Clube Veneno
O gene egoísta
Autor: scarface | Categoria: Greatest Hits | Exibições: 1211 Comentários: 13
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curiosamente... a religiao pode ter origem na extrapolaçao do senso comum...

Mas recuso-me a postar o estudo que eu costumo postar aqui quando o espatalho do costume aparece.
Se queres estar com um espantalho... estás á vontade...
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Data da postagem: 14/01/2007, 01:00
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scarfacefoi numa coisa sem grande importancia, quando eu falei que um individuo pode ser o antepassado comum de uma porrada de gente sem ter nenhum gene seu nesses descendentes. Depois tu disseste que eu estava a confundir gene com alelo.

Na verdade alelo nao é muito usado pelos evolucionistas. Eles preferem falar em genes a "lutar" pelo mesmo locus. E esse locus pode ser maior do que a extensao de um cistrao. Um gene seria apenas uma unidade da seleçao natural, capaz de potencialmente durar inumeras geraçoes (no fenómeno do mimetismo... grandes porçoes de cromossomas sao preservadas pela seleçao natural sem sofrer os efeitos do crossing over. Para todos os efeitos uma grande porçao de cromossoma deste tipo é um gene). Se os evolucionistas usassem o termo alelo como similar a versao de um gene... que por sua vez é o que produz uma proteína (definiçao demasiado restrita para ser útil para um evolucionista) nesse caso o gene nao seria definível como uma unidade de seleçao natural mas como uma porçao de DNA que faz uma proteína (definiçao mais usada pelos biólogos moleculares).



já vi que a confusão continua...
vou dar um exemplo:
gene= cor dos olhos
alelo = castanho
alelo= azul

locus - posição cromossomática do gene

Cada um de nós (diplóides) tem 2 genes (ou melhor, duas cópias do mesmo gene) para a mesma característica (um do pai, outro da mãe). Ora existem versões diferentes do mesmo gene, se elas forem coincidentes então temos homozigóticos, se forem diferentes, temos heterozigóticos.
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Data da postagem: 14/01/2007, 01:31
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clara campos
scarfacefoi numa coisa sem grande importancia, quando eu falei que um individuo pode ser o antepassado comum de uma porrada de gente sem ter nenhum gene seu nesses descendentes. Depois tu disseste que eu estava a confundir gene com alelo.

Na verdade alelo nao é muito usado pelos evolucionistas. Eles preferem falar em genes a "lutar" pelo mesmo locus. E esse locus pode ser maior do que a extensao de um cistrao. Um gene seria apenas uma unidade da seleçao natural, capaz de potencialmente durar inumeras geraçoes (no fenómeno do mimetismo... grandes porçoes de cromossomas sao preservadas pela seleçao natural sem sofrer os efeitos do crossing over. Para todos os efeitos uma grande porçao de cromossoma deste tipo é um gene). Se os evolucionistas usassem o termo alelo como similar a versao de um gene... que por sua vez é o que produz uma proteína (definiçao demasiado restrita para ser útil para um evolucionista) nesse caso o gene nao seria definível como uma unidade de seleçao natural mas como uma porçao de DNA que faz uma proteína (definiçao mais usada pelos biólogos moleculares).



já vi que a confusão continua...
vou dar um exemplo:
gene= cor dos olhos
alelo = castanho
alelo= azul

locus - posição cromossomática do gene

Cada um de nós (diplóides) tem 2 genes (ou melhor, duas cópias do mesmo gene) para a mesma característica (um do pai, outro da mãe). Ora existem versões diferentes do mesmo gene, se elas forem coincidentes então temos homozigóticos, se forem diferentes, temos heterozigóticos.


Antes de mais, locus = lugar. Para o biólogo molecular é apenas o lugar ocupado por um cistrão. Mas isto é só uma definição conveniente. Mas pode não ser útil para o evolucionismo explicar o que se passa.

Como disse, essas são definições estritas usadas mais na biologia molecular. Em evolução é um pouco diferente. Por exemplo, em seres de reprodução assexuada, como os pulgões, usando a definição de Williams de gene (uma unidade de seleção natural)... todos os cromossomas funcionam como uma unidade genética que é selecionada, logo podem ser vistos como um único gene. Para o evolucionista o que importa é a unidade de seleção natural. Em seres sexuados, o cromossoma sofre crossing-over. Logo não dura o ntempo suficiente para ser uma "particula" da evolução. Essa particula pode ser o cistrão da biologia molecular (o gene que faz uma proteína), com a sua dupla de alelos. Ou podem ser muitos cistrões (como no mimetismo). O que importa é que se a seleção natural os preservar (eliminando os efeitos dos crossing-over)... eles são genes (definição evolucionista)... ou seja unidades de seleção natural potencialmente capazes de durar milhões de anos.
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Data da postagem: 14/01/2007, 15:11