
Clube Veneno
Feminismo e ideologia de gênero
Autor: Tutu | Categoria: História, Sociedade, Comportamento e Filosofia | Exibições: 1293707 Comentários: 662
eremita
Mesmo se a gente só focar em 1900-e-ontem, essa redivisão de "sexo" e "gênero" aparece lentamente:
- 1900: James Henry Leuba trata as duas palavras como distintas, embora a distinção que ele fez não foi a mesma usada hoje em dia.
- 1928: Margaret Mead lida com a distinção, mas sem distinguir as duas palavras.
- 1949: Simone de Beauvoir faz o mesmo que a acima.
- 1964: Robert Stoller junta as duas coisas.
Faz mais de século que tão fuçando nisso, com desenvolvimento gradual de seis décadas. "De repente" o escambal.
Tudo isso é literatura de nicho, que ficou nas mãos do mundinho feminista nesse tempo todo até explodir recentemente.
Se olhar no Direito, há muitas palavras que desviam do significado linguístico, mas tem significado diferente no Direito há anos. A população geral nem usa esses significados.
Não generalize o que você vê. O que eu vejo primeiro é um ser humano. Se for para detalhar além disso: vou tratar a pessoa conforme o gênero com o qual ela se identifica.
Sempre quando se vê um ser humano, automaticamente sempre vemos o gênero do corpo e a faixa etária também. Não é separável. Se é criança ou idoso, chamamos de menino/menina ou senhor/senhora e não de ser humano. Usamos substantivos específicos e não significa tratar como não humano.
Se você quer participar da fantasia do transexual, é um direito teu. Quem não quiser participar, também tem direito a isso.
Nota: Transexual é com um S só.
https://www.dicio.com.br/transexual/
Se eu fosse médico levaria ambas as coisas em conta, porque ambas são relevantes.
Não é que o gênero mental seja importante para a saúde física (não psicológica). É que essa informação pode revelar coisas a respeito do histórico de saúde do paciente, rotina, pelo que ele passou e o que ele faz com o corpo.
E importa na prática, sim. Talvez não diretamente para você ou para mim; mas para muita gente importa. Tem gente por aí que, embora tenha genitais femininos, vê-se como homem, quer cumprir funções sociais de homem, quer ser tratada como homem, e que quer ter o corpo o mais próximo do corpo estereotípico masculino. E tem o oposto também.
É muito fácil dizer "mais só EO quem importa lol lmao. As neçeçidades dos otros num çao reais!!", mas o mundo não gira ao redor dos nossos umbigos.
Como falei, pode cumprir profissões e hobbies do sexo oposto, mas isso não mudará a natureza do indivíduo. A maioria dos que fazem isso não querem mudar de gênero.
Entretanto, um transexual jamais poderá engravidar ou amamentar.
Falou, falou, mas não provou a importância do gênero mental para a sociedade.
Huxley
Também é como dizer que gostar de sabor de merda é natural para uma pessoa que você força colocar merda na boca e depois dizer: “Se tivesse aceitado o prazer natural por colocar fezes na boca, não estaria passando por esses problemas”.
Existe diferença aí.
Colocar merda na boca é um ataque vindo dos outros.
Aceitar a realidade desvantajosa é adaptação.
O meu ponto é que não existem evidências históricas robustas de que colocar homens idosos no lugar de mulheres jovens no combate direto/linha de frente melhore o desempenho militar. É óbvio que a capacidade física de mulheres jovens nesse contexto de comparação é, em média, melhor.
Eu nunca neguei isso.
Percebi que você interpreta "generalização" (que pode ter exceções) como "totalidade absoluta sem exceções".
Expliquei aqui: https://clubeceticismo.com.br/viewtopic.php?p=49492#p49492
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Data da postagem: 24/09/2026, 00:55

Tutu
Existe diferença aí.
Colocar merda na boca é um ataque vindo dos outros.
Aceitar a realidade desvantajosa é adaptação.
Você não entendeu meu ponto. Você tem flexibilidade para modificar o desprazer que sente em colocar merda na boca? Não, né? Querer não é poder. Da mesma forma, uma pessoa insatisfeita com sua condição de gay puro não tem flexibilidade para se transformar em heterossexual em psicoterapia de “reorientação sexual”. A mesma coisa acontece com o traço de identidade de gênero, que é um traço altamente biológico, inato e inflexível.
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Data da postagem: 24/09/2026, 01:02

Tutu
Eu nunca neguei isso.
Percebi que você interpreta "generalização" (que pode ter exceções) como "totalidade absoluta sem exceções".
Expliquei aqui: https://clubeceticismo.com.br/viewtopic.php?p=49492#p49492
“O que importa é o gênero do corpo”. Se homens idosos são muito numerosos em países como o Japão (30% da população masculina), então eles têm alguns privilégios (que não dependem do sexo) em relação a mulheres jovens. Você chamaria um grupo que representa 30% da população masculina apenas como outliers?
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Data da postagem: 24/09/2026, 01:08

HuxleyTutu
Existe diferença aí.
Colocar merda na boca é um ataque vindo dos outros.
Aceitar a realidade desvantajosa é adaptação.
Você não entendeu meu ponto. Você tem flexibilidade para modificar o desprazer que sente em colocar merda na boca? Não, né? Querer não é poder. Da mesma forma, uma pessoa insatisfeita com sua condição de gay puro não tem flexibilidade para se transformar em heterossexual em psicoterapia de “reorientação sexual”. A mesma coisa acontece com o traço de identidade de gênero, que é um traço altamente biológico, inato e inflexível.
Um complemento.
Assim como não há flexibilidade para alguém modificar sua identidade de gênero, também não há, em geral, flexibilidade para alguém se curar instantaneamente da disforia de gênero apenas ouvindo: "Basta aceitar logo a sua realidade desvantajosa". Da mesma forma, há inflexibilidade para uma pessoa viúva se curar instantaneamente da depressão apenas ouvindo: "Basta aceitar logo a sua realidade desvantajosa". Do mesmo modo, há inflexibilidade para uma vítima de crimes hediondos se curar instantaneamente do transtorno do estresse pós-traumático apenas ouvindo: "Basta aceitar logo a sua realidade desvantajosa". Em todos esses casos, a pessoa precisa de assistência externa (profissional), além de intervenção farmacológica e/ou psicoterapêutica.
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Data da postagem: 24/09/2026, 10:01
Huxley, os dados não mostram uma "epidemia" atual de disforia de gênero?
Entendo que há hipóteses biológicas para a explicação, minha dúvida é o quanto isso explica os casos atuais. 100%?
A diferença é que a orientação sexual é definida antes, enquanto a transsexualidade seja uma descoberta na adolescência, início da fase adulta, ou em alguns casos mais raros na infância, podendo assim sofrer influência do meio. Afinal gênero não é aqui definido em partes também como o papel social do sexo? Como isso não gera uma influência?
Por isso eu separaria completamente a questão ou hipótese de ex-trans com a alegação extremamente duvidosa de "ex-gays" ou "cura gay".
Entendo que há hipóteses biológicas para a explicação, minha dúvida é o quanto isso explica os casos atuais. 100%?
A diferença é que a orientação sexual é definida antes, enquanto a transsexualidade seja uma descoberta na adolescência, início da fase adulta, ou em alguns casos mais raros na infância, podendo assim sofrer influência do meio. Afinal gênero não é aqui definido em partes também como o papel social do sexo? Como isso não gera uma influência?
Por isso eu separaria completamente a questão ou hipótese de ex-trans com a alegação extremamente duvidosa de "ex-gays" ou "cura gay".
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Data da postagem: 24/09/2026, 17:17

Paranoid
Huxley, os dados não mostram uma "epidemia" atual de disforia de gênero?
É importante separar duas afirmações:
1. “A quantidade de casos identificados aumentou enormemente” — isso é bem documentado.
2. “A prevalência real da disforia de gênero aumentou enormemente na mesma proporção” — isso não pode ser concluído simplesmente a partir desses dados.
Algo semelhante aconteceu com o autismo, em parte por causa do chamado “Efeito Rain Man”. O filme Rain Man (1988), com Dustin Hoffman interpretando Raymond Babbitt, colocou o autismo — e, particularmente, a figura do autista savant — diante de um público enorme. Depois disso, pessoas que antes não reconheciam determinados comportamentos como manifestações de autismo passaram a ter um exemplo concreto com o qual compará-los.
Isso pode produzir uma sequência como: maior conhecimento público → maior reconhecimento dos sinais → maior procura por avaliação → mais diagnósticos/notificações.
É perfeitamente plausível que parte do crescimento observado na quantidade de casos identificados de disforia de gênero também seja explicada por um mecanismo análogo ao chamado “Efeito Rain Man”. O mecanismo seria: maior visibilidade da condição (por exemplo, com o aumento da cobertura da mídia sobre questões trans e de gênero) → maior familiaridade com o conceito → maior reconhecimento de experiências que antes não eram classificadas dessa maneira → maior procura por profissionais e serviços → mais diagnósticos registrados.
Isso, por si só, não demonstra que o aumento seja apenas um efeito de reconhecimento; significa que o aumento dos casos identificados, isoladamente, não permite inferir quanto houve de aumento da prevalência real e quanto decorreu de mudanças no reconhecimento, na procura por avaliação e nos critérios ou práticas diagnósticas.
Paranoid
Entendo que há hipóteses biológicas para a explicação, minha dúvida é o quanto isso explica os casos atuais. 100%?
A diferença é que a orientação sexual é definida antes, enquanto a transsexualidade seja uma descoberta na adolescência, início da fase adulta, ou em alguns casos mais raros na infância, podendo assim sofrer influência do meio. Afinal gênero não é aqui definido em partes também como o papel social do sexo? Como isso não gera uma influência?
O que se sabe é que fatores do ambiente social externo não parecem representar a maior parte da explicação. O livro O que Você Pode e o que Você Não Pode Mudar, de Martin Seligman, defende uma interpretação nessa direção.
Se masculinidade e feminilidade fossem essencialmente produtos de condicionamento social, seria de esperar que uma educação deliberadamente neutra ou andrógina produzisse crianças correspondentemente andróginas. Para Seligman, porém, os resultados empíricos não sustentavam essa expectativa.
Evidência empírica:
* diferenças comportamentais entre meninos e meninas aparecem precocemente;
* certas diferenças resistem a tentativas deliberadas de socialização;
* crianças não se tornam facilmente andróginas simplesmente por serem educadas de maneira mais neutra;
* há evidências provenientes de estudos de desenvolvimento, genética, hormônios e outros campos que apontam para componentes biológicos no desenvolvimento de características relacionadas ao sexo e ao gênero.
Interpretação de Seligman:
Para ele, essas dificuldades de modificação indicam que masculinidade e feminilidade possuem uma base biológica importante e estão entre as características relativamente “profundas” ou pouco plásticas.
Isso não significa que fatores sociais expliquem 0% dos casos, nem que a biologia determine individualmente 100% deles. A questão é outra: se os fatores biológicos têm um papel importante e características relacionadas à masculinidade e à feminilidade apresentam baixa plasticidade, fica difícil sustentar que o fenômeno observado atualmente seja explicado predominantemente por condicionamento social.
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Data da postagem: 24/09/2026, 21:40
Por que os homens não ajudam mais as mulheres (e eles estão certos)
O que está acontecendo?
- os jovens não sabem mais consertar coisas?
- são mais individualista?
- estão com medo de falsa acusação?
- a desconfiança no desconhecido aumentou? Hoje há mais violência.
Existem os LGBT naturais, mas hoje a maioria é consequência cultural. 15% não são naturalmente LGBT, apenas resolveram entrar na cultura. Em pesquisas com membros do Reddit, onde a maioria é geração Z, a percentual chega a 30%. Acredita mesmo que esses números são naturais e não uma moda?
A turma progressista hoje ridiculariza quem se declara hétero, afirmando que essa pessoa nunca "experimentou" para saber se gosta de ser LGBT. Para eles, foi a sociedade que pôs na cabeça dele que ele é hétero e que gênero é construção social. A quantidade de gente que nasceu hétero e tem essas ideias é assustadora nos dias de hoje.
O que é ser hétero: como a heterossexualidade molda identidades e estruturas de poder (link com o besteirol)
https://revistaestilo.com.br/o-que-e-ser-hetero-na-sociedade-brasileira
Trecho:
Brasil é o país com a maior população LGBT+, diz pesquisa
https://atarde.com.br/brasil/brasil-e-o-pais-com-a-maior-populacao-lgbt-diz-pesquisa-1233814
@GUILHERMEHENRIQUE-o7f
Enquanto não houver DAMAS não haverá cavalheiros
@rnovais4090
Elas não precisam de homem pra nada. Viva a igualdade!😊
@henriquesoares4963
Troque um pneu e torne-se um forte candidato a responder um processo por assédio...😬
@rodrigocalixto3201
Elas algum dia já pararam para ajudar um homem?
@lulivier9565
Dirijo ha 15 anos , e ate antes de 2022, nunca havia calibrado um pneu , pois sempre, algum cavaleiro me ajudava, hj, devido a essas Mulas, Preciso calibrar eu mesma, e SIM os homens estao CERTOS!!! hj temo por meu marido e por meu filho.😢
O que está acontecendo?
- os jovens não sabem mais consertar coisas?
- são mais individualista?
- estão com medo de falsa acusação?
- a desconfiança no desconhecido aumentou? Hoje há mais violência.
Huxley
É perfeitamente plausível que parte do crescimento observado na quantidade de casos identificados de disforia de gênero também seja explicada por um mecanismo análogo ao chamado “Efeito Rain Man”. O mecanismo seria: maior visibilidade da condição (por exemplo, com o aumento da cobertura da mídia sobre questões trans e de gênero) → maior familiaridade com o conceito → maior reconhecimento de experiências que antes não eram classificadas dessa maneira → maior procura por profissionais e serviços → mais diagnósticos registrados.
Existem os LGBT naturais, mas hoje a maioria é consequência cultural. 15% não são naturalmente LGBT, apenas resolveram entrar na cultura. Em pesquisas com membros do Reddit, onde a maioria é geração Z, a percentual chega a 30%. Acredita mesmo que esses números são naturais e não uma moda?
A turma progressista hoje ridiculariza quem se declara hétero, afirmando que essa pessoa nunca "experimentou" para saber se gosta de ser LGBT. Para eles, foi a sociedade que pôs na cabeça dele que ele é hétero e que gênero é construção social. A quantidade de gente que nasceu hétero e tem essas ideias é assustadora nos dias de hoje.
O que é ser hétero: como a heterossexualidade molda identidades e estruturas de poder (link com o besteirol)
https://revistaestilo.com.br/o-que-e-ser-hetero-na-sociedade-brasileira
Trecho:
A jaula da heterossexualidade
Para a colunista Vivian Whiteman, que provocou essa discussão com seu texto, o que é ser hétero vai além da atração por pessoas do “sexo oposto”. ser hétero se transformou em um guarda-chuva que pretende abrigar todos os que não se identificam como LGBTQIA+, mas que, na prática, acaba funcionando como uma jaula — limitando afetos, o exercício da sexualidade e até mesmo a forma como as pessoas vivem suas relações.
Brasil é o país com a maior população LGBT+, diz pesquisa
https://atarde.com.br/brasil/brasil-e-o-pais-com-a-maior-populacao-lgbt-diz-pesquisa-1233814
No Brasil, 15% dos entrevistados se declaram como parte da população LGBT+, número superior à média global, que é 9%.
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Data da postagem: 25/09/2026, 00:59

Tutu
(…)Huxley
É perfeitamente plausível que parte do crescimento observado na quantidade de casos identificados de disforia de gênero também seja explicada por um mecanismo análogo ao chamado “Efeito Rain Man”. O mecanismo seria: maior visibilidade da condição (por exemplo, com o aumento da cobertura da mídia sobre questões trans e de gênero) → maior familiaridade com o conceito → maior reconhecimento de experiências que antes não eram classificadas dessa maneira → maior procura por profissionais e serviços → mais diagnósticos registrados.
Existem os LGBT naturais, mas hoje a maioria é consequência cultural. 15% não são naturalmente LGBT, apenas resolveram entrar na cultura. Em pesquisas com membros do Reddit, onde a maioria é geração Z, a percentual chega a 30%. Acredita mesmo que esses números são naturais e não uma moda?
A turma progressista hoje ridiculariza quem se declara hétero, afirmando que essa pessoa nunca "experimentou" para saber se gosta de ser LGBT. Para eles, foi a sociedade que pôs na cabeça dele que ele é hétero e que gênero é construção social. A quantidade de gente que nasceu hétero e tem essas ideias é assustadora nos dias de hoje.
O que é ser hétero: como a heterossexualidade molda identidades e estruturas de poder (link com o besteirol)
https://revistaestilo.com.br/o-que-e-ser-hetero-na-sociedade-brasileira
Trecho:
A jaula da heterossexualidade
Para a colunista Vivian Whiteman, que provocou essa discussão com seu texto, o que é ser hétero vai além da atração por pessoas do “sexo oposto”. ser hétero se transformou em um guarda-chuva que pretende abrigar todos os que não se identificam como LGBTQIA+, mas que, na prática, acaba funcionando como uma jaula — limitando afetos, o exercício da sexualidade e até mesmo a forma como as pessoas vivem suas relações.
Brasil é o país com a maior população LGBT+, diz pesquisa
https://atarde.com.br/brasil/brasil-e-o-pais-com-a-maior-populacao-lgbt-diz-pesquisa-1233814No Brasil, 15% dos entrevistados se declaram como parte da população LGBT+, número superior à média global, que é 9%.
Comentário pífio. Minha resposta ao questionamento do Paranoid era exclusivamente sobre disforia de gênero. Disforia de gênero ≠ transgeneridade ≠ homossexualidade ≠ LGBTQIA+.
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Data da postagem: 25/09/2026, 04:52
Sobre o Talebã no Afeganistão
Eles não proíbem a educação básica para as mulheres. Proíbem somente o ensino superior, o qual é profissionalizante. Assim, as mulheres lá não ficarão burras e analfabetas. O ensino profissionalizante serve para ganhar dinheiro. Como esse é o papel do homem, os homens deveriam ter prioridade.
Além disso, tem a vantagem de distribuir melhor a renda. Se homem com curso superior casa com mulher com curso superior. Assim, as famílias mais educadas concentram mais a renda. Se não tiver mulher com curso superior, haverá muito mais casais com homem com curso superior se casando com mulher sem curso superior. Isso diminui a pobreza.
Essa é uma visão de mundo diferente deles.
Voto feminino
Atualmente a propaganda eleitoral privilegia as mulheres.
Quando listam as pessoas, colocam a mulher primeiro, como se fosse mais importante: candidata ou candidato, senadora ou senador, governadora ou governador. É uma propaganda clara do TSE, que deveria ser neutro, de favorecer as mulheres, e indiretamente a esquerda.
Em língua portuguesa, é claro que dizer só candidato ou governador já significa que pode ser masculino e feminino. Além disso, um bom texto não enfatiza dois sexos com concordância e toda hora. Ele apenas diz algo como "o candidato, que pode ser de qualquer sexo, ..." no início e não toca mais na questão do sexo.
Daqui a pouco vão começar com a exclusão do homem. É por isso que iniciativas como o fim do voto feminino ou o uso do voto familiar tem surgido. Voto feminino é carregado de corporativismo (isto é, público-alvo e consciência de classe) e é um público mais fácil do político manipular. As mulheres são mais fiéis às políticas de Estado, independente de serem boas ou ruins.
Aceitar a realidade
Huxley“Rampa não incomoda ninguém”. É claro que incomoda. Se incomodasse ninguém, não haveria necessidade de obrigatoriedade legal. Rampa tem custo econômico para proprietários de estabelecimentos comerciais e nem todo mundo gosta disso. Segundo essas pessoas, imagino que elas também pensem que “deficiente físico pode se esforçar para aceitar a realidade”.
Esse mesmo argumento serve para apoiar evangélicos sabatinais. O governo muda datas de concursos e educação só para que ocorra no domingo, afetando outras pessoas e prejudicando a logística. É a minoria que deve se adaptar à maioria e não o contrário. Essa do evangélico é frescura, querendo impôr a própria realidade nos outros.
E rampa é versátil e ajuda muito mais do que cadeirante. Para lugar com população idosa grande, é importante. Ajuda também que usa carrinhos pesados de compras, para não precisar de carro, como essa cultura consumista de combustível fóssil prescreve.
Sexo ou gênero
Até hoje, a palavra "teoria" é usada pela população geral como sinônimo de "hipótese" e é mais usada do que "hipótese". No contexto de ciência, sempre foi diferente. A palavra surgiu em tempos modernos no contexto de ciência e vazou para o linguístico geral com significado distorcido. Até hoje o povo não corrigido.
Assim, duvido que a palavra "gênero" assuma o significado de "gênero mental" no mundo real. Esse uso ficará preso eternamente no universo ideológico dos "progressistas" sem uma forte lavagem cerebral na mídia e na educação.
Cadê os direitos dos homens?
Se direitos não são iguais, então há privilégio e discriminação. Tudo pode ser simplificado como uma lei só para todos e fiscalização geral sem distinção. Mas a cultura dos privilégios corrompem a igualdade perante a lei e o Estado.
O BRASIL É UM PAÍS ESTRUTURALMENTE MISÂNDRICO E A ANA CAMPAGNOLO PODE PROVAR!
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Data da postagem: 29/09/2026, 16:49
Vejamos 2 exemplos de como age a militância trans:
1) Mulheres trans no esporte feminino (porque ninguém liga a mínima para a participação de homens trans no esporte masculino)
a) Um lado diz que isso pode destruir a isonomia esportiva pela vantagem de ter nascido homem e ter outro tipo de desenvolvimento. O COI recentemente aceitou essa visão.
b) O outro lado diz que quem é contra é transfóbico e ponto.
2) Mulheres trans em banheiros ou vestiários femininos (ninguém liga para homens trans em banheiros masculinos)
a) Isso pode ser um risco para as mulheres "cis", a razão de existir separação de gênero e não haver um único banheiro (unissex) em áreas públicas.
b) Quem discorda é transfóbico.
Minha conclusão maluca: Talvez o primeiro problema seja criminalizar opiniões. Ninguém deve ser obrigado a concordar sobre o gênero que você diz ser.
O RU acabou com a palhaçada e declarou que, legalmente, mulher é quem nasce mulher.
Diante de tanta histeria, está cada vez mais comum o surgimento ou fortalecimento de movimentos LGB sem T:
1) Mulheres trans no esporte feminino (porque ninguém liga a mínima para a participação de homens trans no esporte masculino)
a) Um lado diz que isso pode destruir a isonomia esportiva pela vantagem de ter nascido homem e ter outro tipo de desenvolvimento. O COI recentemente aceitou essa visão.
b) O outro lado diz que quem é contra é transfóbico e ponto.
2) Mulheres trans em banheiros ou vestiários femininos (ninguém liga para homens trans em banheiros masculinos)
a) Isso pode ser um risco para as mulheres "cis", a razão de existir separação de gênero e não haver um único banheiro (unissex) em áreas públicas.
b) Quem discorda é transfóbico.
Minha conclusão maluca: Talvez o primeiro problema seja criminalizar opiniões. Ninguém deve ser obrigado a concordar sobre o gênero que você diz ser.
O RU acabou com a palhaçada e declarou que, legalmente, mulher é quem nasce mulher.
Diante de tanta histeria, está cada vez mais comum o surgimento ou fortalecimento de movimentos LGB sem T:
Aliança LGB rompe com TQIA+ e prega contra identidade de gênerohttps://www1.folha.uol.com.br/cotidiano/2025/10/alianca-lgb-rompe-com-tqia-e-prega-contra-identidade-de-genero.shtml
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Data da postagem: 29/09/2026, 22:05