
Clube Veneno
EQM

Eu fiz uma coletânia de vários artigos sobre EQM e queria o parecer de vocês sobre o assunto:
O que é Experiência da Quase-Morte (EQM)?
A experiência da quase-morte (EQM) ou near-death experience (NDE), termo usado no exterior, é uma projeção da consciência, forçada, compulsória, patológica, causada por traumas orgânicos, agentes físicos, químicos ou psicológicos. É comum a pacientes terminais, sobreviventes da morte clínica, e em situações em que haja momentos de perigo extremo, acidentes, intoxicação, traumatismo, anestesia, afogamento e outros casos médicos. Este fenômeno é muito comum e bastante dinheiro e tempo de pesquisa científica têm sido gastos para explicá-lo.
Que tipos de relatos são feitos pelos que experimentam a EQM/NDE?
Parece haver uma sequência dos seguintes fatos: sensação de paz, impressão de flutuar acima do próprio corpo, percebendo pessoas ao seu redor, visão panorâmica, ampliação de certas percepções, logo depois a sensação de entrar por um túnel (efeito-túnel), percebe-se a presença do que a maior parte chama de "ser de luz" - referência variável, que dependerá dos arquétipos religiosos, culturais ou filosóficos da pessoa. A fronteira entre as duas dimensões é também o limiar entre a vida e a morte: normalmente um marco. Estas são as descrições mais características das experiencias da quase-morte/EQM.
Quais as consequências psicológicas sobre o comportamento daqueles que experimentam o fenômeno da projeção da quase-morte?
Profundas alterações comportamentais ocorrem com os indivíduos que vivenciaram a EQM. Mais de 90% das pessoas que rememoram a experiência mudam para melhor, perdem o medo da morte (tanatofobia), passam a dar mais valor à sua própria vida e à dos demais, fazem uma reperspectivação da existência física (reciclagem existencial), para um redimensionamento pessoal. Enfim, há um grande despertamento e amadurecimento consciencial.
Como a medicina explica a EQM e qual o papel da Projeciologia nesta discussão?
A Projeciologia estuda todas as formas de projeção da consciência em outras dimensões. A EQM/NDE é uma delas. No Instituto Internacional de Projeciologia e Conscienciologia temos um curso sobre o assunto, tentando passar a ótica universalista da Projeciologia. A EQM/NDE é um acontecimento traumático, mas deve ser encarado por todas as áreas da medicina, sem qualquer "pré-conceito" que o torne obscuro ou místico. Desde que pesquisadores do mundo todo se voltaram para analisar e discutir de forma mais abrangente o fenômeno, a própria medicina tradicional tem sido forçada a repensar a morte e a sobrevida da consciência. Ainda hoje, há médicos que fogem das explicações científicas, atribuindo o fenômeno a Deus ou a algo sobrenatural, outros usam abordagem superficiais como memória genética, diminuição da oxigenação cerebral (hipóxia cerebral), associam à experiência do nascimento biológico, mas não fornecem uma explicação satisfatória para suas próprias dúvidas.
fonte: http://www.iipc.org/faq/eqm.php
O termo “Experiências de Quase-Morte” (EQM) , tradução de “Near-death experiences”, cunhado pelo psiquiatra americano Raymond Moody Jr., surgiu com a publicação de seu livro “A Vida Depois da Vida”, em 1975 (Butterfly Editora).
Depois da publicação desse livro, o Dr. Moody investigou mais de mil casos de relatos de pacientes que tiveram uma Experiência de Quase-Morte, ou seja, de pacientes que tiveram uma parada cardio-respiratoria (morte clínica) e que foram ressuscitados pelos médicos no hospital. Os relatos desses pacientes que passaram pela E.Q.M., segundo o psiquiatra, são muito similares. Relatam que ouviram a notícia dada pelo médico de que estavam mortos, passaram rapidamente através de uma espécie de túnel em direção a uma luz e encontraram-se com seres de luz, sendo tomados por um sentimento indescritível de paz e serenidade.
Ao entrar no túnel - no fim dele -, quase sempre há uma luz. E ao entrar nessa luz, o ambiente é paradisíaco e lá se encontram com os espíritos de parentes desencarnados. Nesse lugar, ocorre uma recapitulação rápida, porém nítida, de toda sua vida atual como se tivessem vendo o filme de sua vida. A maioria desses pacientes se recusa a querer voltar para o seu corpo físico no hospital, porque as experiências de E.Q.M.realmente são muito agradáveis. Muitos ficaram bravos com seus médicos por trazê-los de volta.
A maioria dos pacientes chegou a relatar ao Dr. Moody que só voltaram porque tinham filhos para criar ou porque os cônjuges ou pais podiam sentir sua falta. Mas o que mais intrigou o Dr. Moody nos relatos desses pacientes foi que a maioria deles voltou profundamente modificada, transformada em sua visão a seu respeito, com relação às pessoas e ao mundo, perdendo o medo da morte e passando a viver com mais alegria, ética e destemor.
Na revista The Lancet (renomada revista médica internacional) foi publicado um relato de um médico que participou de uma pesquisa científica holandesa sobre E.Q.M. O médico que estava de plantão noturno na unidade coronariana, atendeu um paciente de 44 anos na porta do pronto-socorro (a ambulância trouxe o paciente), em coma, cianótico (extremidades arroxeadas) e em parada cardíaca. Ele recebeu ventilação artificial, massagem cardíaca e desfibrilação. Quando o médico foi encubá-lo, a sua dentadura caiu e o médico a apanhou do chão e a colocou rapidamente sobre o carrinho de atendimento. Após uma semana - depois de conseguir ressuscitar o seu coração - o médico se encontrou novamente com o paciente, desta vez restabelecido no leito de seu quarto do hospital.
O paciente ao ver o médico perguntou: “Doutor, onde está a minha dentadura? Quando a ambulância me trouxe para o hospital e o senhor foi me entubar, a dentadura caiu e o senhor rapidamente a pegou e a colocou em cima do carrinho”.
Estupefato, o médico questionou o paciente querendo saber como ele sabia desses detalhes, estando em coma profundo, com o coração parado...
O paciente lhe informou que vira a si próprio na maca - de uma perspectiva de cima -, viu a equipe médica tentando reanimar o seu coração. Descreveu corretamente, em detalhes, a pequena sala em que fora atendido.
Disse que tentou desesperadamente e sem sucesso mostrar que ainda estava vivo e que a equipe médica deveria prosseguir com as manobras de ressuscitação. O paciente relatou ao médico que estava profundamente impressionado pela sua experiência e que não tinha mais medo de morrer.
Quatro semanas depois, teve alta hospitalar em boas condições de saúde.
Pesquisa realizada em 1982 pelo Instituto Gallup dos EUA apontou que cerca de oito milhões de norte-americanos passaram pela experiência da morte súbita interrompida, a EQM.
No Brasil, ainda não existe nenhum tipo de estatística de EQM.
Apesar das inúmeras pesquisas realizadas com relação às Experiências de Quase-Morte, muitos médicos e cientistas afirmam que a EQM, na verdade, é causada pela insuficiência de oxigênio no cérebro (hipóxia). Portanto, para eles, a EQM é um fenômeno fisiológico cerebral, e isso explicaria as imagens que os pacientes têm de seres de luz, túneis, experiências extra-corpóreas (saída do corpo), etc.
Vê-se que é uma teoria que não tem lógica. Como um paciente que sofreu uma parada cardíaca por vários minutos, em estado de coma descreveu detalhadamente as manobras feitas pela equipe médica mencionada acima? Será que uma mera alucinação visual decorrente de uma falta de oxigenação cerebral seria capaz de provocar na maioria dos pacientes uma mudança tão profunda em seus valores de vida e crença?
Quero aqui reiterar o meu apoio à pesquisa do Dr. Raymond Moody Jr. sobre a EQM como uma experiência enriquecedora e transformadora, porque vai de encontro aos relatos de meus pacientes que se submeteram à Terapia Regressiva Evolutiva (TRE) e que tiveram muitas das experiências similares às dos pacientes que se aproximavam da morte entrevistados pelo Dr. Moody.
Os leitores que vêm acompanhando os relatos dos meus pacientes (casos clínicos) no site Somos Todos Um podem perceber que nas sessões de regressão eles passam por alguns dos sintomas da EQM (sensação de estar fora do corpo, sensação real de paz, região escura ou enevoada, seres de luz - mentores espirituais -, parentes desencarnados, revisão da vida (mentor mostra suas vidas passadas e a atual como num filme), ascensão rápida ao céu (após revivenciar sua morte numa vida passada, muitos pacientes sentem-se flutuar e sobem rapidamente aos céus, ao mundo espiritual de luz - região bucólica, paradisíaca e de muito verde).
Nos relatos dos pacientes do Dr. Moody que passaram pela EQM, todos narram encontros com uma entidade bondosa e acolhedora que irradia amor e compreensão, que os ajuda revendo sua vida atual. Na Terapia Regressiva Evolutiva (TRE) esse ser de luz se identifica como o(a) mentor(a) espiritual do paciente, que é uma entidade espiritual diretamente responsável pela evolução espiritual dele e que o conhece profundamente, pois vem acompanhando-o em várias encarnações. Seu(sua) mentor(a) espiritual o faz regredir para compreender os seus acertos e erros de suas vidas passadas e, com isso, compreender melhor sua vida atual e a origem de seus problemas.
Mas, tanto nos relatos dos pacientes que passaram pela EQM, como nos dos meus pacientes, o encontro com esses seres de luz - na maioria desses pacientes -, provocou profundas mudanças em sua vida atual.
Veja o caso de um paciente que, após ter revivido na TRE sua morte numa vida passada e de ter conversado com o seu mentor espiritual, transformou sua visão a seu respeito, com relação aos outros e à vida.
Fonte: http://somostodosum.ig.com.br/conteudo/conteudo.asp?id=5764
Pesquisa feita em 10 hospitais da Holanda analisou 1500 pessoas no leito de morte. Pelo menos 63 delas voltaram para contar o que viram. É a primeira vez que a ciência assinala esse tipo de experiência.
O médico Sam Parnia, do Hospital Geral de Southampton, no sul da Inglaterra, foi um dos chefes da pesquisa feita na Holanda : “Entrei descrente, não acreditava em Deus, muito menos na existência da alma. Agora, tenho minhas dúvidas. Acho que algo muito maior do que nós existe e nos espera depois da morte”, diz.
As salas de ressuscitação dos hospitais serviram de laboratório para os pesquisadores. Noventa por cento das pessoas analisadas tiveram ataques cardíacos. Os outros 10% eram vítimas de acidentes : “Zerávamos o cronômetro assim que o paciente era posto sobre a maca, dessa forma analisamos casos de pessoas que ficaram de 15 segundos a 43 minutos clinicamente mortas”, conta o Médico.
Como eles sabiam que as pessoas estiveram realmente sem vida ? “Porque tudo parou. O coração, a respiração, os impulsos do cérebro. Nada mais funcionava. Era gente que estava morta, mesmo que momentaneamente”, afirma Sam Parnia.
E o que acontecia ? "Eles enxergavam nossa luta para trazê-los de volta à vida. Era como se a mente se desligasse do corpo e ficasse flutuando ao lado da maca. Alguns chegavam a tentar nos avisar que não adiantava mais continuar dando choque, pois o corpo já estava morto", relata.
"Dr. Parnia é formado na Escola de Medicina “Gyus and St. Thomas” em Londres. Ele é atualmente Oficial de Registo em Medicina respiratória interna e também colaborador em pesquisas clínicas, trabalhando com o objetivo de Doutorado em Biologia molecular de asma. Ele foi membro de confiança do Hospital Universitário de reanimação entre 1998 1999. É também Presidente da “horizonte” Fundação de pesquisas. Enquanto trabalhava nas Unidades Médicas de prevenção coronárias do Hospital Geral de Southampton, junto com o Dr. Peter Fenwick, Ele preparava o primeiro e inédito estudo de Experiências próximas da morte do Reino Unido. Os resultados deste estudo receberam extensa cobertura nas Imprensas Nacionais e Internacionais e teve, recentemente, publicado ( este estudo ) no Jornal médico “Resuscitation”."
Fonte: http://www.geocities.com/jeffersonhpbr/Pesquisa-Hol-Ingl.html
O que é Experiência da Quase-Morte (EQM)?
A experiência da quase-morte (EQM) ou near-death experience (NDE), termo usado no exterior, é uma projeção da consciência, forçada, compulsória, patológica, causada por traumas orgânicos, agentes físicos, químicos ou psicológicos. É comum a pacientes terminais, sobreviventes da morte clínica, e em situações em que haja momentos de perigo extremo, acidentes, intoxicação, traumatismo, anestesia, afogamento e outros casos médicos. Este fenômeno é muito comum e bastante dinheiro e tempo de pesquisa científica têm sido gastos para explicá-lo.
Que tipos de relatos são feitos pelos que experimentam a EQM/NDE?
Parece haver uma sequência dos seguintes fatos: sensação de paz, impressão de flutuar acima do próprio corpo, percebendo pessoas ao seu redor, visão panorâmica, ampliação de certas percepções, logo depois a sensação de entrar por um túnel (efeito-túnel), percebe-se a presença do que a maior parte chama de "ser de luz" - referência variável, que dependerá dos arquétipos religiosos, culturais ou filosóficos da pessoa. A fronteira entre as duas dimensões é também o limiar entre a vida e a morte: normalmente um marco. Estas são as descrições mais características das experiencias da quase-morte/EQM.
Quais as consequências psicológicas sobre o comportamento daqueles que experimentam o fenômeno da projeção da quase-morte?
Profundas alterações comportamentais ocorrem com os indivíduos que vivenciaram a EQM. Mais de 90% das pessoas que rememoram a experiência mudam para melhor, perdem o medo da morte (tanatofobia), passam a dar mais valor à sua própria vida e à dos demais, fazem uma reperspectivação da existência física (reciclagem existencial), para um redimensionamento pessoal. Enfim, há um grande despertamento e amadurecimento consciencial.
Como a medicina explica a EQM e qual o papel da Projeciologia nesta discussão?
A Projeciologia estuda todas as formas de projeção da consciência em outras dimensões. A EQM/NDE é uma delas. No Instituto Internacional de Projeciologia e Conscienciologia temos um curso sobre o assunto, tentando passar a ótica universalista da Projeciologia. A EQM/NDE é um acontecimento traumático, mas deve ser encarado por todas as áreas da medicina, sem qualquer "pré-conceito" que o torne obscuro ou místico. Desde que pesquisadores do mundo todo se voltaram para analisar e discutir de forma mais abrangente o fenômeno, a própria medicina tradicional tem sido forçada a repensar a morte e a sobrevida da consciência. Ainda hoje, há médicos que fogem das explicações científicas, atribuindo o fenômeno a Deus ou a algo sobrenatural, outros usam abordagem superficiais como memória genética, diminuição da oxigenação cerebral (hipóxia cerebral), associam à experiência do nascimento biológico, mas não fornecem uma explicação satisfatória para suas próprias dúvidas.
fonte: http://www.iipc.org/faq/eqm.php
O termo “Experiências de Quase-Morte” (EQM) , tradução de “Near-death experiences”, cunhado pelo psiquiatra americano Raymond Moody Jr., surgiu com a publicação de seu livro “A Vida Depois da Vida”, em 1975 (Butterfly Editora).
Depois da publicação desse livro, o Dr. Moody investigou mais de mil casos de relatos de pacientes que tiveram uma Experiência de Quase-Morte, ou seja, de pacientes que tiveram uma parada cardio-respiratoria (morte clínica) e que foram ressuscitados pelos médicos no hospital. Os relatos desses pacientes que passaram pela E.Q.M., segundo o psiquiatra, são muito similares. Relatam que ouviram a notícia dada pelo médico de que estavam mortos, passaram rapidamente através de uma espécie de túnel em direção a uma luz e encontraram-se com seres de luz, sendo tomados por um sentimento indescritível de paz e serenidade.
Ao entrar no túnel - no fim dele -, quase sempre há uma luz. E ao entrar nessa luz, o ambiente é paradisíaco e lá se encontram com os espíritos de parentes desencarnados. Nesse lugar, ocorre uma recapitulação rápida, porém nítida, de toda sua vida atual como se tivessem vendo o filme de sua vida. A maioria desses pacientes se recusa a querer voltar para o seu corpo físico no hospital, porque as experiências de E.Q.M.realmente são muito agradáveis. Muitos ficaram bravos com seus médicos por trazê-los de volta.
A maioria dos pacientes chegou a relatar ao Dr. Moody que só voltaram porque tinham filhos para criar ou porque os cônjuges ou pais podiam sentir sua falta. Mas o que mais intrigou o Dr. Moody nos relatos desses pacientes foi que a maioria deles voltou profundamente modificada, transformada em sua visão a seu respeito, com relação às pessoas e ao mundo, perdendo o medo da morte e passando a viver com mais alegria, ética e destemor.
Na revista The Lancet (renomada revista médica internacional) foi publicado um relato de um médico que participou de uma pesquisa científica holandesa sobre E.Q.M. O médico que estava de plantão noturno na unidade coronariana, atendeu um paciente de 44 anos na porta do pronto-socorro (a ambulância trouxe o paciente), em coma, cianótico (extremidades arroxeadas) e em parada cardíaca. Ele recebeu ventilação artificial, massagem cardíaca e desfibrilação. Quando o médico foi encubá-lo, a sua dentadura caiu e o médico a apanhou do chão e a colocou rapidamente sobre o carrinho de atendimento. Após uma semana - depois de conseguir ressuscitar o seu coração - o médico se encontrou novamente com o paciente, desta vez restabelecido no leito de seu quarto do hospital.
O paciente ao ver o médico perguntou: “Doutor, onde está a minha dentadura? Quando a ambulância me trouxe para o hospital e o senhor foi me entubar, a dentadura caiu e o senhor rapidamente a pegou e a colocou em cima do carrinho”.
Estupefato, o médico questionou o paciente querendo saber como ele sabia desses detalhes, estando em coma profundo, com o coração parado...
O paciente lhe informou que vira a si próprio na maca - de uma perspectiva de cima -, viu a equipe médica tentando reanimar o seu coração. Descreveu corretamente, em detalhes, a pequena sala em que fora atendido.
Disse que tentou desesperadamente e sem sucesso mostrar que ainda estava vivo e que a equipe médica deveria prosseguir com as manobras de ressuscitação. O paciente relatou ao médico que estava profundamente impressionado pela sua experiência e que não tinha mais medo de morrer.
Quatro semanas depois, teve alta hospitalar em boas condições de saúde.
Pesquisa realizada em 1982 pelo Instituto Gallup dos EUA apontou que cerca de oito milhões de norte-americanos passaram pela experiência da morte súbita interrompida, a EQM.
No Brasil, ainda não existe nenhum tipo de estatística de EQM.
Apesar das inúmeras pesquisas realizadas com relação às Experiências de Quase-Morte, muitos médicos e cientistas afirmam que a EQM, na verdade, é causada pela insuficiência de oxigênio no cérebro (hipóxia). Portanto, para eles, a EQM é um fenômeno fisiológico cerebral, e isso explicaria as imagens que os pacientes têm de seres de luz, túneis, experiências extra-corpóreas (saída do corpo), etc.
Vê-se que é uma teoria que não tem lógica. Como um paciente que sofreu uma parada cardíaca por vários minutos, em estado de coma descreveu detalhadamente as manobras feitas pela equipe médica mencionada acima? Será que uma mera alucinação visual decorrente de uma falta de oxigenação cerebral seria capaz de provocar na maioria dos pacientes uma mudança tão profunda em seus valores de vida e crença?
Quero aqui reiterar o meu apoio à pesquisa do Dr. Raymond Moody Jr. sobre a EQM como uma experiência enriquecedora e transformadora, porque vai de encontro aos relatos de meus pacientes que se submeteram à Terapia Regressiva Evolutiva (TRE) e que tiveram muitas das experiências similares às dos pacientes que se aproximavam da morte entrevistados pelo Dr. Moody.
Os leitores que vêm acompanhando os relatos dos meus pacientes (casos clínicos) no site Somos Todos Um podem perceber que nas sessões de regressão eles passam por alguns dos sintomas da EQM (sensação de estar fora do corpo, sensação real de paz, região escura ou enevoada, seres de luz - mentores espirituais -, parentes desencarnados, revisão da vida (mentor mostra suas vidas passadas e a atual como num filme), ascensão rápida ao céu (após revivenciar sua morte numa vida passada, muitos pacientes sentem-se flutuar e sobem rapidamente aos céus, ao mundo espiritual de luz - região bucólica, paradisíaca e de muito verde).
Nos relatos dos pacientes do Dr. Moody que passaram pela EQM, todos narram encontros com uma entidade bondosa e acolhedora que irradia amor e compreensão, que os ajuda revendo sua vida atual. Na Terapia Regressiva Evolutiva (TRE) esse ser de luz se identifica como o(a) mentor(a) espiritual do paciente, que é uma entidade espiritual diretamente responsável pela evolução espiritual dele e que o conhece profundamente, pois vem acompanhando-o em várias encarnações. Seu(sua) mentor(a) espiritual o faz regredir para compreender os seus acertos e erros de suas vidas passadas e, com isso, compreender melhor sua vida atual e a origem de seus problemas.
Mas, tanto nos relatos dos pacientes que passaram pela EQM, como nos dos meus pacientes, o encontro com esses seres de luz - na maioria desses pacientes -, provocou profundas mudanças em sua vida atual.
Veja o caso de um paciente que, após ter revivido na TRE sua morte numa vida passada e de ter conversado com o seu mentor espiritual, transformou sua visão a seu respeito, com relação aos outros e à vida.
Fonte: http://somostodosum.ig.com.br/conteudo/conteudo.asp?id=5764
Pesquisa feita em 10 hospitais da Holanda analisou 1500 pessoas no leito de morte. Pelo menos 63 delas voltaram para contar o que viram. É a primeira vez que a ciência assinala esse tipo de experiência.
O médico Sam Parnia, do Hospital Geral de Southampton, no sul da Inglaterra, foi um dos chefes da pesquisa feita na Holanda : “Entrei descrente, não acreditava em Deus, muito menos na existência da alma. Agora, tenho minhas dúvidas. Acho que algo muito maior do que nós existe e nos espera depois da morte”, diz.
As salas de ressuscitação dos hospitais serviram de laboratório para os pesquisadores. Noventa por cento das pessoas analisadas tiveram ataques cardíacos. Os outros 10% eram vítimas de acidentes : “Zerávamos o cronômetro assim que o paciente era posto sobre a maca, dessa forma analisamos casos de pessoas que ficaram de 15 segundos a 43 minutos clinicamente mortas”, conta o Médico.
Como eles sabiam que as pessoas estiveram realmente sem vida ? “Porque tudo parou. O coração, a respiração, os impulsos do cérebro. Nada mais funcionava. Era gente que estava morta, mesmo que momentaneamente”, afirma Sam Parnia.
E o que acontecia ? "Eles enxergavam nossa luta para trazê-los de volta à vida. Era como se a mente se desligasse do corpo e ficasse flutuando ao lado da maca. Alguns chegavam a tentar nos avisar que não adiantava mais continuar dando choque, pois o corpo já estava morto", relata.
"Dr. Parnia é formado na Escola de Medicina “Gyus and St. Thomas” em Londres. Ele é atualmente Oficial de Registo em Medicina respiratória interna e também colaborador em pesquisas clínicas, trabalhando com o objetivo de Doutorado em Biologia molecular de asma. Ele foi membro de confiança do Hospital Universitário de reanimação entre 1998 1999. É também Presidente da “horizonte” Fundação de pesquisas. Enquanto trabalhava nas Unidades Médicas de prevenção coronárias do Hospital Geral de Southampton, junto com o Dr. Peter Fenwick, Ele preparava o primeiro e inédito estudo de Experiências próximas da morte do Reino Unido. Os resultados deste estudo receberam extensa cobertura nas Imprensas Nacionais e Internacionais e teve, recentemente, publicado ( este estudo ) no Jornal médico “Resuscitation”."
Fonte: http://www.geocities.com/jeffersonhpbr/Pesquisa-Hol-Ingl.html
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Data da postagem: 30/01/2007, 21:14

Eu li em outros artigos, que, segundo o Dr. Sam Parnia, em sua pesquisa realizada na Holanda, é relatado casos de pacientes que em estado de "EQM", podiam atravessar as paredes das salas de cirurgia e chegar a outros cômodos, relatando inclusive, os objetos que haviam nestes. Alguém sabe algo sobre essa pesquisa? Quando ocorreu? Ela foi documentada cientificamente? O Dr. Sam Parnia, ao menos...existe?
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Data da postagem: 30/01/2007, 21:25
Te garanto que EQM não é real. EQM produz sensações que parecem bastante reais, mas são induzidas quimicamente pelo cérebro.
Dá uma caçada sobre a substância Ketamina, pois EQM é um dos efeitos colaterais dela.
Dá uma caçada sobre a substância Ketamina, pois EQM é um dos efeitos colaterais dela.
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Data da postagem: 30/01/2007, 22:08

Penso que as sensações sejam parecidas com os sonhos.
Quem já não sentiu estar flutuar e caír durante o sono? Já houve pelo menos uma vez que senti paralisado mas consciente durante o sono, vendo um vulto que pensei ser alguém a dirigir-se até mim (quando despertei, notei que era apenas a televisão). Já sonhei com luzes brancas e com túneis (até ter a sensação de caír), por vezes ouço sons de familiares enquanto durmo, etc.
Há algum especialista na matéria que possa verificar com base na sua experiência, e dar uma explicação?
Quem já não sentiu estar flutuar e caír durante o sono? Já houve pelo menos uma vez que senti paralisado mas consciente durante o sono, vendo um vulto que pensei ser alguém a dirigir-se até mim (quando despertei, notei que era apenas a televisão). Já sonhei com luzes brancas e com túneis (até ter a sensação de caír), por vezes ouço sons de familiares enquanto durmo, etc.
Há algum especialista na matéria que possa verificar com base na sua experiência, e dar uma explicação?
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Data da postagem: 31/01/2007, 10:45

Neste artigo, o pesquisador Kevin Nelson, descarta a possibilidade de EQM ser um fenômeno sobrenatural:
Um pesquisador britânico publicou nesta terça-feira os resultados de suas pesquisas sobre experiências de quase-morte. Para o neurologista Kevin Nelson, da Universidad de Kentucky, em Lexington, nos Estados Unidos, esse é um fenômeno puramente biológico, que nada tem a ver com crenças religiosas.
"Eu vejo essas experiências como a ativação de certas regiões do cérebro, que também são ativadas quando sonhamos", disse ao jornal britânico Daily Telegraph. Além disso, pessoas que tiveram experiências de quase-morte são capazes de sonhar com mais freqüência do que os outros.
O estudo foi publicado pela revista Neurology, da Academia Americana de Neurologia. "Todavia, eu hesito em chamar isso de 'sonho' ou 'sonhar acordado'. Esta é a primeira hipótese testável para uma base biológica sobre essas experiências", ressaltou.
Para seu estudo, uma experiência de quase-morte é definida como o período, durante um episódio de ameaça de morte, em que uma pessoa tem vários sentimentos, como a sensação de estar fora de seu corpo, atenção incomum, percepção de luzes muito intensas e um sentimento de paz. Durante a pesquisa foram comparados 55 pessoas que tiveram estas experiências com 55 pessoas do mesmo sexo e idade que nunca as tiveram.
Foi descoberto que nas pessoas que já passaram por um episódio desses o limite entre os estados 'desperto' e 'dormindo' são mais difusos, e o estado de sonho - quando há o chamado REM (movimento rápido do olho, em português) - pode interferir na consciência.
Pessoas que sofrem uma intromissão do REM geralmente acordam e sentem que não podem se mover - a chamada paralisia do sono -, sofrem repentinas fraquezas nos músculos das pernas, e ouvem sons que outras pessoas não ouvem, geralmente logo antes de conciliar o sono ou logo após acordar.
Entre as pessoas que tiveram experiências de quase-morte, 60% acusaram intromissões do REM, enquanto que apenas 24% do outro grupo demonstrou os mesmos sintomas. "Estas descobertas sugerem que o estado de intromissão do REM contribuem para experiências de quase-morte", disse Nelson.
http://noticias.terra.com.br/ciencia/interna/0,,OI959998-EI238,00.html
Porém:
"A pesquisa científica sobre “Experiências de Quase-Morte” ou fenômeno EQM está agora em sua terceira década. Esta pesquisa foi iniciada em 1975 com a publicação do livro best-seller LIfe after Life do psiquiatra Raymond A. Moody Jr. Ele tem sido, desde então, seguido por muitos projetos de pesquisa, por muitos proeminentes doutores e autores.
De acordo com a pesquisa Gallup, 22 milhões de americanos, ou uma pessoa em cada onze, teve EQM. Além disso, a pesquisa Gallup sugere que aproximadamente 35% daquelas pessoas que estiveram próximas da morte experimentaram EQM. É consequentemente um fenômeno amplo. EQM transpôs muitos séculos, através de todos os continentes e grupos religiosos, incluindo proeminentes indivíduos tais como: o escritor Ernest Hemingway e o psicologista Carl Jung. "
http://209.85.165.104/search?q=cache:OG0X-oavKcwJ:www.gita-society.com/doc/4_journey2.doc+eqm+pesquisas&hl=pt-BR&gl=br&ct=clnk&cd=113&lr=lang_pt
Aí é que está a minha dúvida: Se as EQMs são fenômenos puramente psicológicos, como explicar que tantas pessoas, em diversas partes do mundo, com culturas e crenças variadas, tiveram experiências-de-quase-morte tão semelhantes ao longo dos últimos séculos? Será que faz sentido pensar que o cérebro é programado geneticamente para ter as mesmas percepções visuais (como uma luz no fim de um túnel, por mais que isso soe como um clichê) em momentos críticos que antecedem a morte? Vale lembrar que 22 milhões de americanos, segundo a pesquisa acima, vivenciaram situações de EQM em épocas diferentes, mas cujos relatos coincidiam entre si. Seria um tipo de alucinação coletiva?
Um pesquisador britânico publicou nesta terça-feira os resultados de suas pesquisas sobre experiências de quase-morte. Para o neurologista Kevin Nelson, da Universidad de Kentucky, em Lexington, nos Estados Unidos, esse é um fenômeno puramente biológico, que nada tem a ver com crenças religiosas.
"Eu vejo essas experiências como a ativação de certas regiões do cérebro, que também são ativadas quando sonhamos", disse ao jornal britânico Daily Telegraph. Além disso, pessoas que tiveram experiências de quase-morte são capazes de sonhar com mais freqüência do que os outros.
O estudo foi publicado pela revista Neurology, da Academia Americana de Neurologia. "Todavia, eu hesito em chamar isso de 'sonho' ou 'sonhar acordado'. Esta é a primeira hipótese testável para uma base biológica sobre essas experiências", ressaltou.
Para seu estudo, uma experiência de quase-morte é definida como o período, durante um episódio de ameaça de morte, em que uma pessoa tem vários sentimentos, como a sensação de estar fora de seu corpo, atenção incomum, percepção de luzes muito intensas e um sentimento de paz. Durante a pesquisa foram comparados 55 pessoas que tiveram estas experiências com 55 pessoas do mesmo sexo e idade que nunca as tiveram.
Foi descoberto que nas pessoas que já passaram por um episódio desses o limite entre os estados 'desperto' e 'dormindo' são mais difusos, e o estado de sonho - quando há o chamado REM (movimento rápido do olho, em português) - pode interferir na consciência.
Pessoas que sofrem uma intromissão do REM geralmente acordam e sentem que não podem se mover - a chamada paralisia do sono -, sofrem repentinas fraquezas nos músculos das pernas, e ouvem sons que outras pessoas não ouvem, geralmente logo antes de conciliar o sono ou logo após acordar.
Entre as pessoas que tiveram experiências de quase-morte, 60% acusaram intromissões do REM, enquanto que apenas 24% do outro grupo demonstrou os mesmos sintomas. "Estas descobertas sugerem que o estado de intromissão do REM contribuem para experiências de quase-morte", disse Nelson.
http://noticias.terra.com.br/ciencia/interna/0,,OI959998-EI238,00.html
Porém:
"A pesquisa científica sobre “Experiências de Quase-Morte” ou fenômeno EQM está agora em sua terceira década. Esta pesquisa foi iniciada em 1975 com a publicação do livro best-seller LIfe after Life do psiquiatra Raymond A. Moody Jr. Ele tem sido, desde então, seguido por muitos projetos de pesquisa, por muitos proeminentes doutores e autores.
De acordo com a pesquisa Gallup, 22 milhões de americanos, ou uma pessoa em cada onze, teve EQM. Além disso, a pesquisa Gallup sugere que aproximadamente 35% daquelas pessoas que estiveram próximas da morte experimentaram EQM. É consequentemente um fenômeno amplo. EQM transpôs muitos séculos, através de todos os continentes e grupos religiosos, incluindo proeminentes indivíduos tais como: o escritor Ernest Hemingway e o psicologista Carl Jung. "
http://209.85.165.104/search?q=cache:OG0X-oavKcwJ:www.gita-society.com/doc/4_journey2.doc+eqm+pesquisas&hl=pt-BR&gl=br&ct=clnk&cd=113&lr=lang_pt
Aí é que está a minha dúvida: Se as EQMs são fenômenos puramente psicológicos, como explicar que tantas pessoas, em diversas partes do mundo, com culturas e crenças variadas, tiveram experiências-de-quase-morte tão semelhantes ao longo dos últimos séculos? Será que faz sentido pensar que o cérebro é programado geneticamente para ter as mesmas percepções visuais (como uma luz no fim de um túnel, por mais que isso soe como um clichê) em momentos críticos que antecedem a morte? Vale lembrar que 22 milhões de americanos, segundo a pesquisa acima, vivenciaram situações de EQM em épocas diferentes, mas cujos relatos coincidiam entre si. Seria um tipo de alucinação coletiva?
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Data da postagem: 31/01/2007, 11:33

Citação de: pedroac em 31 de Janeiro de 2007, 13:45:58
Já experimentei as mesmas sensações e penso que até sei como provocá-las. Também gostaria de saber do que se trata, pois quase todo mundo que conheço experimentou algo igual ou parecido.
Penso que as sensações sejam parecidas com os sonhos.
Quem já não sentiu estar flutuar e caír durante o sono? Já houve pelo menos uma vez que senti paralisado mas consciente durante o sono, vendo um vulto que pensei ser alguém a dirigir-se até mim (quando despertei, notei que era apenas a televisão). Já sonhei com luzes brancas e com túneis (até ter a sensação de caír), por vezes ouço sons de familiares enquanto durmo, etc.
Há algum especialista na matéria que possa verificar com base na sua experiência, e dar uma explicação?
Já experimentei as mesmas sensações e penso que até sei como provocá-las. Também gostaria de saber do que se trata, pois quase todo mundo que conheço experimentou algo igual ou parecido.
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Data da postagem: 31/01/2007, 11:55
Existe até um relato bíblico que fala sobre experiências fora do corpo.
II Corintios 12:1 a 4
É necessário gloriar-me, embora não convenha; mas passarei a visões e revelações do Senhor.Conheço um homem em Cristo que há catorze anos (se no corpo não sei, se fora do corpo não sei; Deus o sabe) foi arrebatado até o terceiro céu.Sim, conheço o tal homem (se no corpo, se fora do corpo, não sei: Deus o sabe), que foi arrebatado ao paraíso, e ouviu palavras inefáveis, as quais não é lícito ao homem referir.
Independentemente do que realmente tenha acontecido com esse personagem e levando em conta que essa declaração realmente foi feita, a verdade é que essas experiências "fora do corpo" ainda não tem uma explicação cem por cento satisfatória por parte da ciência.
O cérebro é um aparelho muito complexo e ainda há muito o que se descobrir.
Como a consciência também é formada por descargas elétricas, talvez (talvez) seja possível que essas descargas se desloquem para o "além - corpo", tal como ondas de TV, rádio, etc. Todavia isso não quer dizer que a consciência sobreviva com a parada do cérebro, caso o homem venha a falecer. É uma opinião minha, mas posso estar errado.
Existe também a tese dos efeitos provocados pela substância Ketamina como já dito acima.
Infelizmente não me lembro do site agora, mas já entrei em contato com uma pessoa que cobrava para induzir uma viagem astral.
Ele dava um determinado gás pouco tóxico para a pessoa e isso induzia a uma experiência similar, acompanhadas por "visões" (alucinações) como o autor do relato bíblico disse acima.
O "peyote" (um tipo de cogumelo que existe no méxico) também provoca sensação similar.
Um cliente meu relatou ter consumido esse cogumelo e disse que saiu do corpo e se dirigiu para o quintal da sua casa, onde estavam alguns homens de capuz e vestidos de preto em uma roda.
Disse ele, continuando o relato, que esses homens o convidaram para a "reunião" que estavam fazendo. Ele se sentou e disse ter conversado sobre coisas tão magníficas que nem existem palavras para descrever segundo o entendimento humano.
II Corintios 12:1 a 4
É necessário gloriar-me, embora não convenha; mas passarei a visões e revelações do Senhor.Conheço um homem em Cristo que há catorze anos (se no corpo não sei, se fora do corpo não sei; Deus o sabe) foi arrebatado até o terceiro céu.Sim, conheço o tal homem (se no corpo, se fora do corpo, não sei: Deus o sabe), que foi arrebatado ao paraíso, e ouviu palavras inefáveis, as quais não é lícito ao homem referir.
Independentemente do que realmente tenha acontecido com esse personagem e levando em conta que essa declaração realmente foi feita, a verdade é que essas experiências "fora do corpo" ainda não tem uma explicação cem por cento satisfatória por parte da ciência.
O cérebro é um aparelho muito complexo e ainda há muito o que se descobrir.
Como a consciência também é formada por descargas elétricas, talvez (talvez) seja possível que essas descargas se desloquem para o "além - corpo", tal como ondas de TV, rádio, etc. Todavia isso não quer dizer que a consciência sobreviva com a parada do cérebro, caso o homem venha a falecer. É uma opinião minha, mas posso estar errado.
Existe também a tese dos efeitos provocados pela substância Ketamina como já dito acima.
Infelizmente não me lembro do site agora, mas já entrei em contato com uma pessoa que cobrava para induzir uma viagem astral.
Ele dava um determinado gás pouco tóxico para a pessoa e isso induzia a uma experiência similar, acompanhadas por "visões" (alucinações) como o autor do relato bíblico disse acima.
O "peyote" (um tipo de cogumelo que existe no méxico) também provoca sensação similar.
Um cliente meu relatou ter consumido esse cogumelo e disse que saiu do corpo e se dirigiu para o quintal da sua casa, onde estavam alguns homens de capuz e vestidos de preto em uma roda.
Disse ele, continuando o relato, que esses homens o convidaram para a "reunião" que estavam fazendo. Ele se sentou e disse ter conversado sobre coisas tão magníficas que nem existem palavras para descrever segundo o entendimento humano.
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Data da postagem: 31/01/2007, 16:14

Citação de: Alenônimo em 31 de Janeiro de 2007, 01:08:21
É lógico que é real, o que se passa na nossa consciência, mesmo que seja subjetivo e que seja experimentado unicamente pela pessoa que passou por isso é REAL, esse tipo de experiência transforma a vida de qualquer ser que passe por ela. Eu não quero dizer que isso seja algo sobrenatural, mas eu acho que a nossa vida e nossa consciência de mundo é formada exatamente pelas mesmas reações quimicas que talvez provoquem as EQM, eu acho que deveriam existir mais estudos na area para verificar quais são as implicações desses fenomenos, porque na minha opnião, o cerebro humano limita a natureza e isso não é só verificado em experiências de quase morte, mas em MUITOS outros fenonemos.
Te garanto que EQM não é real. EQM produz sensações que parecem bastante reais, mas são induzidas quimicamente pelo cérebro.
Dá uma caçada sobre a substância Ketamina, pois EQM é um dos efeitos colaterais dela.
É lógico que é real, o que se passa na nossa consciência, mesmo que seja subjetivo e que seja experimentado unicamente pela pessoa que passou por isso é REAL, esse tipo de experiência transforma a vida de qualquer ser que passe por ela. Eu não quero dizer que isso seja algo sobrenatural, mas eu acho que a nossa vida e nossa consciência de mundo é formada exatamente pelas mesmas reações quimicas que talvez provoquem as EQM, eu acho que deveriam existir mais estudos na area para verificar quais são as implicações desses fenomenos, porque na minha opnião, o cerebro humano limita a natureza e isso não é só verificado em experiências de quase morte, mas em MUITOS outros fenonemos.
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Data da postagem: 01/02/2007, 18:30
Citação de: Mauricio Rubio em 01 de Fevereiro de 2007, 21:30:14
Se EQM é uma disfunção temporária do cérebro, então é real no sentido em que é possível ocorrer. No entanto, essas alucinações não provam que exista algo além da morte.
Simples assim.
Sobre as limitações humanas para entender a realidade, o melhor meio de superá-las é usando a metodologia científica para analisar as alegações. Ela é isenta de subjetividade e permite que conheçamos mais do que podemos sentir.
Citação de: Alenônimo em 31 de Janeiro de 2007, 01:08:21Te garanto que EQM não é real. EQM produz sensações que parecem bastante reais, mas são induzidas quimicamente pelo cérebro.
Dá uma caçada sobre a substância Ketamina, pois EQM é um dos efeitos colaterais dela.
É lógico que é real, o que se passa na nossa consciência, mesmo que seja subjetivo e que seja experimentado unicamente pela pessoa que passou por isso é REAL, esse tipo de experiência transforma a vida de qualquer ser que passe por ela. Eu não quero dizer que isso seja algo sobrenatural, mas eu acho que a nossa vida e nossa consciência de mundo é formada exatamente pelas mesmas reações quimicas que talvez provoquem as EQM, eu acho que deveriam existir mais estudos na area para verificar quais são as implicações desses fenomenos, porque na minha opnião, o cerebro humano limita a natureza e isso não é só verificado em experiências de quase morte, mas em MUITOS outros fenonemos.
Se EQM é uma disfunção temporária do cérebro, então é real no sentido em que é possível ocorrer. No entanto, essas alucinações não provam que exista algo além da morte.
Simples assim.
Sobre as limitações humanas para entender a realidade, o melhor meio de superá-las é usando a metodologia científica para analisar as alegações. Ela é isenta de subjetividade e permite que conheçamos mais do que podemos sentir.
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Data da postagem: 01/02/2007, 20:31

Acho que preferiria dizer: "experiência de quase morte" não é real, somente distúrbios devido a Ketamina.
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Data da postagem: 02/02/2007, 00:54

Citação de: Alenônimo em 01 de Fevereiro de 2007, 23:31:17
Se EQM é uma disfunção temporária do cérebro, então é real no sentido em que é possível ocorrer. No entanto, essas alucinações não provam que exista algo além da morte.
Simples assim.
Sobre as limitações humanas para entender a realidade, o melhor meio de superá-las é usando a metodologia científica para analisar as alegações. Ela é isenta de subjetividade e permite que conheçamos mais do que podemos sentir.
Eu concordo que isso não prova a existencia de vida após a morte ou qualquer coisa relacionada, eu só acho que o universo e a nossa percepção em si SÃO subjetivos e nós não podemos simplismente jogar toda a subjetividade no lixo ao dizer que o universo é só objetivo e racional. Eu acho que a ciência é um dos caminhos corretos para conseguirmos entender a realidade, mas a ciência ainda está na sua infância, ainda é muitooooooooooooo limitada. Então eu acho que não deveriamos negar completamente nenhuma possibilidade, simplismente devemos permanecer céticos e duvidar enquanto nada é definitivo.
Citação de: Mauricio Rubio em 01 de Fevereiro de 2007, 21:30:14Citação de: Alenônimo em 31 de Janeiro de 2007, 01:08:21
Te garanto que EQM não é real. EQM produz sensações que parecem bastante reais, mas são induzidas quimicamente pelo cérebro.
Dá uma caçada sobre a substância Ketamina, pois EQM é um dos efeitos colaterais dela.
É lógico que é real, o que se passa na nossa consciência, mesmo que seja subjetivo e que seja experimentado unicamente pela pessoa que passou por isso é REAL, esse tipo de experiência transforma a vida de qualquer ser que passe por ela. Eu não quero dizer que isso seja algo sobrenatural, mas eu acho que a nossa vida e nossa consciência de mundo é formada exatamente pelas mesmas reações quimicas que talvez provoquem as EQM, eu acho que deveriam existir mais estudos na area para verificar quais são as implicações desses fenomenos, porque na minha opnião, o cerebro humano limita a natureza e isso não é só verificado em experiências de quase morte, mas em MUITOS outros fenonemos.
Se EQM é uma disfunção temporária do cérebro, então é real no sentido em que é possível ocorrer. No entanto, essas alucinações não provam que exista algo além da morte.
Simples assim.
Sobre as limitações humanas para entender a realidade, o melhor meio de superá-las é usando a metodologia científica para analisar as alegações. Ela é isenta de subjetividade e permite que conheçamos mais do que podemos sentir.
Eu concordo que isso não prova a existencia de vida após a morte ou qualquer coisa relacionada, eu só acho que o universo e a nossa percepção em si SÃO subjetivos e nós não podemos simplismente jogar toda a subjetividade no lixo ao dizer que o universo é só objetivo e racional. Eu acho que a ciência é um dos caminhos corretos para conseguirmos entender a realidade, mas a ciência ainda está na sua infância, ainda é muitooooooooooooo limitada. Então eu acho que não deveriamos negar completamente nenhuma possibilidade, simplismente devemos permanecer céticos e duvidar enquanto nada é definitivo.
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Data da postagem: 02/02/2007, 04:38