
Clube Veneno
[Exercício Filosófico] Conhecimento requer crença?

JungFFernando SilvaNota-se, meu caro, que você não conhece o intramuros do Espiritismo. Os debates são, muitas vezes ríspidos e nada edificantes.
Um crente pode até ser muito inteligente e argumentar com perfeita lógica quando discute com outro crente.
O problema é que os dois aceitam, como premissa, que seu livro "sagrado" é uma verdade absoluta, o que torna sua argumentação inválida quando discutem com um descrente ou seguidor de outro livro "sagrado".
A razão é exatamente pela complexidade dos assuntos, quase sempre de natureza filosófica; as palavras usadas num contexto cultural do século XIX suscitam dúvidas pela imprecisão, se comparadas com as de nossos dias.
Se o crente não prova as premissas nas quais se baseia sua crendice, debatê-la a sério não faz sentido.
Não adianta falar em "complexidade dos assuntos" para dar impressão de seriedade se estão baseados em suposições sem prova.
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Data da postagem: 14/08/2020, 07:05

JungFGigaview E os espíritos? existem?
Você não se sente deslocado? Se não tem crença e é avesso ao tema, o que está fazendo no tópico? Ah, sei... moderador. Só que não é moderado, né? Palavras grosseiras, pensamento retrógrado... porque é cético?
Então, por que os demais não agem como você?
Já deixei diversas vezes claro que o foco das discussões são sempre idéias, nunca foristas. Você mesmo recebeu algumas advertências informais para não me colocar como forista no centro de algumas discussões. Você até reconheceu e pediu desculpas. Lembra?
Se você acha que as palavras foram grosseiras, ou se sentiu diretamente ofendido, ainda cabe o recurso de me denunciar à administração do fórum. Em relação ao que você considera pensamento cético retrógrado, caberia a você contra argumentar no desenvolvimento da discussão.
E isto não é ad hominem porque vc disse que EU sou estranho às finalidades do fórum ... isto é pessoal.
Não disse isso. Disse que num clube de ceticismo os crentes deveriam estar preparados para serem contrariados e cobrados em relação à provas e evidências sobre suas afirmações.
Você e todos os crentes são muito bem-vindos aqui e devem se sentir a vontade para expor seus pontos de vista.
Aliás, essa conversa desagradável que estamos tendo se deve a você, que sempre que posto qualquer coisa tem que repostar com observações provocativas.
Sempre mostro interesse em discutir o assunto. Se você se sente perseguido, faça uma denúncia à administração do fórum.
Podemos e devemos continuar como tem sido sempre, mas por favor, deixe de lado o mimimi de que isto aqui é um fórum de ceticismo!
Não é mimimi. Este é um fórum de ceticismo, é fato.
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Data da postagem: 14/08/2020, 11:32

Puxa! Não é que ele respondeu com clareza e sem nenhuma expressão ofensiva.
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Data da postagem: 14/08/2020, 13:22

Fernando SilvaMe referia a questões filosóficas, que na verdade é a base da DE. Os fenômenos são secundários. Só os céticos se importam com isso, fazendo vista grossa à riqueza de informações e possibilidades que a DE oferece.
Não adianta falar em "complexidade dos assuntos" para dar impressão de seriedade se estão baseados em suposições sem prova.
Como as pessoas, de um modo geral, sempre têm algo a contar, ou alguma experiência direta ou indireta com estes fenômenos, se empolgam com seu conteúdo esclarecedor e confortador. A comprovação para elas torna-se, pela pp experiência, algo secundário.
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Data da postagem: 14/08/2020, 13:32

JungFFernando SilvaMe referia a questões filosóficas, que na verdade é a base da DE. Os fenômenos são secundários. Só os céticos se importam com isso, fazendo vista grossa à riqueza de informações e possibilidades que a DE oferece.
Não adianta falar em "complexidade dos assuntos" para dar impressão de seriedade se estão baseados em suposições sem prova.
Como as pessoas, de um modo geral, sempre têm algo a contar, ou alguma experiência direta ou indireta com estes fenômenos, se empolgam com seu conteúdo esclarecedor e confortador. A comprovação para elas torna-se, pela pp experiência, algo secundário.
Isto não faz sentido.
Um bando de gente discutindo ficções a sério e se lixando para os fatos?
Como poderíamos levar isto a sério?
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Data da postagem: 14/08/2020, 18:13

Fernando SilvaJungFFernando SilvaMe referia a questões filosóficas, que na verdade é a base da DE. Os fenômenos são secundários. Só os céticos se importam com isso, fazendo vista grossa à riqueza de informações e possibilidades que a DE oferece.
Não adianta falar em "complexidade dos assuntos" para dar impressão de seriedade se estão baseados em suposições sem prova.
Como as pessoas, de um modo geral, sempre têm algo a contar, ou alguma experiência direta ou indireta com estes fenômenos, se empolgam com seu conteúdo esclarecedor e confortador. A comprovação para elas torna-se, pela pp experiência, algo secundário.
Isto não faz sentido.
Um bando de gente discutindo ficções a sério e se lixando para os fatos?
Como poderíamos levar isto a sério?
O engraçado é que os fenômenos só se tornaram secundários depois de vexame atrás de vexame e todo tipo de picaretagem mediúnica. Parece que os espíritos que já tinham aversão acentuada à luminosidade se convenceram que é melhor nem aparecer para se exibirem. :lol:
Com o passar do tempo ficou cada vez mais difícil enganar equipamento eletrônico usado na investigação de fraudes e sobretudo os mágicos que conhecem todos os truques.
No entanto os fenômenos continuam acontecendo hui clos, com hora marcada em diversas sessões durante o dia como num teatro com público seleto para não influenciar negativamente as performances circenses.
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Data da postagem: 14/08/2020, 20:07

GigaviesCom o passar do tempo ficou cada vez mais difícil enganar equipamento eletrônico usado na investigação de fraudes e sobretudo os mágicos que conhecem todos os truques.
Não se esqueça que os fraudadores em geral estão um passo à frente dos demais; ou seja, a tecnologia para produzir a fraude sempre será superior.kkkkkk
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Data da postagem: 15/08/2020, 20:27

Fernando SilvaIsto não faz sentido.
Um bando de gente discutindo ficções a sério e se lixando para os fatos?
Como poderíamos levar isto a sério?
Você não leu com atenção: discussões filosóficas.
Aborto, Guerras, Leis de progresso da humanidade, pluralidade dos mundos habitados, a origem do bem e do mal... ou seja, são temas atualíssimos.
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Data da postagem: 15/08/2020, 20:36

JungFFernando SilvaIsto não faz sentido.
Um bando de gente discutindo ficções a sério e se lixando para os fatos?
Como poderíamos levar isto a sério?
Você não leu com atenção: discussões filosóficas.
Aborto, Guerras, Leis de progresso da humanidade, pluralidade dos mundos habitados, a origem do bem e do mal... ou seja, são temas atualíssimos.
E como essa gente espera encontrar soluções se parte de premissas não provadas?
Até que ponto é eficiente tentar resolver o problema das secas e das enchentes se acreditamos que são os duendes que provocam a chuva?
Ou que a homossexualidade provoca os terremotos?
Ou que a mulher dá à luz com dor por causa do tal de "pecado original" ?
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Data da postagem: 16/08/2020, 08:36

Fernando SilvaJungFFernando SilvaIsto não faz sentido.
Um bando de gente discutindo ficções a sério e se lixando para os fatos?
Como poderíamos levar isto a sério?
Você não leu com atenção: discussões filosóficas.
Aborto, Guerras, Leis de progresso da humanidade, pluralidade dos mundos habitados, a origem do bem e do mal... ou seja, são temas atualíssimos.
E como essa gente espera encontrar soluções se parte de premissas não provadas?
Até que ponto é eficiente tentar resolver o problema das secas e das enchentes se acreditamos que são os duendes que provocam a chuva?
Ou que a homossexualidade provoca os terremotos?
Ou que a mulher dá à luz com dor por causa do tal de "pecado original" ?
A pluralidade dos assuntos "filosóficos" em discussão é diretamente proporcional ao grau de fanatismo e de necessidade de convívio social. Quanto mais fanáticos, mais se discute sobre assuntos gerais que estão na periferia dos dogmas. É assim que funciona em todo lugar, em toda religião ou seita onde existem crentes reunidos, portanto não é exclusividade do espiritismo. Trata-se de um fenômeno de natureza sócio-psicológica de auto-engano coletivo.
O interessante é que isso funciona como um processo de reforço das convicções religiosas porque estimula a auto-estima e mantém a mente ocupada para não usar o pouco que sobra do raciocínio crítico para questionar pontos delicados que poderiam colocar os dogmas em discussão. Quando isso acontece, geralmente o membro do grupo é desestimulado a participar ou decide voluntariamente abandonar o grupo.
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Data da postagem: 16/08/2020, 11:21