
Clube Veneno
Estados Unidos da América - Eleições 2024

Noticiaram que o Putinho anda querendo inteferir nas eleições dos EUA de novo:
Campanhas de difamação fazem parte das tentativas híbridas de Moscovo para interferir nas eleições dos EUA
https://pt.euronews.com/my-europe/2024/10/28/campanhas-de-difamacao-fazem-parte-das-tentativas-hibridas-de-moscovo-para-interferir-nas-
Campanhas de difamação fazem parte das tentativas híbridas de Moscovo para interferir nas eleições dos EUA
https://pt.euronews.com/my-europe/2024/10/28/campanhas-de-difamacao-fazem-parte-das-tentativas-hibridas-de-moscovo-para-interferir-nas-
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Data da postagem: 29/10/2024, 09:49

Eu postei isso em outro tópico e pode ter relevância nesse aqui, também sobre o que poderá ser Steve Bannon pra tumultuar a vida política nos EUA.
Steve Bannon, antigo conselheiro de Trump, foi libertado da prisão
29/10/2024 - 21:31
Steve Bannon deverá retomar esta terça-feira a programação do seu podcast, "War Room", para continuar, como tinha prometido, a apoiar o candidato republicano.
https://rr.sapo.pt/noticia/mundo/2024/10/29/steve-bannon-antigo-conselheiro-de-trump-foi-libertado-da-prisao/399463
Steve Bannon deixa prisão nos EUA após cumprir pena
Deutsche Welle
29/10/2024 - 21:31
https://istoe.com.br/steve-bannon-deixa-prisao-nos-eua-apos-cumprir-pena
"Steve"Guru" da extrema direita e antigo conselheiro de Donald Trump é libertado uma semana antes das eleições nos Estados Unidos, depois de passar quase quatro meses preso. Steve Bannon, uma das mais proeminente figuras da ultradireita no mundo e antigo conselheiro do ex-presidente americano Donald Trump, foi libertado da prisão na manhã desta terça-feira (29/10), depois de passar quase quatro meses atrás das grades.
"Não estou quebrado, estou fortalecido", disse ele em entrevista ao sair da cadeia em Danbury, no estado de Connecticut. Sua libertação, depois de cumprir pena, ocorre a uma semana das eleições presidenciais nos Estados Unidos, que podem reconduzir Trump à Casa Branca.
Bannon foi condenado por descumprir uma intimação para colaborar com as investigações no Congresso sobre o ataque de 6 de janeiro de 2021 ao Capitólio dos EUA por apoiadores de Trump. Quando entrou na prisão, em 1º de julho, ele disse, em tom desafiador, que estava "orgulhoso" de cumprir pena, "se isso for necessário para enfrentar Joe Biden".
Ele foi um conselheiro central na campanha presidencial que deu
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Data da postagem: 30/10/2024, 19:36

Biden chama apoiadores do Trump de lixo.
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Data da postagem: 30/10/2024, 20:33

Donald Trump sobre Biden ter chamado seus apoiadores de lixo.
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Data da postagem: 30/10/2024, 20:35

Resultado da eleição nos EUA: Trump vence Kamala Harris, volta à Casa Branca e promete ‘era dourada’
Com a vitória, republicano volta à Casa Branca após 4 anos com vitória esmagadora sobre a democrata Kamala Harris, com vitória em 4 dos 7 Estados-pêndulo e mais de 71 milhões de votos
Por Luiz Raatz
06/11/2024 | 07h31
Atualização: 06/11/2024 | 09h20
ENVIADO ESPECIAL A WASHINGTON — Donald Trump será o 47.º presidente dos Estados Unidos. O republicano volta a Casa Branca depois de ter conquistado ao menos 277 delegados no colégio eleitoral e uma ampla vitória no voto popular para derrotar a democrata Kamala Harris nas eleições de terça-feira, 5.
A projeção dos principais veículos americanos indica que o republicano vai voltar à Casa Branca após obter uma vantagem que não pode ser revertida no Estado de Wisconsin. Trump também já garantiu outros três Estados-pêndulo: Geórgia, Carolina do Norte e Pensilvânia, e lidera em Nevada, Arizona e Michigan.
Antes mesmo de obter os 270 delegados necessários, a vitória de Trump estava desenhada. Ao ganhar a Carolina do Norte, a Geórgia e a Pensilvânia, além dos Estados que usualmente votam nos republicanos, como Texas e Flórida, Trump aproveitou para discursar por aproximadamente 20 minutos em Palm Beach, na Flórida, na madrugada desta quarta-feira, 6.
Em seu discurso, Trump adotou um tom menos agressivo do que o da campanha, mais conciliador. “Vamos curar nosso país, que precisa muito de ajuda. Vamos consertar nossas fronteiras e muitas coisas que precisam ser consertadas”, afirmou Trump. “Está será verdadeiramente a era dourada para a América”, acrescentou o republicano.
Os principais aliados de Trump e sua família se juntaram ao republicano no palco em Palm Beach. A ex-primeira-dama Melania Trump ficou perto do marido e foi acompanhada por Barron, o filho mais novo do ex-presidente. Os filhos mais velhos de Trump, Don Jr., Eric, Ivanka e Tiffany, também se juntaram ao pai no palco.
Trump não mencionou a vice-presidente dos Estados Unidos, Kamala Harris, em seu discurso, mas sinalizou que quer união entre todos os americanos. “É hora de deixar para trás as divisões dos últimos quatro anos”, disse Trump. “É hora de nos unirmos.”
Durante o comício, Trump também disse que irá tornar os Estados Unidos um país seguro e próspero, sem a sua retórica agressiva que acompanhou seus comícios durante a campanha. “Alcançamos o acontecimento político mais incrível, a vitória política mais incrível, algo que o nosso país nunca viu antes”, afirmou Trump. O republicano apontou que os resultados eleitorais lhe dão um “grande sentimento de amor” e afirma que a nação lhe deu “um mandato poderoso”.
Desafios de Trump
O republicano, que sobreviveu a uma tentativa de assassinato em julho, vai governar um país dividido e com severos desafios internos relacionados à imigração, transição energética, acesso ao sistema de saúde e dependência química. Na política externa, Trump terá de lidar com as guerras na Ucrânia e no Oriente Médio e com a competição econômica e influência cada vez maior da China.
Desta vez, Trump se torna o homem mais velho a ocupar o cargo de presidente, aos 78 anos e 140 dias. Ele supera o antecessor e algoz nas eleições de 2020, Joe Biden. Também é o primeiro desde Groover Cleeveland, em 1893, a voltar à Casa Branca após perder a reeleição e ser eleito depois de uma condenação criminal em primeira instância.
A volta de Trump é uma resposta do eleitor americano a quatro anos de um governo democrata marcado pela alta da inflação, que elevou o custo de vida dos americanos e reaproximou os eleitores do Partido Republicano. Também é um sinal claro de que os eleitores americanos estão mais preocupados com a questão da imigração, tida como fora de controle, do que com outros temas. As acusações criminais contra o ex-presidente, que responde a processos de conspiração contra os EUA, retenção de informações de defesa nacional e suborno, não foram suficientes para minar sua popularidade.
Com uma vitória também no voto popular, com mais de 71 milhões de eleitores, a volta de Trump é um sinal claro de que o eleitor americano apoia a ideia de deportação em massa de imigrantes ilegais, fim da globalização e um basta ao identitarismo que tomou conta da esquerda e dos progressistas americanos.
A campanha do republicano foi marcada por uma retórica mais agressiva contra imigrantes e a memória de bonança econômica de seu primeiro mandato. Trump retomou o movimento Make America Great Again (“Faça a América Grande de Novo”, traduzido em português), que se popularizou na eleição de 2016. Ele promete deportar 11 milhões de imigrantes ilegais e adotar protecionismo econômico contra rivais americanos, em especial a China. “Eles (os imigrantes) estão envenenando o sangue de nosso país”, afirmou em diversos comícios.
O republicano também falou abertamente sobre usar o Departamento de Justiça para perseguir rivais, tanto do Partido Republicano quanto do Partido Democrata. Entre eles, estariam a deputada Liz Cheney, Joe Biden e a rival, Kamala Harris. Trump também fez alusão à censura contra a imprensa americana e espalhou durante a campanha mentiras contra imigrantes, como a afirmação de que estariam comendo animais domésticos na cidade de Springfield, em Ohio – o que desencadeou ameaças e aumento da violência na região. Ele também prometeu perdão e liberdade aos responsáveis pelo ataque ao Capitólio em 6 de janeiro de 2021.
Sobrevivente
Em julho, Trump sofreu uma tentativa de assassinato durante um comício em Butler, na Pensilvânia, em um dos episódios mais marcantes da campanha. Um atirador identificado como Thomas Matthew Cook atirou contra ele de um prédio próximo ao comício e o atingiu de raspão na orelha. Trump saiu do comício com o punho erguido e o rosto ensanguentado. “Lutem! Lutem!”, gritou para a multidão. Dois meses depois, em setembro, a polícia da Flórida impediu um segundo atentado próximo a um campo de golfe.
O atentado na Pensilvânia aconteceu quando o rival do republicano na eleição ainda era o presidente Biden. Trump aparecia à frente na maioria das pesquisas nacionais e nos Estados decisivos. Na semana seguinte, o democrata desistiu da candidatura e Kamala Harris assumiu a chapa. As pesquisas mostraram resultados mais equilibrados.
Mas o grande trunfo do republicano para ganhar a eleição foi focar na perda do poder de compra dos salários, na questão migratória e na situação econômica sob o seu governo, sobretudo antes da pandemia. A inflação esteve baixa durante o período, em contraste com a alta durante o governo Biden.
Trump voltará à Casa Branca após vencer a democrata Kamala Harris Foto: Jamie Kelter Davis/NYT
Primeiro governo
No seu primeiro mandato, Trump revogou medidas do governo Obama, muitas referentes ao meio-ambiente, e retirou os EUA de acordos internacionais importantes, como os Acordos de Paris e o Acordo Nuclear do Irã. Dizia que eram injustos para os americanos. Além disso, proibiu a entrada de pessoas de países muçulmanos, incentivou o medo de imigrantes e criticou líderes de nações historicamente aliadas, como Angela Merkel da Alemanha e Emmanuel Macron da França. Em contrapartida, estreitou laços com autocratas, como Vladimir Putin da Rússia e Kim Jong-un, da Coreia do Norte.
Trump também foi leniente com casos de crimes de ódio. Em 2017, disse que havia “pessoas muito boas dos dois lados” após uma manifestação neonazista em Charlottesville, na Virgínia. Dados pelo FBI mostram houve um aumento de 28% nesse tipo de crime durante o seu mandato. Quando perguntado se iria condenar o grupo neonazista Proud Boys, disse apenas para os críticos recuarem e aguardarem – em inglês, ‘stand back and stand by’.
O presidente também ganhou destaque por nomear muitos juízes no nível federal dos Estados Unidos, incluindo três juízes para a Suprema Corte (Neil Gorsuch, Brett Kavanaugh e Amy Coney Barrett). As três nomeações tiveram críticas: Gorsuch assumiu uma vaga segurada pelos republicanos desde antes das eleições, o que impediu Obama de nomear Merry Garland; Kavanaugh foi acusado de abuso sexual, mas foi aprovado na sabatina do Senado; e Amy Barrett teve a nomeação adianta para antes das eleições de 2020.
Em 2022, a presença dos três juízes na Suprema Corte possibilitou a revogação da decisão Roe vs Wade, que protegia o direito ao aborto nos EUA.
Trump também foi o presidente à frente dos EUA durante a pandemia de covid-19. Contrário à ciência, foi contra máscaras, testes, lockdown e a favor do uso da cloroquina. Ele também chegou a sugerir injeção de desinfetante nos infectados.
Com as críticas pela atuação na crise e um cenário drástico nos EUA, que liderava no número de casos e mortes, muitos que votaram em Trump em 2016 mudaram o voto para Joe Biden em 2020. A apuração durou uma semana e consagrou o democrata vencedor.
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Data da postagem: 06/11/2024, 11:51

Bill Ackman
@BillAckman
(Tradução Google)
Metade do país acreditou que @X está cheio de desinformação e informações falsas, e que eles só poderiam, portanto, confiar no The NY Times, MSNBC, CNN e outras grandes mídias para suas notícias. E eles confiaram.
No entanto, se você esteve ativo no @X durante o último ano, você soube da verdade dias, semanas e muitas vezes meses antes dos fatos aparecerem na grande mídia.
A MSM extraiu, cortou e cortou para difamar @realDonaldTrump enquanto afirmava que @JoeBiden estava em forma como um violino. Então, quando as pesquisas de Biden entraram em colapso, @KamalaHarris foi ungida candidata e sua hagiografia foi escrita com aclamação brilhante da imprensa. Mas isso não pôde se sustentar, pois ela se esquivou da mídia e se agarrou ao teleprompter.
Jornalistas cidadãos com suas câmeras de celular na mão capturaram a verdadeira Kamala, forçando-a a defender seu histórico e seus planos em mais aparições na mídia. Não foi bem e o público exigiu saber mais, então @KamalaHarris teve que arriscar mais mídia sem roteiro.
O ciclo da desgraça estava em andamento com talvez 60 Minutes como um dos exemplos mais dramáticos, mesmo depois que a CBS tentou salvá-la, mais flagrantemente ao extrair uma resposta para substituir uma resposta de salada de palavras por outra. Mas os jornalistas cidadãos no @X rapidamente pegaram e denunciaram essa fraude e exigiram uma transcrição.
À medida que muitos que apoiavam Kamala começaram a perceber que haviam sido enganados, eles se abriram para Trump como uma alternativa, mas não quiseram depender da mídia para entendê-lo porque não queriam ser enganados novamente.
Eles queriam ouvir o candidato em suas próprias palavras e foi aí que os podcasts longos @lexfridman e @joeroganhq vieram para o resgate. Quando Kamala recebeu as mesmas oportunidades de se explicar, ela as rejeitou. E o público votante só conseguiu tirar uma inferência negativa.
Quando a história desta eleição for escrita, espero que seja tanto sobre como metade da América acordou para a realidade de que foi manipulada pela mídia. Isso deve levar a um abandono por muitos dos MSM como sua principal fonte de informação. Isso levará mais pessoas a @X, a podcasts e outras fontes empíricas, e levará a um público mais informado.
O outro resultado que espero que aconteça é a implosão do Partido Democrata. O Partido mentiu para o povo americano sobre a saúde cognitiva e a aptidão do presidente. Ele impediu, ameaçou, litigou e de outra forma eliminou a capacidade de outros candidatos para as primárias de competir, entrar nas cédulas e até mesmo participar de um debate. O Partido e a administração usaram a guerra jurídica em uma tentativa de prender, levar à falência ou de outra forma matar Trump como candidato. Esses atos são coletivamente ameaças graves à nossa democracia. Com a maior ironia para esconder esses atos, o Partido acusou o candidato da oposição de ser a grave ameaça à democracia.
O Partido Democrata provou ser fundamentalmente antidemocrático. Ele precisa de uma reinicialização completa. A liderança deve ser expulsa e os responsáveis devem se desculpar com o povo americano.
O honesto Abe disse melhor:
Você pode enganar algumas pessoas o tempo todo, e todas as pessoas parte do tempo, mas não pode enganar todas as pessoas o tempo todo.

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Data da postagem: 06/11/2024, 11:56

Farzad
@farzyness
(Tradução Google)
Para todos os democratas que estão assistindo a isso e não conseguem entender como o público está votando em uma pessoa tão má:
Acredite em um ex-democrata: a mídia fez propaganda de você.
Eles mentiram para você.
Eles não querem te contar a verdade.
Eles só querem fazer de você um apoiador fervoroso dos democratas, não importa quão terrível o candidato seja, para que possam controlá-lo.
Eles querem sua atenção. É isso. Eles não querem fazer você mais inteligente ou mais informado.
Eles querem controlar você.
Hoje é uma chance de se libertarem de suas correntes.
Comece reconhecendo que não é sua culpa. O controle deles é muito forte. Eles fazem isso há décadas. É um sistema corrupto.
Não deixe que outras pessoas pensem por você.
Não terceirize sua inteligência.
Não deixe que outros controlem sua mente.
É seu.
Não tenha medo de confiar em seu instinto. Não tenha medo de questionar tudo. Não tenha medo de falar.
Somos todos americanos. Nós nos amamos. Estamos construindo este país juntos.
Mas não podemos fazer isso de forma eficaz se deixarmos que outros pensem em nosso nome.
Não apoie um partido só porque outros lhe disseram para fazer isso.
Não odeie uma pessoa só porque outros lhe disseram para fazer isso.
Só você pode decidir, por seu próprio mérito.
Ninguém mais.


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Data da postagem: 06/11/2024, 12:01

Esses articulistas trumpistas são umas graças. Mídia trumpista (alguns de seus elementos fazem parte da grande mídia americana, diga-se de passagem) reclamando de parcialidade, mentira e propagandismo da mídia amiga do Partido Democrata é tão risível e hipócrita quando frequentador de bordel reclamar de promiscuidade de outras pessoas. Ou Putin reclamar do ditatorialismo de outros presidentes.
Por falar em Putin, não é somente a Fox News que está em festa, mas o Kremlin inteiro. O maior idiota útil de Putin do Ocidente foi eleito presidente americano mais uma vez.
Por falar em Putin, não é somente a Fox News que está em festa, mas o Kremlin inteiro. O maior idiota útil de Putin do Ocidente foi eleito presidente americano mais uma vez.
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Data da postagem: 06/11/2024, 14:23

Outra coisa risível é ver brasileiro comemorando a chegada de Trump à presidência. O Putinald Trump anunciou que vai fechar a economia americana às importações, o que é péssimo para o Brasil, um exportador de commodities. Brasileiro comemorando a chegada de Trump é análogo ao pescoço comemorando a chegada da forca.
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Data da postagem: 06/11/2024, 14:57
