.

Aquele símbolo de águia que leigos veem em imagens nazista não é invenção dos nazistas. É símbolo antigo da Prússia. Restaurá-lo é recuperar a cultura alemã.

E nazismo é uma aberração para a cultura tradicional alemã, porque o alemão é mais quieto no seu canto e não é de intervir nos outros. Prefere manter distância do que não gosta a atacar.

o principal candidato do partido no estado afirmou que não poderia “se atrever a julgar” se o Holocausto foi o pior crime da Humanidade

O pior crime da humanidade não foi o holocausto. Foi o colonialismo.

RU, França, Bélgica, Espanha e Portugal deveriam ter complexo de culpa. Exterminaram inúmeros indígenas, promoveram escravidão e os países colonizados são hoje pobres, corruptos, caóticos, e sem perspectiva de melhora.

Por outro lado, o nazismo foi eliminado sem deixar consequências. Nenhum povo hoje continua ferrado por causa do nazismo. Suas principais vítimas até fundaram indevidamente um país próspero que toca o terror no oriente médio. E a Polônia já é rica e já superou a destruição.

A Alemanha não é rica por causa do nazismo. Ela é rica por causa de ser o centro de ciência e tecnologia da Europa, que é mérito próprio, ao contrário de seus vizinhos que enriqueceram invadindo países em outro continente.

A plataforma da AfD classifica os planos culturais do partido como uma correção necessária a uma cultura alemã enfraquecida por uma “ideologia arco-íris”

Oposição à ideologia arco-íris não é exclusividade do nazismo. Quando o nazismo caiu, o novo governo libertou todo mundo que foi preso por causa do nazismo, mas o pessoal do arco-íris continuou preso. A legalização só veio no final do século e os privilégios não tem nem duas décadas ainda.
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Ver nazismo na AfD é procurar chifre em cabeça de cavalo.

Na década de 30, Hitler tinha muitos seguidores nos EUA (por exemplo, a German American Bund), no Brasil e em outros países. Esse pessoal todo, na Alemanha e no resto do mundo, não mudou de ideia, apenas se calou.

A Alemanha Ocidental passou por uma longa evolução e seu povo, de modo geral, mudou a mentalidade.

Já a Alemanha Oriental ficou "congelada" em 1945. Quando o muro caiu, o nazismo voltou. Basta ver no mapa onde é que a extrema direita está proliferando.

Aliás, sobre mudança de mentalidade, lembrei da sobrevivente do campo de concentração que voltou para casa. Quando chegou lá, a vizinha reclamou: "Por que você voltou?!"

Tutu
A Alemanha tem condições nenhuma de entrar em guerra contra os outros e nada a ganhar com isso. A AfD fala nada de judeus e eugenia.

Até agora vi nada de assassino ou extremista na AfD.

Ainda não.
Tutu
A Alemanha já pagou pelos seus pecados. Agora é hora de olhar para frente.

O nazismo já tem quase um século e toda reparação possível já foi feita. Falar disso já é anacronismo.

Se for viver para sempre de passado, a França seria culpada por Napoleão e a Inglaterra pela guerra dos 100 anos.

Não se trata de pagar pelo passado e sim de não repeti-lo.
Tutu
Aquele símbolo de águia que leigos veem em imagens nazista não é invenção dos nazistas. É símbolo antigo da Prússia. Restaurá-lo é recuperar a cultura alemã.

E nazismo é uma aberração para a cultura tradicional alemã, porque o alemão é mais quieto no seu canto e não é de intervir nos outros. Prefere manter distância do que não gosta a atacar.

Então explique as guerras de 1870 e 1914.
Tutu
Por outro lado, o nazismo foi eliminado sem deixar consequências. Nenhum povo hoje continua ferrado por causa do nazismo. Suas principais vítimas até fundaram indevidamente um país próspero que toca o terror no oriente médio. E a Polônia já é rica e já superou a destruição.

Não há superação possível para milhões de mortes. Há, no máximo, sobrevivência e reconstrução.
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A Alemanha Ocidental passou por uma longa evolução e seu povo, de modo geral, mudou a mentalidade.

Já a Alemanha Oriental ficou "congelada" em 1945. Quando o muro caiu, o nazismo voltou. Basta ver no mapa onde é que a extrema direita está proliferando.

A mentalidade da Alemanha Oriental é apenas divergente do Ocidente geral. Ela se aproxima mais da polonesa ou húngara, e não do nazismo.

É um povo mais conservador em termos de ética e mais desconfiado de Estado grande. Então conseguem enxergar falhas na social-democracia, no excesso de regulamentação e na ideologia progressista. Percebem mais a violação de soberania. Isso não é a mentalidade nazista de 1945.

Na década de 30, Hitler tinha muitos seguidores nos EUA (por exemplo, a German American Bund), no Brasil e em outros países. Esse pessoal todo, na Alemanha e no resto do mundo, não mudou de ideia, apenas se calou.

Existem mais membros do KKK do que nazistas.

Não se trata de pagar pelo passado e sim de não repeti-lo.

Qualquer país pode repetir algo similar, não só a Alemanha.

Então explique as guerras de 1870 e 1914.

É o ciclo do ódio. Napoleão destruiu o sacro-império, Bismark começou a guerra de 1870, a França estava ansiosa pela guerra de 1914 como vingança, Hitler veio depois para se vingar.

Falando da cultura alemã, esse padrão comportamental individualista do alemão é observado nos estados do sul do Brasil. Eles vieram para cá antes da ascensão do nazismo.
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Na década de 30, Hitler tinha muitos seguidores nos EUA (por exemplo, a German American Bund), no Brasil e em outros países. Esse pessoal todo, na Alemanha e no resto do mundo, não mudou de ideia, apenas se calou.

Existem mais membros do KKK do que nazistas.

Não dá para se ter certeza, já que, até recentemente, nazistas não desfilavam abertamente pelas ruas como fazem, ainda hoje, os KKK.

De qualquer modo, os KKK são apenas uma variação dos nazistas.

E quantidades relativas não vêm ao caso.
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Na década de 30, Hitler tinha muitos seguidores nos EUA (por exemplo, a German American Bund), no Brasil e em outros países. Esse pessoal todo, na Alemanha e no resto do mundo, não mudou de ideia, apenas se calou.


Não só isso.

Duas gerações depois, os fatos vão se esvanecendo na mente das pessoas.

Some isso ao festival de burrice e falta de cultura atuais que é dois palitos para esquecerem, desculparem ou mesmo negarem os erros do passado.

Devia ser coisas assim que Santayana tinha em mente quando disse que "Aqueles que não conseguem lembrar o passado estão condenados a repeti-lo"

Espero estar errado, mas tenho a desconfortavel sensação de que estamos num daqueles periodos que antecedem uma grande guerra ou mudança traumatica.

E apostaria que bostas como esse AfD (neonazis em pele de ovelha) teriam ampla participação nela.
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