
Clube Veneno
[Exercício Filosófico] Conhecimento requer crença?

No âmbito da religião, a loucura é vista como sinal de santidade.
Se uma pessoa cai no chão tendo convulsões, babando e dizendo coisas sem nexo, é levada para o hospital.
Se ela fizer isto numa igreja ou terreiro de macumba, dirão que está recebendo o Espírito Santo ou uma entidade.
Se ela desanda a fazer ruídos sem sentido, será internada num hospício.
Se for numa igreja, dirão que está "falando em línguas".
Se uma pessoa cai no chão tendo convulsões, babando e dizendo coisas sem nexo, é levada para o hospital.
Se ela fizer isto numa igreja ou terreiro de macumba, dirão que está recebendo o Espírito Santo ou uma entidade.
Se ela desanda a fazer ruídos sem sentido, será internada num hospício.
Se for numa igreja, dirão que está "falando em línguas".
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Data da postagem: 12/08/2020, 09:55

GigaviewJ
Não, meu caro; a física clássica na sua simplicidade objetiva tem todos os seus problemas satisfatoriamente resolvidos, mas a relativista pode sempre através de suporte teórico ampliar conhecimentos sem limites predefinidos.
A simplicidade da física clássica é objetiva porque resolve a maioria dos problemas com valor prático e que obviamente são de escopo limitado e, apesar de toda a certeza funcional, não decreta verdades absolutas. Ainda assim, por exemplo, a física newtoniana é capaz de calcular com exatidão a precessão do periélio de Mercúrio. O que mudou foi a explicação em 1915 por Einstein usando os conceitos da teoria da relatividade.
Da mesma forma nenhum religioso sensato ousaria dizer que tudo sabe sobre Deus ou sobre as dimensões extracorpóreas que possa vir a encontrar após a morte.
Podem até dizer que conhecem Deus porque estiveram frente a frente com ele sem ter a sensatez questionada. Um ateu, por outro lado, veria isso como sinal de loucura.
Seria um ateu bem limitado. É recorrer ao reducionismo afirmar que se um crente diz ter estado frente a frente com Deus, tudo fica por isso mesmo entre os crentes. De modo algum. O ateu parece não se dar conta de que existem crentes, e crentes.
O discernimento e a razão não se perdem apenas porque se crê em um Deus. Este ponto de vista dos céticos demonstra grande limitação para julgar os meandros da inteligência.
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Data da postagem: 12/08/2020, 12:46

O ateu parece não se dar conta de que existem crentes, e crentes.
Bobagem. Isso, além da "falácia do escocês de verdade", é autoengano, normalmente por se acharem mais inteligentes, de "mente aberta", mais informados ou diferentes por qualquer outro motivo. Crente é crente; tanto faz se são eruditos, questionadores, ignorantes ou seja lá o que for. E não há nada de pejorativo nisso.
O discernimento e a razão não se perdem apenas porque se crê em um Deus.
Lógico que não. Os crentes conseguem pensar e viver com discernimento e razão mas não deixam de acreditar nas besteiras impostas pela fé. Mesmo aqueles que se consideram "diferentes" acreditam intimamente em algum tipo de bobagem que pode ser inconfessável. Aquele que toma água fluidificada por fantasmas também toma o antibiótico prescrito pelo médico.
Este ponto de vista dos céticos demonstra grande limitação para julgar os meandros da inteligência.
E desde quando um crente é a pessoa mais avalizada para julgar os meandros da inteligência, tendo em vista as falhas impostas pela fé em seu pensamento crítico?
Mentes contaminadas produzem juízos contaminados. Isso pode acontecer também com os céticos, mas com os crentes essa contaminação é mais do que evidente.
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Data da postagem: 12/08/2020, 13:31

JungFO discernimento e a razão não se perdem apenas porque se crê em um Deus. Este ponto de vista dos céticos demonstra grande limitação para julgar os meandros da inteligência.
A religião foi enfiada na minha cabeça desde que fui capaz de entender o que me diziam.
E lá ficou, enraizada, resistindo a todas as tentativas de questionamento racional.
Hoje eu me envergonho por ter aceitado, sem discutir, coisas obviamente absurdas.
Minha razão funcionava para outros assuntos, mas eu nem pensava em questionar minha fé. Havia um bloqueio, um tabu.
Um crente pode até ser muito inteligente e argumentar com perfeita lógica quando discute com outro crente.
O problema é que os dois aceitam, como premissa, que seu livro "sagrado" é uma verdade absoluta, o que torna sua argumentação inválida quando discutem com um descrente ou seguidor de outro livro "sagrado".
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Data da postagem: 13/08/2020, 10:10

JungFO ateu parece não se dar conta de que existem crentes, e crentes.
Gigaview Bobagem. Isso, além da "falácia do escocês de verdade", é autoengano, normalmente por se acharem mais inteligentes, de "mente aberta", mais informados ou diferentes por qualquer outro motivo. Crente é crente; tanto faz se são eruditos, questionadores, ignorantes ou seja lá o que for. E não há nada de pejorativo nisso.Crente é Crente... e fim de conversa! É isso mesmo? Pobreza.O discernimento e a razão não se perdem apenas porque se crê em um Deus.
Lógico que não. Os crentes conseguem pensar e viver com discernimento e razão mas não deixam de acreditar nas besteiras impostas pela fé. Mesmo aqueles que se consideram "diferentes" acreditam intimamente em algum tipo de bobagem que pode ser inconfessável. Aquele que toma água fluidificada por fantasmas também toma o antibiótico prescrito pelo médico.Este ponto de vista dos céticos demonstra grande limitação para julgar os meandros da inteligência.
Mentes contaminadas produzem juízos contaminados. Isso pode acontecer também com os céticos, mas com os crentes essa contaminação é mais do que evidente.
pode ser menos evidente no cético mas é igualmente prejudicial ao pensamento, como se vê no seus argumentos
Expressões e modo de pensar, como no texto acima demonstram um tipo de atitude que reforça a suspeita de excitação nervosa ante o tema.
Quer prova?
E desde quando um crente é a pessoa mais avalizada para julgar os meandros da inteligência, tendo em vista as falhas impostas pela fé em seu pensamento crítico?
Onde está a afirmativa de que o crente está melhor qualificado para julgar isso ou aquilo? Falhas no pensamento crítico... por ser crente?
Diante de suas próprias palavras percebe-se desvio por insuficiência de argumento. Ainda, baseado em sua afirmativa de que nesta ou naquela circunstância o pensamento crente é loucura, conclui-se por notória e grave excitabilidade emocional no debate.
Há um viés notável que destaco:
Quando o tópico tem alguma relação com o assunto, o crente sempre traz algo novo a ser debatido, ou criticado, não importa.
Já o cético bate sempre na mesma tecla, com as expressões, crentoide, misticoide, baboseira, auto-engano, além do cansativo "e cadê provas?"
A razão é óbvia: se crença não se discute vamos desancar o crente. :D :D :D
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Data da postagem: 13/08/2020, 14:43

Fernando SilvaNota-se, meu caro, que você não conhece o intramuros do Espiritismo. Os debates são, muitas vezes ríspidos e nada edificantes.JungF O discernimento e a razão não se perdem apenas porque se crê em um Deus. Este ponto de vista dos céticos demonstra grande limitação para julgar os meandros da inteligência.
A religião foi enfiada na minha cabeça desde que fui capaz de entender o que me diziam.
E lá ficou, enraizada, resistindo a todas as tentativas de questionamento racional.
Hoje eu me envergonho por ter aceitado, sem discutir, coisas obviamente absurdas.
Minha razão funcionava para outros assuntos, mas eu nem pensava em questionar minha fé. Havia um bloqueio, um tabu.
Um crente pode até ser muito inteligente e argumentar com perfeita lógica quando discute com outro crente.
O problema é que os dois aceitam, como premissa, que seu livro "sagrado" é uma verdade absoluta, o que torna sua argumentação inválida quando discutem com um descrente ou seguidor de outro livro "sagrado".
A razão é exatamente pela complexidade dos assuntos, quase sempre de natureza filosófica; as palavras usadas num contexto cultural do século XIX suscitam dúvidas pela imprecisão, se comparadas com as de nossos dias.
Um notável astrofísico espírita, português, criticou certa balbúrdia no movimento espírita do Brasil.
A razão é que os textos que se referem à ciência, notadamente a vida em outros planetas, são a um tempo negados, por uns, e atestados por outros.
Logicamente não existe vida física, inteligente, em nosso sistema e no entanto algumas entidades insistem no assunto. E tome discussões sem fim.
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Data da postagem: 13/08/2020, 15:06

Sr. JungFLogicamente não existe vida física, inteligente, em nosso sistema e no entanto algumas entidades insistem no assunto. E tome discussões sem fim.E no entanto aquelas mensagens em contexto têm sentido claro: vida FÍSICA, ENCARNADOS nos respectivos orbes: Júpiter; Saturno; Juno; Marte; Vênus — que me vêm à mente agora...
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Data da postagem: 13/08/2020, 16:10

JungFJungFO ateu parece não se dar conta de que existem crentes, e crentes.Gigaview Bobagem. Isso, além da "falácia do escocês de verdade", é autoengano, normalmente por se acharem mais inteligentes, de "mente aberta", mais informados ou diferentes por qualquer outro motivo. Crente é crente; tanto faz se são eruditos, questionadores, ignorantes ou seja lá o que for. E não há nada de pejorativo nisso.Crente é Crente... e fim de conversa! É isso mesmo? Pobreza.O discernimento e a razão não se perdem apenas porque se crê em um Deus.
Lógico que não. Os crentes conseguem pensar e viver com discernimento e razão mas não deixam de acreditar nas besteiras impostas pela fé. Mesmo aqueles que se consideram "diferentes" acreditam intimamente em algum tipo de bobagem que pode ser inconfessável. Aquele que toma água fluidificada por fantasmas também toma o antibiótico prescrito pelo médico.Este ponto de vista dos céticos demonstra grande limitação para julgar os meandros da inteligência.
Mentes contaminadas produzem juízos contaminados. Isso pode acontecer também com os céticos, mas com os crentes essa contaminação é mais do que evidente.
pode ser menos evidente no cético mas é igualmente prejudicial ao pensamento, como se vê no seus argumentos
Expressões e modo de pensar, como no texto acima demonstram um tipo de atitude que reforça a suspeita de excitação nervosa ante o tema.
Quer prova?
E desde quando um crente é a pessoa mais avalizada para julgar os meandros da inteligência, tendo em vista as falhas impostas pela fé em seu pensamento crítico?
Então, por que alguém que acredita em bobagens estaria avalizado para julgar os meandros da inteligência? Se crente não pode discutir a doutrina e já tem as respostas, qual é o papel a ser desempenhado no julgamento?
Os espíritas "diferentes", aqueles mais inteligentes e de mente aberta, por exemplo, vivem caindo nas armadilhas da trambicagem e eventualmente batem o pé negando refutações óbvias que só exigem bom senso.
Ainda, baseado em sua afirmativa de que nesta ou naquela circunstância o pensamento crente é loucura, conclui-se por notória e grave excitabilidade emocional no debate.
Fora do âmbito da religiosidade, acreditar que um homem é capaz de multiplicar pães e peixes em segundos para alimentar uma multidão parece loucura.
Há um viés notável que destaco:
Quando o tópico tem alguma relação com o assunto, o crente sempre traz algo novo a ser debatido, ou criticado, não importa.
Já o cético bate sempre na mesma tecla, com as expressões, crentoide, misticoide, baboseira, auto-engano, além do cansativo "e cadê provas?"
Pois é, você não está num fórum qualquer. Aqui, no CLUBE CETICISMO, todos os crentóides, misticóides, as baboseiras, os auto-enganos, etc serão apontados, questionados e as provas serão exigidas.
A razão é óbvia: se crença não se discute vamos desancar o crente. :D :D :D
Se alguém aparece num fórum por livre e espontânea vontade para discutir uma crença, deve ficar preparado para argumentar e contra argumentar e eventualmente ser refutado ou refutar. O problema é que muitos entram nos debates sem argumentação robusta, sem provas ou evidências para fundamentar a excepcionalidade de suas afirmações e são incapazes de refletir e reconsiderar pontos de vista, provando que os meandro da inteligência não combinam com esse tipo de postura.
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Data da postagem: 13/08/2020, 18:32

JungFFernando SilvaJungF O discernimento e a razão não se perdem apenas porque se crê em um Deus. Este ponto de vista dos céticos demonstra grande limitação para julgar os meandros da inteligência.
A religião foi enfiada na minha cabeça desde que fui capaz de entender o que me diziam.
E lá ficou, enraizada, resistindo a todas as tentativas de questionamento racional.
Hoje eu me envergonho por ter aceitado, sem discutir, coisas obviamente absurdas.
Minha razão funcionava para outros assuntos, mas eu nem pensava em questionar minha fé. Havia um bloqueio, um tabu.
Um crente pode até ser muito inteligente e argumentar com perfeita lógica quando discute com outro crente.
O problema é que os dois aceitam, como premissa, que seu livro "sagrado" é uma verdade absoluta, o que torna sua argumentação inválida quando discutem com um descrente ou seguidor de outro livro "sagrado".
Nota-se, meu caro, que você não conhece o intramuros do Espiritismo.
:shock:
Os debates são, muitas vezes ríspidos e nada edificantes.
A razão é exatamente pela complexidade dos assuntos, quase sempre de natureza filosófica; as palavras usadas num contexto cultural do século XIX suscitam dúvidas pela imprecisão, se comparadas com as de nossos dias.
A conclusão desses debates sempre resulta em mais do mesmo, não levam a nada. Perdem tempo com questões de natureza filosófica mas são incapazes de provar que os espíritos existem, e pior, pressupõem sem provas que eles existem.
Um notável astrofísico espírita, português,...
Sei... :dance:
....criticou certa balbúrdia no movimento espírita do Brasil. A razão é que os textos que se referem à ciência, notadamente a vida em outros planetas, são a um tempo negados, por uns, e atestados por outros.
Logicamente não existe vida física, inteligente, em nosso sistema e no entanto algumas entidades insistem no assunto. E tome discussões sem fim.
E os espíritos? Existem?
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Data da postagem: 13/08/2020, 18:51

Gigaview E os espíritos? existem?
Claro que sim! Se eu dissesse a você que os sinto ao meu lado isso não iria provar nada, para você, mas para mim é o suficiente. E então vc diria:... não falei?!! Wishful thinking.
Agora, preste a atenção no que vou dizer, para que vc não repita este argumento, tipo,vou provocar este cara porque assim tenho em que ocupar meu tempo e exibo meus dons céticos para a plateia... que afinal já deve estar cansada de ouvir sempre as mesmas coisas, de vc.
Entrei no antigo fórum pesquisando algumas coisas e me cadastrei. Nada a ver com ceticismo ou crença.
Mas as regras do fórum não impedem a mim, como crente, que, se o assunto estiver relacionado à crença ou filosofias, eu, (como crente), não deva participar. Certo?
É por essa razão que eu disse, na mensagem anterior, "quando o assunto tiver relação..."
Eu não vou, em tópicos que nada tem a ver, dar opiniões baseadas em espiritismo... já observou isso?
Este mesmo, aqui, se intitula "CONHECIMENTO REQUER CRENÇA?"
Você não se sente deslocado? Se não tem crença e é avesso ao tema, o que está fazendo no tópico? Ah, sei... moderador. Só que não é moderado, né? Palavras grosseiras, pensamento retrógrado... porque é cético?
Então, por que os demais não agem como você?
E isto não é ad hominem porque vc disse que EU sou estranho às finalidades do fórum ... isto é pessoal.
Aliás, essa conversa desagradável que estamos tendo se deve a você, que sempre que posto qualquer coisa tem que repostar com observações provocativas.
Podemos e devemos continuar como tem sido sempre, mas por favor, deixe de lado o mimimi de que isto aqui é um fórum de ceticismo!
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Data da postagem: 14/08/2020, 07:03