Clube Veneno
Islã; Terrorismo islâmico; Censura a charges
Autor: Agnoscetico | Categoria: Laicismo, Política e Economia | Exibições: 385349 Comentários: 296
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“30 mil manifestantes assassinados em apenas 2 dias – Como a ditadura do Irã matou tanto?”:

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Países do Golfo, islamitas, estão evitando enviar seus jovens para estudar na Inglaterra.

Motivo: arrisca de se tornarem fundamentalistas islâmicos.
O Golfo dá o alarme que o Ocidente ignora

Liberdade de expressão em universidades tem servido de escudo para tolerar discursos que rejeitam essa mesma liberdade

Por Nira Broner Worcman 08/02/2026


Há acontecimentos que desmontam certezas com uma simples decisão administrativa. A mais recente veio dos Emirados Árabes Unidos. O país anunciou que deixará de financiar estudantes interessados em universidades britânicas por temer que seus jovens sejam expostos à radicalização islâmica nos campi do Reino Unido.

Leia de novo: um Estado árabe, muçulmano, decide que é perigoso mandar seus filhos estudar em Londres — e que é mais seguro mantê-los longe do ambiente universitário ocidental.

O choque vem da inversão da narrativa. Durante décadas, acreditou-se que enviar jovens árabes para universidades britânicas ou americanas funcionaria como antídoto ao fanatismo: ciência, pluralismo, debate aberto. O futuro passava por Oxford, Cambridge ou Harvard. Agora, quem ergue barreiras não é uma democracia liberal, mas um emirado. E não para proteger sua cultura da influência ocidental, mas para impedir que seus estudantes retornem radicalizados do próprio Ocidente.

A decisão expõe um desconforto que as democracias preferem ignorar: universidades não são ilhas de neutralidade. Em certos ambientes, a liberdade de expressão tem servido de escudo para tolerar discursos e organizações que rejeitam essa mesma liberdade. O pluralismo virou, em alguns casos, álibi para a intolerância.

É fácil acusar os Emirados de autoritarismo. Mais difícil é admitir que talvez tenham se antecipado a um problema tratado como inexistente no Ocidente. Democracias seguem enviando seus jovens às mesmas instituições, confiando que tradição e ranking fazem a blindagem moral. Não fazem — especialmente depois que o Catar passou a despejar bilhões de dólares nessas universidades.

Convém esclarecer: Catar e Emirados Árabes Unidos não ocupam o mesmo campo. Enquanto os Emirados tentam conter a radicalização islâmica, o Catar é hoje um dos principais patrocinadores estatais do islamismo político. Abriga e financia lideranças da Irmandade Muçulmana, mantém dirigentes do Hamas em Doha e investe deliberadamente na exportação de uma agenda hostil a valores liberais, pluralismo e democracia. Seu uso do soft power acadêmico não é acidental — é estratégico.

Dados oficiais dos Estados Unidos mostram que instituições americanas receberam mais de US$ 4 bilhões do Catar nas últimas duas décadas. Cornell, Texas A&M, Georgetown e Northwestern mantêm operações em Doha financiadas com centenas de milhões — em alguns casos, bilhões — de dólares. Esse dinheiro não é neutro. Compra influência institucional, centros de pesquisa, cátedras, programas acadêmicos e legitimidade política para um regime que sustenta grupos terroristas e investe na radicalização como projeto de poder.

O ambiente que se formou em parte dos campi ajuda a entender o alerta. Depois de 7 de outubro de 2023, universidades como Harvard, Columbia, UCLA e NYU viram protestos que extrapolaram a crítica política. Palavras de ordem como “intifada global” e “from the river to the sea”, ocupações de prédios, intimidação a estudantes judeus e tentativas de silenciar professores e alunos. Em alguns casos, atos terroristas foram relativizados como “resistência”.

Grupos estudantis celebraram a violência; departamentos emitiram notas ideológicas sem espaço para dissenso. Em audiências no Congresso, reitores tiveram dificuldade em afirmar que apelos ao genocídio de judeus violam códigos de conduta quando apresentados como discurso político. O radicalismo passou a circular protegido pela linguagem acadêmica.

Pais do mundo todo que sonham com diplomas estrangeiros talvez percebam tarde que prestígio acadêmico não imuniza contra doutrinação. É possível estudar física quântica de manhã e aderir a uma utopia totalitária à noite.

O gesto dos Emirados não deve ser lido apenas como autoritarismo protetor. É um aviso incômodo ao Ocidente. Se você não defende seus valores dentro das instituições que formam suas elites, alguém ocupará o espaço — e talvez com objetivos opostos aos seus. Ainda há tempo de correção de rota. Universidades podem voltar a ser pontes de diálogo, mas só quando as democracias tiverem coragem de proteger seus filhos do fanatismo travestido de pensamento crítico.

*Nira Broner Worcman, jornalista, é CEO da agência de comunicação Art Presse e autora de “Enxugando gelo” (2025 edição hors commerce), sobre a cobertura midiática da guerra entre Israel e grupos terroristas

https://oglobo.globo.com/opiniao/artigos/coluna/2026/02/o-golfo-da-o-alarme-que-o-ocidente-ignora.ghtml
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Fernando Silva
Países do Golfo, islamitas, estão evitando enviar seus jovens para estudar na Inglaterra.

Motivo: arrisca de se tornarem fundamentalistas islâmicos.
O Golfo dá o alarme que o Ocidente ignora

Liberdade de expressão em universidades tem servido de escudo para tolerar discursos que rejeitam essa mesma liberdade

Por Nira Broner Worcman 08/02/2026


Há acontecimentos que desmontam certezas com uma simples decisão administrativa. A mais recente veio dos Emirados Árabes Unidos. O país anunciou que deixará de financiar estudantes interessados em universidades britânicas por temer que seus jovens sejam expostos à radicalização islâmica nos campi do Reino Unido.

Leia de novo: um Estado árabe, muçulmano, decide que é perigoso mandar seus filhos estudar em Londres — e que é mais seguro mantê-los longe do ambiente universitário ocidental.

O choque vem da inversão da narrativa. Durante décadas, acreditou-se que enviar jovens árabes para universidades britânicas ou americanas funcionaria como antídoto ao fanatismo: ciência, pluralismo, debate aberto. O futuro passava por Oxford, Cambridge ou Harvard. Agora, quem ergue barreiras não é uma democracia liberal, mas um emirado. E não para proteger sua cultura da influência ocidental, mas para impedir que seus estudantes retornem radicalizados do próprio Ocidente.

A decisão expõe um desconforto que as democracias preferem ignorar: universidades não são ilhas de neutralidade. Em certos ambientes, a liberdade de expressão tem servido de escudo para tolerar discursos e organizações que rejeitam essa mesma liberdade. O pluralismo virou, em alguns casos, álibi para a intolerância.

É fácil acusar os Emirados de autoritarismo. Mais difícil é admitir que talvez tenham se antecipado a um problema tratado como inexistente no Ocidente. Democracias seguem enviando seus jovens às mesmas instituições, confiando que tradição e ranking fazem a blindagem moral. Não fazem — especialmente depois que o Catar passou a despejar bilhões de dólares nessas universidades.

Convém esclarecer: Catar e Emirados Árabes Unidos não ocupam o mesmo campo. Enquanto os Emirados tentam conter a radicalização islâmica, o Catar é hoje um dos principais patrocinadores estatais do islamismo político. Abriga e financia lideranças da Irmandade Muçulmana, mantém dirigentes do Hamas em Doha e investe deliberadamente na exportação de uma agenda hostil a valores liberais, pluralismo e democracia. Seu uso do soft power acadêmico não é acidental — é estratégico.

Dados oficiais dos Estados Unidos mostram que instituições americanas receberam mais de US$ 4 bilhões do Catar nas últimas duas décadas. Cornell, Texas A&M, Georgetown e Northwestern mantêm operações em Doha financiadas com centenas de milhões — em alguns casos, bilhões — de dólares. Esse dinheiro não é neutro. Compra influência institucional, centros de pesquisa, cátedras, programas acadêmicos e legitimidade política para um regime que sustenta grupos terroristas e investe na radicalização como projeto de poder.

O ambiente que se formou em parte dos campi ajuda a entender o alerta. Depois de 7 de outubro de 2023, universidades como Harvard, Columbia, UCLA e NYU viram protestos que extrapolaram a crítica política. Palavras de ordem como “intifada global” e “from the river to the sea”, ocupações de prédios, intimidação a estudantes judeus e tentativas de silenciar professores e alunos. Em alguns casos, atos terroristas foram relativizados como “resistência”.

Grupos estudantis celebraram a violência; departamentos emitiram notas ideológicas sem espaço para dissenso. Em audiências no Congresso, reitores tiveram dificuldade em afirmar que apelos ao genocídio de judeus violam códigos de conduta quando apresentados como discurso político. O radicalismo passou a circular protegido pela linguagem acadêmica.

Pais do mundo todo que sonham com diplomas estrangeiros talvez percebam tarde que prestígio acadêmico não imuniza contra doutrinação. É possível estudar física quântica de manhã e aderir a uma utopia totalitária à noite.

O gesto dos Emirados não deve ser lido apenas como autoritarismo protetor. É um aviso incômodo ao Ocidente. Se você não defende seus valores dentro das instituições que formam suas elites, alguém ocupará o espaço — e talvez com objetivos opostos aos seus. Ainda há tempo de correção de rota. Universidades podem voltar a ser pontes de diálogo, mas só quando as democracias tiverem coragem de proteger seus filhos do fanatismo travestido de pensamento crítico.

*Nira Broner Worcman, jornalista, é CEO da agência de comunicação Art Presse e autora de “Enxugando gelo” (2025 edição hors commerce), sobre a cobertura midiática da guerra entre Israel e grupos terroristas

https://oglobo.globo.com/opiniao/artigos/coluna/2026/02/o-golfo-da-o-alarme-que-o-ocidente-ignora.ghtml


“O país anunciou que deixará de financiar estudantes interessados em universidades britânicas por temer que seus jovens sejam expostos à radicalização islâmica nos campi do Reino Unido”.“Agora, quem ergue barreiras não é uma democracia liberal, mas um emirado. E não para proteger sua cultura da influência ocidental”. Meu Deus, quanta ingenuidade. O articulista de O Globo parece raciocinar assim: “Se o governo dos Emirados Árabes Unidos aponta essa explicação como causa, então só pode ser verdade.”

No entanto, outro articulista do próprio O Globo, Guga Chacra, já descreveu o regime emiradense com bastante clareza em 2020:


Os Emirados Árabes Unidos são uma ditadura formada por sete emirados, sendo o mais importante deles Abu Dhabi, embora Dubai seja mais conhecido. Seu líder, Mohammad bin Zayed, foi o grande parceiro de Netanyahu na aproximação de Israel com os países do Golfo Pérsico. A família dele é praticamente dona do país, onde há repressão contra homossexuais e mulheres são tratadas como cidadãs de segunda classe. Os Emirados também cometeram atrocidades e crimes contra a humanidade na Guerra do Iêmen nos últimos anos. Na Guerra da Síria, apoiaram organizações jihadistas da oposição. São responsáveis pelo suporte a milícias sanguinárias na Guerra da Líbia.


Fonte: https://blogs.oglobo.globo.com/guga-chacra/post/ditaduras-arabes-dos-emirados-e-de-bahrain.html

Diante disso, que história é essa de que o governo desse país teme que seus jovens sejam expostos à “radicalização islâmica” em universidades britânicas?

Na realidade, os Emirados Árabes Unidos não temem a radicalização islâmica em si, mas apenas a radicalização islâmica que não seja obediente ao regime emiradense — isto é, correntes fundamentalistas que desafiem seus interesses políticos, alianças estratégicas ou a autoridade do Estado.

Para os radicais islâmicos alinhados ou úteis à ditadura emiradense, nunca houve problema. A própria legislação parcialmente islamizada do país já é suficientemente radical, como mostra a descrição feita por Guga Chacra.

Além disso, fica um questionamento óbvio: se esses jovens universitários estariam sujeitos à radicalização nas universidades britânicas, por que não ocorrería o mesmo nas universidades americanas, que aparentemente não foram atingidas por esse corte de financiamento?
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Precisa-se urgentemente explodir uma bomba atômica em Washington.

Sequestraram maduro e agora assassinaram o líder supremo iraniano Ali Khamenei. Esses abusos precisam parar.

A mídia hipócrita que odeia Putin na Ucrânia aplaude a invasão americana ao Irã.

Os EUA e a ONU impuseram sanções econômicas ao Irã estrangulando a principal fonte de renda do país. Proibiram compra de petróleo iraniano. O Irã foi cortado do sistema financeiro global (SWIFT), impedindo o comércio normal e investimentos estrangeiros. A indústria local e o setor de energia ficaram obsoletos por não conseguirem importar tecnologia básica para manutenção. Corroendo a economia, a consequência é a instabilidade política, agravada pela grande seca recente.

Assim, com o Irã fragilizado, lançam ataque direto ao governo para implantar um estado fantoche e aparelhado pela burguesia ocidental.

Reclamam do Irã querer bomba atômica, mas o EUA têm e sai invadindo o mundo todo. País com bomba atômica não é invadido.

EUA pode ter bomba, mas os outros não. EUA pode invadir outro país, mas a China não pode recuperar seu próprio território logo ao lado.
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EUA e ISRAEL Atacam o Irã - É o Início da 3a Guerra Mundial?



@CristianoMeneses

"Os americanos têm muita sorte, porque aonde quer que vão para levar a liberdade... encontram petróleo."

@claudiavago4539

O pior é quem acredita nessa falácia de "libertação do povo conquistado"...

@franciscodeaaferreiraferre7556

O mais decepcionante é que tem milhões de Brasileiros cegos para as intenções dos EUA a pronto de desfilarem com bandeira americana

@andrmour

O regime estadunidense é provavelmente um dos regimes mais terroristas da História

@armyblink011

É realmente assustador a determinação dos Estados Unidos em dizimar outras nações para atingir seus interesses. Ótimo video.👏

@walter5434

Nossa mídia é um almanaque Americano EUA

@Ky0nKun

Nossa, é muito ridículo essa "política" americana de empacar todo o desenvolvimento da humanidade porque ele não quer deixar de ser o umbigo do mundo.

Terrorista = quem é contra os Estados Unidos. Quando vira a casaca, milagrosamente deixa de ser terrorista.

Antigamente, havia um regime democrático no Irã. Então os EUAs derrubaram esse governo e colocaram uma ditadura. Depois os iranianos, colocaram o regime dos aiatolás no lugar. Agora os EUA querem restaurar a dinastia fiel do xá Reza Pahlavi.

O objetivo é bloquear a exportação de petróleo para a China e a rota da seda passa pelo Irã.

O fim do governo aiatolá tem o risco de criar um novo talibã ou estado islâmico, que nasceram em resposta a invasões dos EUA, o agente do caos.

Parece que os EUA querem trazer a China para a guerra e fazê-la gastar dinheiro com isso.

A guerra é inconveniente para China, que atualmente está organizando a economia interna e investindo em tecnologia.

Huxley
Tutu



Se for associar a política, podemos considerar a turma pró Israel/EUA com a escória evangélica, neopentecostal, grileiro, incendiário florestal, jagunços do agro, além da turma entreguista de Guedes e Tarcísio. E não esquecer o "mito" dos usuários de camisa canarinho e seus milicianos. Só gente bacana.
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“Não protestei contra os 30 mil assassinatos políticos de manifestantes iranianos, ocorridos em poucos dias de janeiro de 2026 pelo regime de Ali Khamenei, porque, em 1953, Mossadegh foi derrubado em um golpe organizado com apoio decisivo da CIA (EUA) e do MI6 (Reino Unido).”

Ok, “tá serto”.
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Huxley
“Não protestei contra os 30 mil assassinatos políticos de manifestantes iranianos, ocorridos em poucos dias de janeiro de 2026 pelo regime de Ali Khamenei, porque, em 1953, Mossadegh foi derrubado em um golpe organizado com apoio decisivo da CIA (EUA) e do MI6 (Reino Unido).”

Ok, “tá serto”.

Sem falar nos prisioneiros políticos torturados, estuprados e mortos. Alguns com apenas 12 anos.

https://www.dw.com/pt-br/regime-do-ir%C3%A3-pode-ter-cometido-crimes-contra-a-humanidade/a-65052810

https://www.cnnbrasil.com.br/internacional/em-entrevista-a-cnn-ministro-rebate-denuncias-de-estupro-em-prisao-por-guarda-iraniana/

https://extra.globo.com/noticias/mundo/prisioneiros-no-ira-foram-torturados-ate-morte-denuncia-karraoubi-316798.html
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EUA e Irã: como os dois países foram de aliados a inimigos



@alexandrinobruno

"Ser inimigo dos EUA é perigoso, mas ser amigo pode ser fatal.."


Planejamento de meses, decisão em cima da hora: o passo a passo do ataque



Já estavam planejando antes dos protestos. É provável que os protestos tenham sido incitados pela CIA.

O que está por trás do ataque de EUA e Israel ao Irã



Enriquecimento de Urânio é necessário para fazer usina nuclear e submarino atômico, mas quem quer pretexto acha que é para arma nuclear.


@karinaholanda9471

Detalhe: Israel não permitiu que o seu programa nuclear fosse monitorado

@laughingseal2282

Depois do fim da primeira guerra o império Otomano caiu e a Inglaterra tomou petróleo do Oriente-Médio. Aí o Irã elegeu um cara que nacionalizou o petróleo (Mossadegh) e a Inglamerd4 derrubou o cara com um golpe de estado. O Shah do Irã era um ditador.

@cacaurcruz

A MALDIÇÃO DO PETRÓLEO. O eco que ressoa até hoje, foi o golpe anglo-americano para deposição de Mohammad Mossadegh em 1953. O ocidente perdeu ali a real possibilidade de um alinhamento diplomático estratégico na região. Pesquisem, vejam, até a CIA admitiu. O lucro rápido e fácil para alguns anglo=americanos já abastados fez essa desgraça demorada e dolorosa para muitos...

@renatomendesurso

Irã, assim como Venezuela tem grandes reservas de Petróleo. Regimes ditatoriais tem em todo mundo, mas ele só vai onde tem Petróleo.

@teodorarosario8761

Maduro, El Mencho, Ali Khamenei… quem será o próximo?!
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Já estavam planejando antes dos protestos. É provável que os protestos tenham sido incitados pela CIA.



Nenhum grupo extenso vai para protesto potencialmente suicida principalmente porque uma potência estrangeira mandou. Os manifestantes iranianos de 2026 sabem muito bem o que tinha acontecido com grande parte dos manifestantes iranianos dos grandes protestos de 2022 (quando sequer havia projeto conhecido de Biden de derrubar o regime iraniano e quando não havia a história do atentado terrorista de 7 de outubro).

Resumindo a história dos resmungos…

Manifestantes iranianos caçados como porcos de abate pela ditadura iraniana em janeiro de 2026 e 30 mil assassinatos políticos (ou mais) = sem reclamações

Forças armadas israelenses e americanas caçando os ratos genocidas da ditadura iraniana como porcos de abate = começaram as reclamações
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