
Clube Veneno
Feminismo e ideologia de gênero
Autor: Tutu | Categoria: História, Sociedade, Comportamento e Filosofia | Exibições: 1293707 Comentários: 662
ParanoidMinha conclusão maluca: Talvez o primeiro problema seja criminalizar opiniões. Ninguém deve ser obrigado a concordar sobre o gênero que você diz ser.É a conclusão mais lúcida. Criminalizar é um autoritarismo e violação de direitos humanos igual a teocracias que caçam infiéis e hereges.
Transfobia é a agressão, injúria, difamação e expulsão contra um indivíduo trans. Não querer fingir que o gênero dele é o escolhido não é preconceito nem ofensa.
Diante de tanta histeria, está cada vez mais comum o surgimento ou fortalecimento de movimentos LGB sem T:É a volta do antigo GLS. Nem precisa de sigla. É melhor falar só homossexual. Ou "homoafetivo", já que "homossexual" às vezes é visto como ofensivo.Aliança LGB rompe com TQIA+ e prega contra identidade de gênero
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Data da postagem: 29/09/2026, 22:55

Sobre o Talebã no Afeganistão
Eles não proíbem a educação básica para as mulheres. Proíbem somente o ensino superior, o qual é profissionalizante. Assim, as mulheres lá não ficarão burras e analfabetas.
Huxley:
Gemini, faça a verificação de fato.
Google Gemini:
A alegação apresentada no texto é ENGANOSA / FALSO EM SEU IMPACTO PRÁTICO.
1. Proibição além da universidade (A partir dos 12 anos)
A afirmação de que "eles não proíbem a educação básica [...] proíbem somente o ensino superior" é falsa:
- Desde março de 2022, o Talibã baniu todas as meninas de frequentar a escola a partir do ensino secundário (a partir do 6º ano ou aos 12 anos de idade).
- O ensino fundamental / básico abrange o ciclo da infância até a adolescência. Interromper os estudos aos 12 anos impede que as meninas concluam a educação básica básica (ensino fundamental final e ensino médio), cortando o aprendizado de disciplinas essenciais como matemática avançada, ciências e literatura.
2. Impacto no ensino primário (Menores de 12 anos)
Embora formalmente o Talibã autorize a presença de meninas no ensino primário (do 1º ao 6º ano), na prática o acesso caiu dramaticamente:
- Segundo dados da UNESCO, o número de crianças matriculadas no ensino primário caiu drasticamente após 2021.
- O governo do Talibã proibiu que mulheres lecionem para meninos e restringiu a atuação de professoras. A consequente falta severa de educadoras femininas fez com que milhares de turmas para meninas de séries primárias fossem fechadas por falta de pessoal.
3. As consequências na alfabetização e autonomia
A alegação de que "as mulheres lá não ficarão burras e analfabetas" ignora a crise humanitária e educacional no país:
- O Afeganistão é atualmente o único país do mundo que proíbe legalmente meninas de frequentarem a escola além dos 12 anos.
- Relatórios das Nações Unidas apontam que mais de 2,4 milhões de meninas estão privadas de ir à escola no país.
- Sem acesso à continuidade escolar, a taxa de letramento e capacidade funcional retrocedeu massivamente. Organizações como a UNICEF e a ONU Mulheres destacam que a medida força meninas ao isolamento social, casamento infantil e trabalho forçado.
Resumo do Fact-Checking
| Afirmação do texto | Realidade dos fatos |
|---|---|
| "Proíbem somente o ensino superior" | FALSO. Meninas estão banidas do ensino secundário e médio (a partir dos 12 anos) desde 2022. |
| "Não proíbem a educação básica" | PARCIALMENTE FALSO. Permitem apenas até a 6ª série do primário, mas restrições de profissionais femininas inviabilizam o acesso de milhões até mesmo nessa fase. |
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Data da postagem: 29/09/2026, 23:12

(...) querendo impôr a própria realidade nos outros.
E rampa é versátil e ajuda muito mais do que cadeirante. Para lugar com população idosa grande, é importante. Ajuda também que usa carrinhos pesados de compras, para não precisar de carro, como essa cultura consumista de combustível fóssil prescreve.
Tem leis que afetam só os deficientes físicos. Segundo sua lógica, leis de acessibilidade com uso de braille é "frescura de cego que querendo impôr a própria realidade nos outros."
Dizer que a vontade da maioria é sagrada só por ser maioria é petição de princípio. Isto é, pode ser resumido como argumento circular que tenta se autojustificar como ideia autoevidente (mesmo sem ser).
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Data da postagem: 29/09/2026, 23:30

Se direitos não são iguais, então há privilégio e discriminação. Tudo pode ser simplificado como uma lei só para todos e fiscalização geral sem distinção. Mas a cultura dos privilégios corrompem a igualdade perante a lei e o Estado.
É difícil não rir desse argumento. Segundo essa lógica, o Estatuto da Criança e do Adolescente é uma regulamentação que poderia ser deduzida da lei civil genérica. "Cadê o direito dos adultos?".
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Data da postagem: 29/09/2026, 23:36
HuxleyExiste uma diferença imensa. Crianças precisam de um responsável legal para cuidar delas e podem ser enganadas por adultos malvados. São dependentes. Um negro ou mulher adulta não tem nenhuma diferença. As leis feministas são cheias de vocábulos do ECA, tratando a mulher como incapaz de ser independente.É difícil não rir desse argumento. Segundo essa lógica, o Estatuto da Criança e do Adolescente é uma regulamentação que poderia ser deduzida da lei civil genérica. "Cadê o direito dos adultos?".
Se o ECA é bom do jeito que está, ele não tem redundância de lei e sim extensões para casos mais específicos. Ele teria medidas e estratégias para procurar maus tratos em famílias desnaturadas e escolas. Mas considero errado pena maior para homicídio de mulheres e crianças. A pena tem que ser a mesma de um homem adulto. Idade e gênero não deveria influenciar o valor social de uma pessoa.
HuxleyO que deve ser considerado é o impacto que a lei causa nos outros. Forçar alguém a pagar ou fazer algo para os outros é errado. O que pode ser feito são adaptações simples.Tem leis que afetam só os deficientes físicos. Segundo sua lógica, leis de acessibilidade com uso de braille é "frescura de cego que querendo impôr a própria realidade nos outros."
Dizer que a vontade da maioria é sagrada só por ser maioria é petição de princípio. Isto é, pode ser resumido como argumento circular que tenta se autojustificar como ideia autoevidente (mesmo sem ser).
Só vejo braille em elevador e isso incomoda ninguém. Livros em braille não pagam direitos autorais. Tudo isso é simples.
Por outro lado, a lei de obrigar uma escola particular a ter estrutura para deficiente sem cobrar a mais por isso considero exagero por motivos de custo e logística. Não tem escala para isso. O estatuto do deficiente tem essa burrice de não fomentar escolas específicas para cada deficiência, mas isso seria o mais eficiente.
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Data da postagem: 30/09/2026, 12:19

TulexDepois que foi refutado num certo tema do debate do fórum, modificou o argumento drasticamente. O discurso inicial era “Tudo pode ser simplificado como uma lei só para todos e fiscalização geral sem distinção.” Depois mudou para “o ECA é bom do jeito que está, ele não tem redundância de lei e sim extensões para casos mais específicos.” “Extensões para casos mais específicos” não é “simplificado como uma lei só para todos e fiscalização geral sem distinção”.Huxley
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Data da postagem: 30/09/2026, 12:42

Existe uma diferença imensa. Crianças precisam de um responsável legal para cuidar delas e podem ser enganadas por adultos malvados. São dependentes.
O fundamento jurídico utilizado atualmente pelo STJ em violência doméstica e familiar contra a mulher é o conceito de vulnerabilidade/hipossuficiência da mulher nesse contexto específico, e não incapacidade civil.
Existem circunstâncias sociais e estruturais relacionadas ao gênero que justificam um sistema específico de proteção contra determinadas formas de violência.
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Data da postagem: 30/09/2026, 12:57

O que deve ser considerado é o impacto que a lei causa nos outros. Forçar alguém a pagar ou fazer algo para os outros é errado.
Isso é uma petição de princípio. Não convence ninguém fora da bolha que acha autoevidente que cada um deve ter direito ilimitado de propriedade.
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Data da postagem: 30/09/2026, 12:59
HuxleyDepois que foi refutado num certo tema do debate do fórum, modificou o argumento drasticamente. O discurso inicial era “Tudo pode ser simplificado como uma lei só para todos e fiscalização geral sem distinção.” Depois mudou para “o ECA é bom do jeito que está, ele não tem redundância de lei e sim extensões para casos mais específicos.” “Extensões para casos mais específicos” não é “simplificado como uma lei só para todos e fiscalização geral sem distinção”.Uma coisa é a lei e outra coisa é a fiscalização. Coisas iguais, como violência contra o cidadão, devem ter lei única e simples. Alguns casos precisam de lei específica, como menoridade e responsável legal do menor.
O que mais muda é a forma como a fiscalização é feita. Crianças são muito mais fáceis de ser enganadas e isso precisa de estratégia diferente.
HuxleyO fundamento jurídico utilizado atualmente pelo STJ em violência doméstica e familiar contra a mulher é o conceito de vulnerabilidade/hipossuficiência da mulher nesse contexto específico, e não incapacidade civil.Tudo depende da forma como isso é feito. Não é tratar o homem com presunção de culpa e aplicar penas ou espalhar calúnia antes de ter certeza. Não é com violação de privacidade. Não é determinando como homem e mulher deve viver. Não é usando os princípios do próprio Estado, que é diferente do da família, sobre para solucionar conflitos.
Existem circunstâncias sociais e estruturais relacionadas ao gênero que justificam um sistema específico de proteção contra determinadas formas de violência.
Esse estatuto serve só para explodir o número de acusação falsa. O tal "feminicídio" não difere de nada de homicídio, mas é tratado com muito mais rigor. Quem mais comete violência psicológica é a mulher, mas a lei só considera o caso do homem. A arma do homem é a violência física e a da mulher é a violência psicológica.
Países mais evoluídos, como o caso da Malásia, EAU, Israel e Singapura permitem escolher o direito religioso no lugar do direito estatal para problemas de família. E são países com menos estupro e violência contra a mulher do que o Ocidente. O direito estatal é tão enviesado quando o direito religioso. A única diferença é que o religioso costuma ser fossilizado.
Guetos de imigrantes na Europa estão começando a usar esse sistema de dois direitos de família também.
HuxleyIsso é uma petição de princípio. Não convence ninguém fora da bolha que acha autoevidente que cada um deve ter direito ilimitado de propriedade.O impacto é muito importante. Uma medida estatal sempre será impopular se prejudica a pessoa.
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Data da postagem: 30/09/2026, 14:33

Não é determinando como homem e mulher deve viver. Não é usando os princípios do próprio Estado, que é diferente do da família, sobre para solucionar conflitos.
Uma das maneiras pelas quais bárbaros incivilizados de cultura inferior, como os do Afeganistão, resolvem o problema da forma como você sugeriu é dando direito de os maridos castigarem fisicamente suas esposas para seus fins educacionais. Bárbaros incivilizados de cultura inferior devem ser subjugados legalmente por uma regra mais universalista baseada na ética. O legal tem que se adaptar à ética, e não o inverso.
Países mais evoluídos, como o caso da Malásia, EAU, Israel e Singapura permitem escolher o direito religioso no lugar do direito estatal para problemas de família.
Ditaduras islâmicas (como os EAU) não têm qualquer confiabilidade estatística para alegarem que, em seus respectivos países, têm pouca violência doméstica do homem contra a mulher porque a cultura inferior deles normaliza a violência masculina como método de correção educacional das esposas. Não se aceita estatísticas oficiais de bárbaros incivilizados de cultura inferior que teriam razões para acobertarem a violência doméstica masculina.
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Data da postagem: 30/09/2026, 15:12