Clube Veneno
Drogas: libera geral?
Autor: Pasteur | Categoria: História, Sociedade, Comportamento e Filosofia | Exibições: 894639 Comentários: 307
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Falta saber que ilha tem disponível pra tanto drogado.

Se fosse viável, talvez a Antártida (incluindo as ilhas) ia ser mais apropriado.

Ou fazer tipo plataforma parecida com as de petróleo e pôr eles lá.

Construir uma grande plataforma marítima é mais caro do que construir uma grande cidade murada.

Países europeus tem ilhas no Atlântico, como Madeira e Santa Helena.

O Brasil tem só Fernando de Noronha, mas seria um desperdício.

Outra opção é enviar tudo pro Canadá, onde eles serão bem aceitos.
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Falta saber que ilha tem disponível pra tanto drogado.


Ilha da Queimada Grande, RJ dá um google :lol:

Agnoscetico
Não sei se Kim Kataguiri era defensor da legalização das drogas (pelo menos da maconha), coisa que tem esquerdista como direitista liberal e libertário que defende, mas aqui ele defendeu uma posição da internação compulsória:


É totalmente antiético. O que o estado deveria fazer (que já foi citado anteriormente no tópico:

Como a Suíça derrotou uso descontrolado de heroína facilitando acesso à droga nos anos 1990

https://www.bbc.com/portuguese/geral-58556704

Agnoscetico
Mas os libertários são contra repressão as drogas. Se lembro bem, o Scapella era favorável a liberar drogas como maconha, .

A questão é: Se não for o estado, quem vai ser? Se for a população, aí vai ser coletivismo. Mas como libertários pregam o individualismo e são contra coação coletiva contra indivíduos, não sei como ele pensa em como resolver isso sem entrar em contradição contra o libertarianismo que ele diz ou dizia seguir.


O plano da Suíça foi um sucesso, ministrou drogas, fez acompanhamento psicológico e terapêutico. E é isso que tem que ser feito em conjunto com uma educação realmente efetiva contra as drogas. Ponto.

Todos meus amigos que fizeram PROERD usam drogas :lol:
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LEGALIZE JÁ? Veja o que aconteceu onde liberaram a MACONHA!



Benefícios:

- Grande diminuição de pessoas na prisão (que estão lotadas)

- Redução do consumo por jovens

- Arrecadação de impostos

Malefícios:

- Aumento no uso experimental por adultos (possivelmente no consumo geral)

Não foi informado:

- O impacto na violência, que é a métrica mais importante.

- O aumento no consumo deveria ser comparado com o consumo de cigarro (tabaco). Se a soma de fumantes de tabaco e maconheiros permanecer a mesma, com tabagistas se tornando maconheiros, então não é algo ruim.
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Faz não muito tempo fiquei me perguntando se traficante pagava imposto, e, se sim, como fazia pra pagar sem chamar atenção das autoridades - se era usando um negócio de fachada, etc. Mas aí perguntando pro mecanismo de busca do Bing chat ele relatou que narcotráfico (entre outros meios ilícitos de ganho financeiro), que há leis tanto no Brasil como nos EUA, em que o estado pode cobrar impostos de renda de meios ilícitos. Nos EUA tem o caso já conhecido do Al Capone ter sido preso por não pagar imposto de renda, apesar de ter cometido crimes piores.

Só que aí levanta a questão se isso não estimularia pessoas dentro do estado deixar o narcotráfico relativamente livre pra obter lucro, então indiretamente, obter lucro através de impostos. Aí poderia não ter interesse, por partes de integrantes do governo / estado, em acabar com ou minimizar o narcotráfico (supondo que isso seja viável).


Brasil

O traficante é obrigado a pagar imposto de renda?

https://archive.is/rq005

https://www.recantodasletras.com.br/textosjuridicos/3423290

REFERÊNCIA:

STF - HC 77530 RS , Relator: SEPÚLVEDA PERTENCE, Data de Julgamento: 24/08/1998, Primeira Turma, Data de Publicação: DJ 18-09-1998 PP-00007 EMENT VOL-01923-03 PP-00522

Supremo Tribunal Federal STF - HABEAS CORPUS: HC 77530 RS

https://www.jusbrasil.com.br/jurisprudencia/stf/740507

Existe obrigação de se pagar impostos nos casos de ato ilícito, tráfico de entorpecentes, contrabando, lavagem e desvio de dinheiro?

https://www.jusbrasil.com.br/artigos/existe-obrigacao-de-se-pagar-impostos-nos-casos-de-ato-ilicito-trafico-de-entorpecentes-contrabando-lavagem-e-desvio-de-dinheiro/840978262



EUA

Taxation of illegal income in the United States

https://en.wikipedia.org/wiki/Taxation_of_illegal_income_in_the_United_States

Caso James vs. United States (1961)

James v. Estados Unidos (1961)

https://en.wikipedia.org/wiki/James_v._United_States_(1961)

Commissioner v. Tellier (1966)

https://archive.is/mwOjE

https://supreme.justia.com/cases/federal/us/383/687

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Como a Suíça derrotou uso descontrolado de heroína facilitando acesso à droga nos anos 1990

https://www.bbc.com/portuguese/geral-58556704

Não podemos dizer que essa ideia de fornecer drogas a viciados tenha sido sucesso. Isso teve um gasto público e a Suíça tem muito dinheiro.

Ter um número menor de overdoses e menos contaminação de HIV entre os drogados não é sucesso quando eles continuam drogados.

A redução de novos usuários se deve por causa das políticas educativas de prevenção. Duraram décadas para ter efeito.

Um Brasil onde há necessidade de saneamento básico e com educação sucateada tem muito mais prioridades do que a vida de usuários de heroína e crack.
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Tutu
Não podemos dizer que essa ideia de fornecer drogas a viciados tenha sido sucesso. Isso teve um gasto público e a Suíça tem muito dinheiro.

Ter um número menor de overdoses e menos contaminação de HIV entre os drogados não é sucesso quando eles continuam drogados.


Então, eu coloquei essa política inovadora de saúde pública suíça porque foi a primeira que eu vi dando resultados, caiu número de mortos, mais da metade saiu da heroína e número de novos usuários caiu. Mas, é um país pequeno e fácil de administrar, portanto concordo contigo. Aqui não se faz repressão a crackolândia por fatores éticos e porque é uma das maiores receitas das facções, são milhões por dia.
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Recentemente eu soube de/ ou encontrei alguns colegas de escola dos anos 80 que já naquela época estavam começando a usar drogas, vc passa quase 40 anos sem ver as pessoas e tem na memória só aquilo que eram no passado até dar de cara com eles na rua.

Um sujeito que era o playboy da turma quando tinha 16 anos e casou com a menina mais bonita da sala (Capa de revista mesmo) perdeu quase todos os dentes e virou morador de rua quando a mãe dele que pagava as contas faleceu e ele perdeu a casa que herdou dela, a menina linda usava drogas por influência dele tb e virou uma baranga irreconhecível que parece ter 30 anos a mais que a idade real, outro foi preso por tráfico e morreu no Carandiru antes daquele caso em que mataram 111 vagabundos.

É o que droga faz.
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Governo do Canadá vai recriminalizar as dr0gas p3sadas em espaços públicos de BC 🇨🇦 CD News


Governo federal do Canadá concede o pedido da Colúmbia Britânica para recriminalizar drogas pesadas em espaços públicos. O governo federal está concedendo o pedido da Colúmbia Britânica para recriminalizar as drogas pesadas em espaços públicos, quase duas semanas depois que a província pediu para encerrar seu projeto piloto antecipadamente devido a preocupações com o uso público de drogas. A ministra da Saúde Mental e Vícios, Ya'ara Saks, fez o anúncio na terça-feira no Parliament Hill. "Dissemos que sim, e a medida entrará em vigor imediatamente", disse Saks aos repórteres.

B.C. está há pouco mais de um ano em um projeto piloto de três anos para descriminalizar a posse de uma pequena quantidade de certas drogas ilícitas. Mas, alegando preocupações com a segurança do consumo público dessas drogas, o governo de B.C. solicitou ao governo federal, que tornasse ilegal o uso de drogas ilícitas em todos os espaços públicos, inclusive em hospitais, no trânsito e em parques. Saks disse que a questão é uma "crise de saúde, não uma crise criminal", mas que "as comunidades precisam estar seguras".


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10 números que mostram o que mudou no Uruguai 10 anos após legalização da maconha

https://www.bbc.com/portuguese/articles/cg6wq3l7x1lo


15 dezembro 2023

Nos parques, nas arquibancadas dos estádios e nas praias do Uruguai, a fumaça gerada pela maconha passou a ter odores variados desde que o país se tornou a primeira nação do mundo a legalizar o uso recreativo da cannabis.

Antes da legalização, a erva prensada e importada ilegalmente era a única opção disponível. Mas uma variedade de flores de maconha vendidas em farmácias ou cultivadas nas casas e em clubes de produtores diversificou o mercado.

Dez anos depois que o Parlamento uruguaio aprovou a norma que regulamentou a produção, venda e consumo de cannabis, no dia 10 de dezembro de 2013, o país vem observando diversas consequências da mudança que chamou a atenção internacional.

A regulamentação foi implementada em etapas.

Em 2014, começaram a ser registrados os cultivadores domésticos e clubes com 15 a 45 membros, que podem produzir até 480 gramas anuais por residência ou sócio. Já a venda de maconha em farmácias só começou em 2017.

"A maior conquista foi gerar um mercado legal que antes não existia e, como todo mercado legal, tem suas vantagens", afirma a politóloga Rosario Queirolo, professora da Universidade Católica do Uruguai. Ela estudou o impacto da lei uruguaia sobre a maconha.

Entre suas vantagens, Queirolo destaca que a lei abriu aos usuários de maconha a possibilidade de abandonar os circuitos ilícitos, frequentemente vinculados ao crime em geral. Agora, eles têm acesso a produtos em farmácias, com maior controle de qualidade.

Mas a professora acredita que o objetivo determinado pelo então presidente uruguaio José Mujica, de concorrência com o narcotráfico pelo mercado da maconha, foi "ambicioso" demais. E que o mesmo ocorreu com a ideia de melhorar a segurança pública que acompanhou a lei.

"Esse mecanismo de causa e efeito não funciona", afirmou Queirolo à BBC News Mundo, o serviço em espanhol da BBC. "O mercado de cannabis foi regulamentado e continuaram crescendo os homicídios e os índices de assaltos, da mesma forma."

De fato, o balanço dos primeiros 10 anos de legalização da maconha no Uruguai é contraditório. Mas existem 10 números que ajudam a entender os resultados.

1º: 86.207

Este é o número de usuários de maconha registrados no país, segundo o relatório oficial do Instituto de Regulamentação e Controle da Cannabis (IRCCA), publicado em junho deste ano.

O número representa cerca de 2,5% do total da população do Uruguai.

2º: 66%

É o percentual de consumidores de maconha maiores de 18 anos no Uruguai que continuam sem se registrar, segundo estimativas oficiais.

Ou seja, dois em cada três usuários recorrem ao chamado mercado cinza, em que a cannabis é produzida legalmente, mas distribuída fora da regulamentação.

Os motivos são vários: desde o medo de que os dados de registro sejam divulgados até o repúdio à intervenção do Estado neste tema.

"O objetivo para os próximos anos é aumentar o mercado legal e reduzir o ilegal", indica Queirolo. "Para isso, certamente são necessárias mudanças na forma de implementação da política."

3º: 19%

Esta é a parcela de uruguaios maiores de 16 anos que voltaram a consumir maconha depois de prová-la pela primeira vez, segundo uma pesquisa da empresa Cifra, realizada em maio de 2022.

O índice é quase o dobro dos 10% de 2016, mas a empresa de pesquisas alerta que a alta pode ser devida, em parte, ao fato de que mais cidadãos uruguaios estão dispostos a admitir que consomem cannabis, à medida que seu uso é "normalizado".

"Acredito que exista um aumento do consumo em determinada população, porque é mais fácil, mas também que as pessoas estão declarando o seu uso", afirmou a diretora da Cifra, Mariana Pomiés, à BBC News Mundo.

4º: 7

São os usuários de cannabis que compram o produto em farmácias a cada 10 registrados.

Os demais se registraram para cultivar a erva em casa (17%) ou em clubes de produtores (12%).

O sistema de produção e venda da cannabis nas farmácias uruguaias é controlado pelo Estado.

5º: 10,5

Esta é a quantidade, em toneladas, de maconha vendida nas farmácias uruguaias nos primeiros seis anos de habilitação (de julho de 2017 a junho de 2023), segundo o IRCCA.

Este volume foi atingido com a venda de 2,1 milhões de embalagens de cinco gramas de flores cada uma. É o equivalente à cannabis consumida na cidade da Filadélfia, nos Estados Unidos, em um ano – ou quase um sexto do consumo anual de Nova York, segundo registros do Centro para o Avanço da Saúde (CFAH, na sigla em inglês).

A quantidade média de compra das pessoas registradas em farmácias é de 14 a 15 gramas mensais, segundo indicou o IRCCA. No último verão, essa média atingiu 17 gramas.

6º: 15%

É o percentual máximo de tetra-hidrocanabinol (THC) contido na maconha disponível para venda nas farmácias uruguaias.

O THC é o componente psicoativo da maconha, que age sobre receptores localizados em células nervosas do cérebro. E esta é a concentração da variedade "gama", que começou a ser vendida em dezembro de 2022.

Trata-se de uma variante híbrida com predominância da Cannabis indica. Por ser mais psicoativa do que as outras duas variedades oferecidas inicialmente pelas farmácias, houve um aumento significativo das pessoas registradas para comprá-la. E esta variedade passou a ser a preferida dos clientes.

Mas os clubes de cannabis uruguaios costumam colher flores com maior teor de THC. Internacionalmente, são conhecidas variedades com concentrações de tetra-hidrocanabinol acima de 30%.

7º: 460

Este é o preço, em pesos uruguaios, dos pacotes de cinco gramas de maconha variedade "gama" nas farmácias. O valor equivale a cerca de US$ 12, ou R$ 59.

Mas as outras duas variedades com menor percentual de THC (uma com predominância sativa e a outra, indica) são um pouco mais baratas.

Estes preços são significativamente menores que o custo da maconha legal ou ilegal em outras partes do mundo. Uma avaliação recente do CFAH em 140 cidades do mundo indica Montreal, no Canadá, com o grama de cannabis mais barato (US$ 5,90 ou cerca de R$ 29), enquanto Tóquio, no Japão, aparece com o custo mais alto (US$ 33,80 ou cerca de R$ 166).

A capital uruguaia, Montevidéu, não foi incluída na pesquisa.

8º: 5,3 milhões



É o valor em dólares faturado pelas empresas habilitadas no território uruguaio para exportação de cannabis em 2022, segundo os dados da agência de promoção de exportações Uruguay XXI. O montante corresponde a cerca de R$ 26 milhões.

Foram exportadas 16 toneladas de flores para diversos mercados, a grande maioria (83%) para uso medicinal. Os principais destinos foram Portugal, Alemanha, Israel e Canadá.

O Uruguai também começou a exportar cannabis para os Estados Unidos.

9º: 13

São as licenças ativas outorgadas a empresas para cultivo de cannabis para uso medicinal no Uruguai, segundo dados do IRCCA.

Existe ainda aproximadamente o mesmo número de autorizações vigentes para pesquisas sobre o uso da cannabis com diferentes propósitos, que vão desde o desenvolvimento farmacêutico baseado em canabidiol (CBD) até o uso da substância na terapia ansiolítica e dermatológica em cães.

Este é um novo setor da ciência e economia que surgiu após a legalização. Seus resultados ainda são incertos.

10º: 48%

Este é o percentual de cidadãos uruguaios que concordam com a lei que regulamentou o mercado da maconha, segundo uma pesquisa da Cifra publicada em 2022.

O percentual é o dobro do registrado em 2012 pela mesma empresa de pesquisas. Já o percentual dos que se opõem à lei caiu de 66% para 45%.

https://archive.is/TtoSx/37a0aae161061f832e9bec1ed2099210b0360dae/scr.png

"O que mais colaborou para que as pessoas mudassem de opinião foi o transcurso da vida cotidiana sem grandes problemas após a regulamentação", explica a diretora da empresa de pesquisas, Mariana Pomiés.

"As pessoas que poderiam ter predisposição favorável [à legalização], mas tinham medo, foram perdendo [o temor]", acrescenta ela. Mas Pomiés acredita que "continuará existindo uma parcela importante de uruguaios que não estarão de acordo".



10 números que mostram o que mudou no Uruguai 10 anos após legalização da maconha

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2º: 66%

É o percentual de consumidores de maconha maiores de 18 anos no Uruguai que continuam sem se registrar, segundo estimativas oficiais.

Ou seja, dois em cada três usuários recorrem ao chamado mercado cinza, em que a cannabis é produzida legalmente, mas distribuída fora da regulamentação.

Vender em farmácia, exigir cadastro e colocar regulamentação é a pior maneira de regularizar a maconha.

Nessa situação, 66% do mercado continua ocorrendo de forma ilegal e o índice de homicídio não diminuiu.

O objetivo da legalização é diminuir a criminalidade no país, que é financiada pelo narcotráfico. E também dar consistência com a legislação de outras drogas, já que maconha para maiores de 23 anos não é pior do que álcool.

E qualquer processo de legalização tem que ser acompanhado com campanha educativa para ensinar o povo a ficar longe das drogas em geral, além de desincentivar o consumo colocando discriminação nos planos de saúde e no RH de empresa. Quando a própria sociedade rejeita o consumo, sem precisar da opressão do aparato estatal, o estímulo para consumir será mínimo.

[Off_topic]
Antes de algum forista falar de junk food.

Agora sou a favor de taxar e proibir os maiores excessos disso.

Essa indústria em supermercado foi trazida por multinacionais de país rico e só servem para danificar a saúde e as embalagens são de plástico (ou soltam microplástico).

Conversando com idosos, descobri que antigamente não existia a necessidade nenhuma de comer esse tipo de comida e o povo vivia bem sem plástico. Sempre tinha substituto.
[/Off_topic]
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