Clube Veneno
Política brasileira
Autor: Agnoscetico | Categoria: Laicismo, Política e Economia | Exibições: 93650 Comentários: 284
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Em que país isso é normal?

Gilmar pressionou Nunes Marques por WhatsApp, além de Fux.

Imagine na Lava Jato se viesse à tona mensagem de juiz pressionando outro.

Rabo-preso do Senado e complacência da ala chapa-branca da imprensa resultaram nessa truculência.

*arte do Poder360





(Felipe Moura Brasil)

Fonte: https://x.com/FMouraBrasil/status/2100064219139801280
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Master pagou R$ 33 milhões ao escritório de Dalide Corrêa, citada em diálogos de diretores do banco como “canal direto com o STF”.

Informação consta em documento de auditoria interna feita pelo BRB, encontrado pela PF e noticiado pelo Estadão.

Dalide era a “faz-tudo” de Gilmar entre 2009 e 2017, seja na assessoria legislativa do STF durante sua presidência, seja na direção do IDP.

A advogada negociava patrocínios com a J&F, dos irmãos Batista, para a faculdade da qual o ministro é sócio-fundador.

Em dois anos, o IDP recebeu R$ 1,5 milhão, dos quais R$ 650 mil foram devolvidos após a delação de Joesley Batista ter se tornado pública.

Quando estourou o escândalo, Gilmar tratou de isolar Dalide.

O grupo de Daniel Vorcaro, pelo visto, não achava que ela estava tão isolada assim.

****

O documento do BRB também aponta que, em 2024, o Master pagou R$ 40 milhões ao escritório da esposa de Alexandre de Moraes, Viviane Barci de Moraes, que, como se sabe hoje, tinha contrato no valor total de R$ 131 milhões com o banco.

Fica evidente que Vorcaro buscava canais (ou janelas de WhatsApp) com o STF.

Moraes, interlocutor do banqueiro, agora tenta escapar de investigação com ajuda de Gilmar.





(Felipe Moura Brasil)

Fonte: https://x.com/FMouraBrasil/status/2100621739659026870
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Data da postagem: 17/09/2026, 21:15
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A mídia sabuja continua querendo emporcalhar a vida de André Mendonça. O jogo é sujo. Muito sujo. Mas não vai colar...😡

O texto abaixo é de Rafael Lougon (

@rafalougon

)

"A NARRATIVA CONTRA ANDRÉ MENDONÇA NÃO PARA EM PÉ

O UOL publicou que o Instituto Iter, ao qual o ministro André Mendonça era vinculado, recebeu R$ 5 milhões de um "ex-parceiro de negócios de Vorcaro". O título é pensado para colar o nome do ministro no do banqueiro. As datas e os fatos contam outra história.

Abril de 2024. O Iter assina um contrato de mútuo conversível com a Cedro Participações, empresa do empresário Lucas Kallas. Não foi doação, foi empréstimo, com obrigação de devolver com juros. O dinheiro é da Cedro. A reportagem não aponta um único centavo de Vorcaro na operação. Naquele momento não existia nenhuma investigação contra Vorcaro.

Em outubro de 2024, seis meses depois do contrato, a Fitch ainda elevava a nota do Banco Master e o classificava como estável. A Operação Compliance Zero, a prisão de Vorcaro e a liquidação do banco só aconteceram em novembro de 2025, um ano e meio após o contrato.

Janeiro de 2026. Dois meses depois de o escândalo vir a público, o Iter interrompeu os repasses, antecipou o vencimento da dívida e começou a devolver os valores, corrigidos pela SELIC.

Fevereiro de 2026. Só então Mendonça é sorteado relator do caso Master. A decisão de encerrar o contrato veio antes da relatoria. E o "parceiro de negócios"? A ligação se resume a a Cedro e um fundo ligado a Vorcaro terem sido acionistas das mesmas empresas de capital aberto. Essas empresas também têm BNDES e BDMG como acionistas. Por esse critério, o BNDES também seria "sócio" de Vorcaro.

A Cedro, aliás, deixou essas empresas em abril de 2026. A própria reportagem admite que Lucas Kallas não é investigado na Compliance Zero e que a Cedro não é citada nos inquéritos do Master. Não há nenhuma acusação de ilegalidade no empréstimo.

E a atuação de Mendonça? Votou contra o interesse de Vorcaro no caso dos precatórios (STP 976), em decisão unânime do STF. O Iter barrou uma tentativa de terceiros de levar o banqueiro a um evento do instituto em 2025.

Como relator, foi Mendonça quem autorizou a nova prisão de Vorcaro. Pergunta simples: o ministro que mandou prender Vorcaro é quem estaria protegendo Vorcaro?

Dois pesos, duas medidas. A mesma matéria registra que Lucas Kallas integrou o Conselhão da Presidência, foi elogiado publicamente por Lula em 2025 e é defendido pelo escritório da família do ministro Alexandre de Moraes. Se a proximidade com Kallas fosse motivo de suspeita, ela valeria para todos. Mas a manchete só mira Mendonça.

Resumo: o empréstimo não tem acusação de ilegalidade e o dinheiro não é de Vorcaro. O contrato foi firmado quando não havia investigação e desfeito antes da relatoria. O alvo escolhido foi justamente o ministro que manteve Vorcaro atrás das grades.

Isso não é jornalismo investigativo. É construção de narrativa."





(João Luiz Mauad)

Fonte: https://x.com/mauad_joao/status/2100652529772351591
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SUR-PRE-SA!! 🤡

“Em dezembro de 2024, numa troca de mensagem em que Vorcaro discute com seu diretor jurídico, Luiz Rennó, cobranças de atrasados que Dalide vinha fazendo, o auxiliar escreveu para o chefe: “Fala amigo! Aquele pagamento é para Dalide! Aqueles precatórios ! Ela é sócia do GM stf! O Leandro sócio dela é muito complicado e eles operam com o BTG. Autoriza esse.”

A pressão frequente por repasses a Dalide consta no acervo do celular de Vorcaro apreendido pela Polícia Federal (PF). Os diálogos, obtidos com exclusividade pela equipe do blog, tratam de um atraso na liberação de uma fatura de R$ 15 milhões à advogada. Nesse caso, além da proximidade com Gilmar Mendes, o GM, pesava também uma suposta associação com o BTG Pactual de André Esteves, concorrente que o ex-banqueiro tinha como principal rival.

Dalide deixou o IDP em 2016. Em Brasília circula a versão de que a advogada deixou a faculdade por desavenças com o ministro e sua família, mas a equipe da coluna apurou que ela e o decano são próximos até hoje e não se afastaram a despeito do desligamento do instituto.”





(João Luiz Mauad - traduzido)

Fonte: https://x.com/mauad_joao/status/2101294950029676979
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Foto do PGR Paulo Gonet com Daniel Vorcaro fumando charuto em Londres foi encaminhada ao banqueiro pelo advogado do Master, Ciro Soares.

“PG me mandou agora”, escreveu.

Gilmar Mendes esperneou quando André Mendonça sugeriu reflexão sobre esse tipo de conduta, mas imagine a gritaria do decano se Sergio Moro e Deltan Dallagnol tivessem aparecido degustando whisky Macallan na Lava Jato…

O sistema quer manter “uma pessoa da estatura” do “PG” no caso Master, porque ele defende a nulidade das provas contra Alexandre de Moraes e ajuda a lançar cortinas de fumaça com suas baforadas.

Suspeitos, claro, são sempre os outros.

(https://valor.globo.com/politica/noticia/2026/09/18/advogado-do-master-encaminhou-foto-de-gonet-com-vorcaro-fumando-charuto-em-londres.ghtml)




(Felipe Moura Brasil)

Fonte: https://x.com/FMouraBrasil/status/2101143670267289608


“Não existe nem tive relação de proximidade com o senhor Vorcaro.”

(Paulo Gonet, 15/9/2026)

Você por acaso diz ter saudade de alguém com quem fuma charuto e toma whisky Macallan - “oba!!!!” - sem ter proximidade?

Assista a essa edição.

(vídeo)


(Felipe Moura Brasil)

Fonte: https://x.com/FMouraBrasil/status/2101293813264155009
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Como o STF ficou tão poderoso até chegar à crise atual?



O STF foi criado para mediar conflitos, mas existe ninguém para resolver problemas do próprio STF.

Hoje tem decisão monocrática e poder de abrir processo e julgar o próprio processo que abriu.


@thulio1920

Nem os sorteios eles respeitam mais. Agora é sequestro de relatórias atraves de desarquivamento de processos semelhantes pra triblar o sorteio e pedir prevenção. É várzea total.

@pamelaribeiro.artista

Quem detém o poder abusa do poder...

@cristianorr2952

Loucura. Parecem 11 poderes dentro do STF. Tomam decisões sozinhos. Absurdo!

@CésarTadeuLuquini

A resposta é simples: temos um senado cheio de bandidos escondidos da lei , basta um mafioso da toga ameaçar e eles ficam com o rabo entre as pernas. Afinal são mais bandidos que os próprios mafiosos

@jacksonamaral329

O Brasil está ruim assim: "Tudo corrompido."

@fuscaopreto12

O Sistema de Trocas e Favores chegou a esse ponto de promiscuidade por conta de um determinado grupo que está no poder há décadas, junto com seus cúmplices. Sem uma alternância de poderes os m4fiosos se sentem mais a vontade para fazerem o que bem entendem, com a ajuda de parte da imprensa que vem atuando de forma minimamente cúmplice com tais retrocessos!

@marceloflores6505

O problema é.a corrupção generalizada: quem deveria controlar esses podres é um Legislativo forte e ético e uma mídia forte e correta, 2 realidades que não ocorrem no Brasil. Temos muitos deputados federais e senadores envolvidos com crimes, de rabo preso, pois são julgados justamente pelos Ministros do STF. Então, como um bandido vai apontar o dedo para outro bandido? Ainda, a grande mídia possui os interesses dos seus controladores, possui um viés e não noticia os fatos de forma ampla e irrestrita, como deveria: se convir a eles, publicam uma coisa e abafam outra. Na situaçao atual, TODOS OS MINISTROS com indícios de envolvimento com o escândalo do banco Master deveriam ser afastados, são apenas servidores públicos, não deuses. Após serem afastados, caso se comprove sua inocência, retornam ao cargo. Caso não se comprove, sejam exonerados do cargo público e julgados em processo penal completo, conforme a Constituição e nossas leis determinam.
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Foto do PGR Paulo Gonet com Daniel Vorcaro fumando charuto em Londres foi encaminhada ao banqueiro pelo advogado do Master, Ciro Soares.




Ir a Londres e posar bebendo uísque e fumando charuto já seria uma ostentação babaca mesmo que não houvesse nada de ilegal.
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"Moraes nas asas de Vorcaro: as provas e as narrativas":




O vídeo, apresentado por Felipe Moura Brasil, analisa reportagens e evidências sobre a utilização de aeronaves por parte do ministro do STF, Alexandre de Moraes, e sua esposa, Viviane Barci de Moraes. A discussão central envolve a relação entre o escritório da esposa do ministro e o banqueiro Daniel Vorcaro, proprietário de empresas de táxi aéreo.

Pontos principais abordados:

A controvérsia do jatinho: O vídeo discute imagens de Moraes desembarcando de um jatinho ligado a Vorcaro em 22 de agosto de 2025 (1:38-1:53). O ministro afirmou anteriormente que jamais viajou em aeronaves do banqueiro (5:03-5:15).

Mensagens e contratos: São apresentadas mensagens trocadas entre Daniel Vorcaro e Marcos Mata (dono da empresa Prime) sobre a disposição de aeronaves para a família Moraes (1:57-4:58), além de relatos de um possível contrato de milhões de reais envolvendo o escritório da esposa do ministro (8:11-9:36).

Defesa e justificativas: O vídeo rebate a nota do escritório Barci de Moraes, que alega a contratação de serviços de táxi aéreo sem vínculo pessoal com os proprietários (13:36-14:35), apontando contradições sobre o uso de "cotas" de aeronaves versus contratação de serviço avulso (14:44-16:20).

A "figura" do marido: Felipe Moura Brasil critica a narrativa utilizada na nota de que Moraes viajou apenas na condição de "marido" da advogada (18:10-19:50), questionando a ética e a transparência dessa justificativa (20:10-21:39).

Análise de discurso: A segunda parte do vídeo foca em um discurso de Moraes em um evento do LIDE (21:40-28:50), onde o apresentador aponta uma suposta hipocrisia ao contrastar as falas do ministro sobre "segurança jurídica" e "independência do judiciário" com as polêmicas envolvendo sua conduta (29:22-30:48).


(Recurso "Resuma o Vídeo" do Google Gemini)
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10 motivos para investigar, afastar e/ou prender um magistrado onipotente

1.

O magistrado editou duas vezes o contrato privado da esposa advogada com o banqueiro, que rendeu uma fortuna para a família dele, embora a do contratante tenha sido construída à base da maior fraude financeira da história do país, com dinheiro desviado de investidores e de fundos de previdência, ou seja, de aposentados.

2.

O magistrado foi beneficiário do uso de aeronaves da empresa do banqueiro como parte das negociações com sua esposa, como ficou comprovado até em vídeo.

3.

O magistrado foi um dos organizadores de uma degustação em Londres de whisky Macallan e charutos, patrocinada pelo banqueiro; e, para ela, convidou autoridades das quais o contratante de sua esposa gostaria de se aproximar, incluindo outro magistrado do mesmo tribunal que atribuiu expressamente ao colega esse convite.

4.

O magistrado conversava pelo WhatsApp com o banqueiro, que parecia receber dele informações de interesse e que lhe pedia para interferir junto a autoridades policiais e do Ministério Público presentes no clube do whisky, a fim de travar investigações em tese sigilosas a seu respeito, chegando a consultar o marido de sua contratada sobre fugir do país dois dias antes de ser preso.

5.

O magistrado utilizava um sistema de visualização única das mensagens trocadas com o banqueiro, tendo alterado a configuração do aplicativo para que os rastros fossem apagados a cada 24 horas, o que ele próprio, em voto condenatório no tribunal, considerou apagamento de provas.

6.

O magistrado utilizou um inquérito ilegal aberto há 7 anos e meio para atacar, com base em relatório apócrifo do qual ainda não explicou como tomou conhecimento, o relator do caso que retirou sigilo do relatório policial oficial, no qual ele foi identificado como destinatário das referidas mensagens do banqueiro contratante de sua esposa.

7.

O magistrado participou de sessão de julgamento sobre a abertura ou não de investigação a seu respeito, buscando intimidar o relator do caso com acusações - desprovidas de devido processo legal e de provas documentais - como a de que o colega exerceu pressão para que ele fosse implicado em colaboração premiada.

8.

O magistrado cobrou que, para abertura de investigação a seu respeito, houvesse pedido do atual procurador-geral da República, também envolvido em trocas de mensagens com o banqueiro com quem fumou charuto e foi fotografado no clube do whisky, embora esse mesmo magistrado tenha relatado por 7 anos e meio um inquérito aberto sem pedido da Procuradoria, cuja chefe, na época, defendeu seu arquivamento por ilegalidade.

9.

O magistrado trocou de celular sem jamais ter apresentado o conteúdo ou entregue às autoridades o aparelho e o chip daquele pelo qual conversou com o banqueiro contratante de sua esposa. Tampouco encaminhou a qualquer autoridade, na época das conversas, aviso ou solicitação de providências acerca dos pedidos de interferência em investigações a partir de informações sigilosas obtidas ilegalmente.

10.

O magistrado conta com a mobilização de aliados no tribunal (alguns dos quais ele ajudou a blindar no passado), na Polícia Federal, na Procuradoria-Geral e na presidência da República, além da ala chapa-branca da imprensa, para melar o processo na raiz, seja plantando vícios para colher nulidade, seja arrastando os demais colegas para a mesma lama. Ele também segue sendo sorteado, ou passível de ser sorteado, para relatar ações que envolvem o escândalo que o atingiu; e ainda poderá ser ser presidente da Corte daqui a um ano, concentrando ainda mais poderes para retaliar todos que ousaram enfrentá-lo.


(Felipe Moura Brasil)

Fonte: https://x.com/FMouraBrasil/status/2102042313018986896
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"Suspeição Master: Paulo Gonet tem de ser afastado do caso":




O vídeo apresenta uma análise de Felipe Moura Brasil sobre as imagens recém-reveladas de Paulo Gonet, Procurador-Geral da República (PGR), fumando charuto e degustando whisky em Londres ao lado de Daniel Vorcaro, dono do Banco Master.

Pontos principais discutidos:

Contradição no discurso: O apresentador confronta a afirmação de Gonet feita em sessão no STF (2:45-3:36) de que ele não possuía relacionamento de proximidade com Vorcaro, exibindo a foto como evidência de um vínculo social incompatível com o cargo (5:31-7:30).

Mensagens trocadas: São exibidos registros de conversas entre o advogado Ciro Soares e Vorcaro (1:07-2:25), que demonstram tentativas de proximidade do banqueiro com autoridades e referências a um pedido de Gonet para levar o filho a um evento (1:23-2:07).

Questões de suspeição: Felipe Moura Brasil argumenta que a conduta de Gonet no caso Master — como o posicionamento contrário a prisões preventivas e a tentativa de anular relatórios policiais — levanta sérias dúvidas sobre sua imparcialidade (8:32-9:47).

Pressão interna: O vídeo detalha a repercussão negativa da imagem na PGR e a expectativa em torno da reunião do Conselho Superior do Ministério Público (CSMPF) marcada para 25 de setembro, que avaliará a conduta do procurador (12:07-13:20).
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