Clube Veneno
Deus tinha razão...
Autor: Alter-ego | Categoria: Evolução, Ciência e Saúde | Exibições: 10139 Comentários: 67
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homem que diz que circunsição não é cirurgia plástica...
Obviamente era referente a "outra" cirurgia plástica. Não espero ter de dizer que subir é para cima.
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Se os deuses tivessem razão teriam projetado o homem sem o prepucio ...
Francamente viu? É cada babaquice essas tradições religiosas...
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Hugo

Germe é qualquer tipo de microorganismo, grupo do qual alguns (burros) [Alguns quem?] consideram os vírus integrantes.


Sei... E Germe(sic) de trigo, são bichinhos que só dão no trigo?
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Já ouviram falar em Google?


Circuncisão de Rotina Pode Reduzir Taxa de DST

Um estudo recente na área da Pediatria sugere que a circuncisão masculina de rotina poderá reduzir a taxa de DST em cerca de metade. O estudo é mais um contributo para a aplicação duma prática contrária à defendida pela Sociedade Americana de Pediatria (AAP).

O investigador David Fergusson e colegas da Christchurch School of Medicine and Health Sciences na Nova Zelândia, acompanharam 510 recém-nascidos do sexo masculino até aos 25 anos. Mesmo após o ajuste de outros factores-chave associados às DST – número de parceiros sexuais, relações sexuais desprotegidas e demografia familiar – os jovens que tinham sido circuncisados apresentavam uma probabilidade muito menor de infecção. Crê-se que a região húmida e quente que se situa sob o prepúcio em homens não circuncisados possa funcionar como catalisadora do aparecimento de infecções.

De acordo com Thomas Wiswell, neonatologista e professor de pediatria na Universidade da Florida, em Gainesville, desde que a AAP surgiu contra a circuncisão em 1999 que a investigação científica tem vindo a demonstrar a menor probabilidade de aparecimento de VIH e DST em rapazes circuncisados. Ao mesmo tempo, a taxa de circuncisão tem vindo a diminuir nos Estados Unidos.

A AAP reconhece existirem potenciais benefícios médicos na circuncisão, tais como a diminuição na taxa de infecções do tracto urinário na criança e no desenvolvimento de cancro do pénis ao longo da vida, duas situações bastantes raras. O grupo afirma também que as principais complicações que derivam da circuncisão são as hemorragias e infecções, também raras e frequentemente pouco graves. No entanto, a AAP defende que não existem benefícios suficientes que justifiquem a execução da circuncisão por rotina e que, portanto, a decisão final deverá caber aos pais.

Tais políticas direccionam os médicos acerca das indicações a dar aos pais. “Os benefícios da circuncisão compensam os riscos e era isso que os médicos deveriam estar a dizer aos pais”, afirma Edgar Schoen, pediatra e consultor na Kaiser Permanente Medical Center, em Oakland. “A Academia foi negligente e irresponsável na posição que tomou.”

O presidente da AAP, Jay Berkelhamer, argumenta que o novo estudo indica ser altura de reconsiderar atitudes. “É um assunto que desperta paixões em ambos os lados mas vou recomendar uma nova análise à situação.”

Jack Swanson, pediatra em Ames, Iowa, e que contribuiu para a elaboração das directrizes emitidas pela AAP em 1999, realça o facto destes estudos se centrarem em populações variáveis e diferirem em termos de qualidade. “É preciso conseguir ver apenas a relação risco-benefício, e isso nem sempre é fácil de conseguir.”

O estudo, “"Circumcision Status and Risk of Sexually Transmitted Infection in Young Adult Males: An Analysis of a Longitudinal Birth Cohort," foi publicado na revista Pediatrics (2006;118(5):1971-1977).

USA Today (11.06.06)::Marilyn Elias




Circuncisão Como Prevenção de Infecção por VIH Lancet (2004;363(9414):1039-1040)

Um estudo recente veio a demonstrar que os homens circuncisados apresentam menor probabilidade de virem a contraír o VIH por razões biológicas e não comportamentais. Estudos prévios têm demonstrado que os homens a quem havia sido retirado o prepúcio apresentavam uma probabilidade seis a oito vezes menor de virem a ser seropositivos para o VIH, facto que tem sido assunto de debate entre os investigadores.

Na Faculdade de Medicina da Universidade John Hopkins, em Baltimore, investigadores chegaram à conclusão que a circuncisão desempenhava uma papel protector contra o VIH mas não contra outras DST, como a gonorreia ou a sífilis. Segundo conclusões do Dr. Robert Bollinger, num artigo publicado na revista Lancet, “ a especificidade desta relação sugere uma explicação biológica e não comportamental para o efeito protector da circuncisão masculina em relação ao VIH”.

Entre 1993 e 2000, Bollinger e co-autores estudaram uma população masculina na Índia, onde a circuncisão não é comum. Todos os 2298 participantes no estudo frequentavam as consultas num dos três centros para DST e eram seronegativos quando este foi iniciado. Regularmente, foi determinada a serologia para o VIH e avaliados os comportamentos de risco dos participantes.

Uma vez que a circuncisão não preveniu a contracção de outras DST, Bollinger acredita que o estudo apoia a hipótese da protecção derivar da remoção do prepúcio, que apresenta células com receptores para o VIH e que os investigadores suspeitam funcionar como porta de entrada do vírus no pénis. Segundo Bollinger, “os nossos resultados sugerem que o prepúcio desempenha um importante papel na biologia da transmissão sexual do VIH”.

Bollinger e a sua equipa pretendem realizar ensaios clínicos em locais onde a circuncisão seja culturalmente aceitável, de modo a avaliar a segurança e eficácia desta prática como arma contra o VIH/SIDA. Realçaram também a necessidade de desenvolvimento de compostos que consigam bloquear a entrada do vírus nas células.

O estudo, “Male Circumcision and Risk of HIV-1 and Other Sexually Transmitted Infections in India," foi publicado na revista Lancet (2004;363(9414):1039-1040).
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Circuncisão e incidência de AIDS

A circuncisão masculina é uma prática religiosa de judeus e muçulmanos que foi associado a ausência de AIDS, câncer de colo de útero e outras doenças contagiosas sexualmente transmitidas (DST). A questão da não-circuncisão como fator de risco para a infecção pelo HIV foi trazida, pela primeira vez, para a literatura médica, em 1988, numa investigação sobre fatores de riscos para a transmissão heterossexual do HIV, conduzida em Nairobi entre 340 homens, pacientes de uma clínica especializada em infecções sexualmente transmissíveis. Os homens sem circuncisão tiveram freqüência maior de soro-positividade para o HIV, comparados com aqueles circundados (19,5% versus 8,3%; OR=2,7; I 95% C de 1,3 a 5,4). O mesmo grupo de autores estudando naquela cidade, um grupo de de 370 homens, inicialmente sem infecção pelo HIV, encontrou, por meio de uma análise estatística, que o risco para soro-conversão estava independentemente associado com o fato do indivíduo ser circundado (Risco Relativo-RR de 8,2); do HIV por contato heterossexual. Várias, restrições foram feitas a esses estudos, pois nos Estados Unidos (com alta prevalência de HIV/AIDS e onde a circuncisão masculina é comum); não suportar essa hipótese.
P.K.Drain e colaboradores, do Programa de AIDS da Organização Mundial de Saúde fizeram avaliação em 118 países subdesenvolvidos em relação a 7 doenças DST em homens heterossexuais e câncer cervical na mulher, para confirmar essa teoria. Do total 53 países com incidência de circuncisão alta (>80%), 51 intermediária (20-80%); e 14 baixa (<20%).
Baseada em análises estatísticas, a incidência de AIDS e menor incidência de câncer de colo de útero nas mulheres, foi observada nos países pobres mas com alta taxa de circuncisão. Baseada na análise de países com critérios religiosos houve uma queda da incidência em proporção ao número de aumento de circuncisão nos homens de AIDS e câncer de colo de útero nesse país. Cerca de 8,94 vezes menor nos países africanos, mas essa queda não se verificou em relação aos casos relacionados a drogas injetáveis e homens homossexuais. Os autores sanitaristas recomendam a circuncisão masculina, como forma barata de combater a AIDS.

Fonte :: BMC Infect Dis. 2006 Nov 30;6(1):172
http://ram.uol.com.br/materia.asp?id=754
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Os Homens Circuncisados Têm Menos Probabilidades de Contrairem o Vírus que Causa Cancro nas Mulheres

Associated Press (11.04.02)::Janet McConnaughey

De acordo com um estudo no New England Journal of Medicine (No. 346; Vol. 15) desta semana, as mulheres cujos parceiros sexuais são circuncisados poderão ter menos probabilidades de apanharem cancro do colo do útero. O estudo demonstrou que os homens com o prepúcio intacto tinham três vezes mais probabilidades que os homens circuncisados de estarem infectados pelo vírus do papiloma humano. Isto, por sua vez, poderá aumentar o risco de transmissão do vírus às suas parceiras sexuais. A teoria é de que o sulco balano-prepúcial é especialmente vulnerável ao vírus. Isto também levanta questões sobre se a circuncisão pode reduzir a propagação do HIV. Estudos datados de pelo menos 1988 sugeriam que a circuncisão oferece alguma protecção contra a SIDA, mas as investigações não o provam, e estudos mais definitivos estão a ser realizados.

Dirigido por investigadores em Espanha e outros quatro países e suportado pela International Agency for Research on Cancer em França, o estudo sobre o cancro do colo do útero observou cerca de 3800 mulheres, metade das quais tinham cancro do colo do útero e a outra metade não tinha cancro. Havia apenas uma ligeira diferença total entre os dois grupos acerca de quantas tinham parceiros circuncisados e não-circuncisados. Mas os investigadores encontraram uma forte diferença no risco de cancro do colo do útero no caso das mulheres cujos parceiros eram especialmente activos sexualmente. Mulheres cujos parceiros de alto risco não eram circuncisados eram cinco vezes mais prováveis de desenvolverem cancro do que as mulheres cujos parceiros eram circuncisados. Os homens de alto risco eram definidos como aqueles que já tinham tido pelo menos seis parceiras sexuais e que iniciaram a sua vida sexual com menos de 17 anos de idade.

O investigador Dr. Xavier Castellsague do Instituto Catalão de Oncologia em Barcelona, disse que não faria sentido promover a circuncisão como uma forma de controlo do cancro do colo do útero nos Estados Unidos, onde o teste Papa Nicolau normalmente detecta-o numa fase tratável. No entanto, ele disse que a circuncisão poderia fazer uma grande diferença nos países em desenvolvimento onde não existe um padrão regular para o cancro do colo do útero.

Mas Ronald Goldman, director executivo do Circumcision Resource Center, que se opõem ao procedimento, disse que o estudo não é fiável porque utiliza dados de sete estudos em cinco países. Ele disse “Cortar uma parte do corpo saudável que funciona normalmente para prevenir uma improvável doença ou infecção seria como arrancar dentes saudáveis para prevenir a infecção dentária”.

O Dr. Stephen Moses do departamento de microbiologia da Universidade de Manitoba disse que ele e outros investigadores começaram a recrutar doentes no Quénia, que é muito atingido pela SIDA, para um estudo de dois anos sobre se a circuncisão pode reduzir a propagação do HIV.
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Só falta saber porque Deus botou uma "pelinha" na cabeça do pau pra depois pedir para que nós tiremos.
O cômico (ou seria trágico?) é que já vi judeus e evangélicos usando "o argumento da circuncisão" que, toscamente, pode ser resumido desta forma:
O velho testamento manda que os homens sejam circuncisados
Existem estudos que sugerem que a circuncisão traz benefícios a saúde.
Naquela época eles não podiam saber disso.
Logo minha religião é verdadeira.

Brilhante não???
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Res CogitansSó falta saber porque Deus botou uma "pelinha" na cabeça do pau pra depois pedir para que nós tiremos.
O cômico (ou seria trágico?) é que já vi judeus e evangélicos usando "o argumento da circuncisão" que, toscamente, pode ser resumido desta forma:
O velho testamento manda que os homens sejam circuncisados
Existem estudos que sugerem que a circuncisão traz benefícios a saúde.
Naquela época eles não podiam saber disso.
Logo minha religião é verdadeira.

Brilhante não???




Tudo em nome da opressão dos instintos primitivos, aqueles ligados ao prazer.
Só falta quererem impedir a gente de respirar.
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Ilovefoxes
- O cristianismo condenou o preservativo, sabe quantos foram contaminados e mortos? Agora vem dizer que o mesmo tem algum

Correção, a igreja chatólica condenou o preservativo...
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Todo método anti-natural é condenado pela ICAR.

Entenda-se por isto: Não façam sexo. Nós não queremos. Se fizerem, que seja para ter 15 filhos (que serão nosso rebanho, mas nós não iremos sustentar).


Mas eles podem. tsc
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