
Clube Veneno
Filmes brasileiros bons
Citação de: Danieli em 15 de Fevereiro de 2007, 21:28:40
É mesmo!! Gabriela Cravo e Canela! Gostei também, e a trilha sonora é belíssima!!
E Carlota Joaquina assisti duas vezes!
Milagre ninguém falar Gabriela Cravo e Canela
Brincadeira. Mas Carlota Joaquina, O Auto da Compadecida, Eu, Tu Eles e Carandiru
É mesmo!! Gabriela Cravo e Canela! Gostei também, e a trilha sonora é belíssima!!
E Carlota Joaquina assisti duas vezes!

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Data da postagem: 16/02/2007, 07:39
Citação de: Sr. Spock em 15 de Fevereiro de 2007, 20:52:13
certo... me equivoquei...
Citação de: Rodrigo em 23 de Janeiro de 2007, 17:30:39Tô procurando "Os Fuzis" de Ruy Costa…
Não é Ruy Guerra ?
certo... me equivoquei...
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Data da postagem: 16/02/2007, 08:44

Aspirinas e Urubus é um bom filme.
Muito engraçado.
Muito engraçado.
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Data da postagem: 16/02/2007, 08:54

8-)laá Legal tbém curto cinema brasileiro!!!
Então vai... minha dica é um documentário Brasileiro de 2002 com duração dos mais breves 73 minutos que já assisti chamado "JANELA DA ALMA" inspirado na frase do gênio Leonardo Da Vinci " Os olhos são espelho da alma e janela do Mundo..."
Os diretores João Jardim e Walter Carvalho fazem uma análise sobre a importância do olhar para quem possui problemas de visão.
Eles entrevistaram artistas, intelectuais e pessoas ditas comuns da Europa e do Brasil. Recorreram à filosofia, à medicina, à biologia, à música e à literatura para investigar o que é a visão.
O resultado é um filme que enriquece a visão que se tem da visão. Os 19 entrevistados, com graus de acuidade visual que vão da miopia à cegueira, discorrem sobre ver, não ver e ver de maneira única, intransferível.
O leque de entrevistados é amplo. Entre eles estão o músico Hermeto Pascoal, o escritor José Saramago, a atriz alemã Hanna Schygulla, o poeta Manoel de Barros, a cineasta Agnès Varda, o neurologista inglês Oliver Sacks.
Absolutamente tudo o que dizem ou fazem é pertinente e interessante. Não há enrolação, não se desperdiça imagem ou silêncio.
Acompanhando a torrente de discursos, as imagens são focadas, desfocadas e refocadas, alterando a percepção do espectador. O documentário mostra um mundo saturado de imagens que visam atrair o olhar para o consumo (as da propaganda) e o contrasta com paisagens desoladas, onde não há nada para ver.
A abstração também é confrontada com visões bem concretas. O vereador cego Arnaldo Godoy, de Belo Horizonte, conta com ótimo humor como é a vida sem enxergar nada. O filósofo esloveno Eugen Bavcar, também ele cego, mostra como tira ótimas fotografias. É preciso ver para crer.
João Jardim e Walter Carvalho habilmente vão de um pólo ao outro, tornando o filme cada vez mais denso, cada vez mais claro e opaco. A tese central, a de que a visão é construção cultural, e não um dado da natureza, é exposta por meio de nuanças.
Espero que curta bastante a minha sugestão!!
Beijinhos Guerreira.
Então vai... minha dica é um documentário Brasileiro de 2002 com duração dos mais breves 73 minutos que já assisti chamado "JANELA DA ALMA" inspirado na frase do gênio Leonardo Da Vinci " Os olhos são espelho da alma e janela do Mundo..."
Os diretores João Jardim e Walter Carvalho fazem uma análise sobre a importância do olhar para quem possui problemas de visão.
Eles entrevistaram artistas, intelectuais e pessoas ditas comuns da Europa e do Brasil. Recorreram à filosofia, à medicina, à biologia, à música e à literatura para investigar o que é a visão.
O resultado é um filme que enriquece a visão que se tem da visão. Os 19 entrevistados, com graus de acuidade visual que vão da miopia à cegueira, discorrem sobre ver, não ver e ver de maneira única, intransferível.
O leque de entrevistados é amplo. Entre eles estão o músico Hermeto Pascoal, o escritor José Saramago, a atriz alemã Hanna Schygulla, o poeta Manoel de Barros, a cineasta Agnès Varda, o neurologista inglês Oliver Sacks.
Absolutamente tudo o que dizem ou fazem é pertinente e interessante. Não há enrolação, não se desperdiça imagem ou silêncio.
Acompanhando a torrente de discursos, as imagens são focadas, desfocadas e refocadas, alterando a percepção do espectador. O documentário mostra um mundo saturado de imagens que visam atrair o olhar para o consumo (as da propaganda) e o contrasta com paisagens desoladas, onde não há nada para ver.
A abstração também é confrontada com visões bem concretas. O vereador cego Arnaldo Godoy, de Belo Horizonte, conta com ótimo humor como é a vida sem enxergar nada. O filósofo esloveno Eugen Bavcar, também ele cego, mostra como tira ótimas fotografias. É preciso ver para crer.
João Jardim e Walter Carvalho habilmente vão de um pólo ao outro, tornando o filme cada vez mais denso, cada vez mais claro e opaco. A tese central, a de que a visão é construção cultural, e não um dado da natureza, é exposta por meio de nuanças.
Espero que curta bastante a minha sugestão!!
Beijinhos Guerreira.
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Data da postagem: 15/03/2007, 16:41

Bicho de Sete Cabeças, Abril Despedaçado, O Quatrilho, O Homem que Copiava, O Que é Isso Companheiro?, Cidade de Deus, O Pagador de Promessas.
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Data da postagem: 15/03/2007, 20:19
"O Ano Que Meus Pais Sairam de Férias" é ótimo.
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Data da postagem: 16/03/2007, 06:44

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Data da postagem: 16/03/2007, 13:13
