
Clube Veneno
Política brasileira
Lula diz que é preciso parar com 'babaquice de fazer superávit' para governo investir
Analistas têm manifestado preocupação com reiterados déficits fiscais dos últimos anos. Para baixar juro e conter a dívida, cobram ajuste fiscal mais forte por parte do governo.
Por Alexandro Martello, g1 — Brasília
12/09/2026 13h10 Atualizado há uma semana
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) afirmou neste sábado (12) que a economia brasileira precisa crescer para gerar empregos no país.
O petista acrescentou que, para isso, o governo precisa investir e parar com o que chamou de "babaquice de fazer superávit".
As declarações foram dadas durante comício em Curitiba (PR). Lula concorre à reeleição para a Presidência da República no pleito de outubro.
"Pra gerar emprego, a economia tem que crescer, e para economia crescer, o governo tem que investir. E para governo investir, é preciso parar com essa babaquice de fazer superávit, fazer superávit, de ter controle fiscal. Porque a grande dívida do Brasil é a taxa de juros que nós pagamos, R$ 1,3 trilhão. O restante é investimento", declarou o presidente.
▶️Analistas têm manifestado preocupação com a trajetória das contas públicas. Eles avaliam que os reiterados déficits fiscais dos últimos anos pressionam a taxa de juros e, consequentemente, o endividamento público. Para baixar o juro e conter a dívida, cobram um ajuste fiscal mais forte por parte do governo.
▶️Economistas observam que reduzir a taxa básica da economia, a Selic — atualmente em 14% ao ano — por decisão sem embasamento técnico não garante juros menores na economia. Isso porque o juro de longo prazo é definido pelo mercado e reflete expectativas sobre inflação, atividade econômica e gastos públicos.
▶️Diante da disparada da dívida pública e do aumento da desconfiança sobre as contas do governo, os investidores passaram a exigir taxas de juros mais altas para financiar o governo. Isso eleva o custo da chamada rolagem da dívida pública, feita por meio da emissão de títulos pelo Tesouro Nacional, e também o endividamento brasileiro (em um "ciclo vicioso").
Lula vinha prometendo saldo positivo
As declarações do presidente contradizem o plano de governo petista para o próximo mandato, protocolado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE), que promete uma "política fiscal responsável" para impulsionar ainda mais os investimentos produtivos, o crescimento econômico de longo prazo a uma redução sustentada da taxa de juros.
"O resultado fiscal virá, como fizemos até aqui, da retomada do crescimento econômico, do controle do aumento do gasto primário, investindo na melhoria da eficiência e da qualidade do gasto público, da promoção de justiça tributária e do combate aos privilégios e às distorções", diz o documento.
Também contrariam suas próprias declarações em entrevista à TV Globo, no fim de agosto, quando o presidente garantiu que o país terá superávit e disse que pretende fazer uma “revolução tecnológica” no país em um eventual próximo mandato, com investimentos em inteligência artificial, minerais críticos, terras raras e defesa.
“Eu quero voltar a fazer com que esse país dispute com o mundo rico. Esse país vai ter que ser dono dos minerais críticos, das terras raras. [...] É esse o futuro que eu quero para o país e é por isso que eu estou pleiteando o quarto mandato. Eu já acabei com a fome duas vezes. Quando eu voltei agora, esse país estava destruído. O déficit era 2,8%. O último foi 0,8% e, agora, vai ser positivo. Nós vamos fazer superávit", disse Lula, em agosto.
Juros Altos
O ministro da Fazenda, Dario Durigan, que tem sido destacado para falar em nome da campanha de Lula, reiterou nas últimas semanas que o governo buscará retomar a trajetória de superávit nas contas do governo a partir de 2027, se reeleito.
A proposta de orçamento enviada ao Congresso Nacional contempla uma projeção de saldo positivo de R$ 18,6 bilhões — após a previsão do atual mandato inteiro com as contas no vermelho. O objetivo da área econômica é possibilitar um corte da taxa de juros, atualmente em 14% ao ano. Em termos reais, está entre os maiores juros do mundo.
As declarações do ministro da Fazenda e a proposta de orçamento abrangem um ajuste das contas do governo em dois pontos do PIB em um eventual novo mandato de Lula, mantendo um ritmo gradual de melhora das contas públicas.
O objetivo seria justamente tentar conter o crescimento da dívida pública, que atingiu 82% em junho, o maior patamar desde a pandemia, com um forte crescimento de mais de 10 pontos na parcial da atual gestão de Lula, para baixar a taxa de juros da economia.
https://g1.globo.com/economia/noticia/2026/09/12/para-o-governo-investir-e-preciso-parar-com-essa-babaquice-de-fazer-superavit-diz-lula.ghtml
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Data da postagem: 23/09/2026, 20:26
Pesquisa revela que nenhum dos candidatos ao Palácio do Planalto conseguirá estabilizar a dívida pública
Levantamento feito pelo Ranking dos Políticos junto às propostas de seis candidatos revela que eles não têm plano fiscal suficiente para conter o crescimento da dívida pública. Flávio Bolsonaro tem o pior resultado na avaliação
Publicado em: 18/09/2026 17:09
Rosana Hessel
O quadro fiscal tende a ser desafiador para quem ganhar as eleições, porque, conforme análise feita pelo Ranking dos Políticos, junto aos planos econômicos de seis candidatos, nenhum deles conseguirá estabilizar o crescimento da dívida pública. A análise, divulgada nesta sexta-feira (18/9), considerou as 1.297 propostas dos candidatos Renan Santos (Missão), Flávio Bolsonaro (PL), Lula (PT), Romeu Zema (Novo), Ronaldo Caiado (PSD) e Augusto Cury (Avante), considerando exclusivamente seus impactos econômico-fiscais. Uma das principais constatações é que o plano do filho do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) é o pior entre os listados.
Conforme os dados do estudo, que considera projeções da Instituição Fiscal Independente (IFI), o tamanho do problema herdado é da necessidade de um superavit primário (economia para o pagamento dos juros da dívida pública) de 2,1% do Produto Interno Bruto (PIB) para que o crescimento do endividamento do governo se estabilize. Isso significa que o esforço fiscal do próximo governo seria de 2,5 pontos percentuais do PIB, ou cerca de R$ 342 bilhões ao ano, “antes de qualquer promessa nova, qualquer que seja o vencedor da eleição”. Esse montante equivale a 12,4% de toda a despesa primária projetada para 2027 e a 1,24 vez do gasto discricionário do Poder Executivo.
“Nenhum dos seis planos governamentais apresenta viabilidade orçamentária diante do atual desafio fiscal. Todos afastam o país da estabilização da dívida em vez de aproximá-lo, e a distância vai de 2,9% a 3,6% do PIB, com média de cerca de R$ 437 bilhões ao ano, ou 3,2% do PIB”, destacou o documento de 72 páginas.
Nesse sentido, o estudo coloca o candidato mineiro Romeu Zema na primeira posição entre os demais, com uma distância estimada de R$ 392 bilhões em relação à trajetória necessária para estabilização da dívida, equivalente a 2,9% do PIB. Em seguida, aparecem Augusto Cury, com R$ 393 bilhões (2,9% do PIB); Ronaldo Caiado, com R$ 411 bilhões (3%); Lula, com R$ 452 bilhões (3,3%); Renan Santos, com R$ 478 bilhões (3,5%); e, na última colocação: Flávio Bolsonaro, com R$ 496 bilhões (3,6%).
Conforme a pesquisa, a diferença entre Zema e Cury é de apenas R$ 1 bilhão e deve ser considerada um empate dentro da precisão do método. O estudo também destacou que estar na primeira colocação não significa que o plano de Zema e Cury sejam fiscalmente suficientes, mas que, entre os seis analisados, “são aqueles que apresentam a menor distância em relação ao equilíbrio”.
Um dos principais alertas do estudo é justamente a dificuldade de transformar promessas eleitorais em números. Das 1.297 propostas identificadas, somente 478, ou seja, 36,9%, puderam ser classificadas. Outras 819, equivalentes a 63,1%, ficaram na categoria “não se aplica”, principalmente por falta de valores, prazos ou bases de cálculo suficientes. Por isso, os autores do estudo alertaram que a ausência de custo identificado não significa custo zero. Os valores calculados devem ser entendidos como limites inferiores dos impactos fiscais dos programas.
A análise também mostra que nenhum dos seis planos consegue, nas condições avaliadas, produzir uma trajetória de estabilização da dívida. Os programas aumentam a distância em relação ao equilíbrio entre 2,9% e 3,6% do PIB. Em uma simulação que atribui às propostas não mensuradas a mesma densidade fiscal das medidas classificadas, a distância estimada aumenta para 3,5% do PIB, no caso de Romeu Zema, e chega a 6%, no caso de Flávio Bolsonaro.
De acordo com o levantamento, a discussão eleitoral precisa avançar da promessa para o custo das escolhas e a falta de informações sobre custos também representa um problema para o eleitor.
A seguir, veja as observações do estudo sobre os planos de cada um dos seis candidatos analisados:
Zema tem melhor resultado, mas com ressalvas
O plano de Romeu Zema é o único cuja faixa de resultados, nos cenários considerados, chega a cruzar o zero, indicando possibilidade de autofinanciamento das medidas. O resultado, porém, depende em grande parte de uma reforma previdenciária cujos efeitos mais expressivos ocorreriam depois do horizonte do mandato.
Outro ponto de atenção é que Zema propõe substituir o atual arcabouço fiscal, mas não apresenta uma regra alternativa suficientemente detalhada. O estudo, portanto, considera o resultado favorável, mas destaca que sua sustentação depende de premissas que precisam ser examinadas com cautela.
Cury: metas próprias, mas pouco detalhamento
Augusto Cury aparece praticamente empatado com Zema e apresenta uma característica considerada positiva pelo estudo: é o único candidato, além de explicitar compromissos em seu programa, a estabelecer uma meta fiscal própria.
Apesar disso, a análise aponta que a meta de déficit primário próximo de zero não seria suficiente, isoladamente, para estabilizar a dívida pública. Além disso, apenas 33% das propostas do candidato puderam ser efetivamente classificadas, o que limita a comparação.
Caiado: plano mais explícito
Ronaldo Caiado apresenta, segundo o estudo, o plano metodologicamente mais explícito em relação às consequências fiscais das propostas. O candidato afirma que cada medida deverá ter estimativa de impacto, fonte de financiamento e avaliação de compatibilidade com a trajetória da dívida.
O problema identificado pela análise está na regra fiscal proposta: o novo mecanismo seria menos restritivo que o arcabouço atualmente vigente. Além disso, o plano não identifica de maneira concreta quais despesas seriam cortadas para financiar suas medidas.
Lula: maior cobertura de políticas sociais, mas com pressão fiscal
O plano de Lula aparece na quarta posição, com impacto estimado de R$ 452 bilhões, ou 3,3% do PIB. A análise considera que diversas propostas ampliam ou preservam despesas públicas, enquanto parte dos mecanismos de financiamento desloca os custos para fora das despesas primárias.
O estudo ressalta, porém, que apenas 29% das propostas de Lula puderam ser classificadas. Assim, o resultado calculado representa apenas o que foi possível mensurar objetivamente a partir das informações disponíveis no plano e das fontes externas utilizadas.
Renan Santos: maior cobertura, mas com saldo negativo
Renan Santos apresenta o maior percentual de propostas passíveis de classificação entre os seis candidatos, com 52% do total. Ainda assim, o plano aparece em quinto lugar, com uma distância fiscal estimada em R$ 478 bilhões, equivalente a 3,5% do PIB.
A análise mostra que maior detalhamento não necessariamente resulta em maior sustentabilidade fiscal: mesmo com a maior cobertura metodológica, o conjunto de medidas classificadas mantém uma distância significativa da trajetória necessária para estabilizar a dívida.
Flávio Bolsonaro: maior distância fiscal
Flávio Bolsonaro aparece na última posição do ranking, com R$ 496 bilhões de distância em relação à estabilização da dívida, ou 3,6% do PIB.
O estudo, entretanto, faz uma ressalva importante: apenas 32% das propostas do candidato puderam ser classificadas. Por isso, a posição no ranking não deve ser interpretada como uma avaliação completa de todo o programa, mas como resultado daquilo que foi possível mensurar dentro dos critérios estabelecidos.
https://newblogs.correiobraziliense.com.br/blog-da-rosana-hessel/pesquisa-revela-que-nenhum-dos-candidatos-ao-palacio-do-planalto-conseguira-estabilizar-a-divida-publica/
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Data da postagem: 23/09/2026, 20:30

Coluna forte e necessária da Malu.
Normalizamos o absurdo. Isso sim é o fim do estado de direito. Não há mais lei no país, mas a regra de quem pode paga por acesso e proximidade com os juízes dos tribunais superiores.
A casta dos intocáveis se locupleta com dinheiro público e privado.
(Ivanildo Terceiro)
Fonte: https://x.com/ivanildoiii/status/2103097528795173131
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Data da postagem: 24/09/2026, 22:43

Para anular em 27/9 no STF decisão tomada em 25/9 por Mendonça no TSE (concorde-se ou não com ela), Dino ampliou escopo de reclamação ajuizada em 25/5.
Temos o método das relatorias paralelas em tribunais paralelos.
Juiz natural é autoproclamado ou direcionado por conveniência.
(Felipe Moura Brasil)
Fonte: https://x.com/FMouraBrasil/status/2104319790685073494
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Data da postagem: 28/09/2026, 01:01

A noticiada presença do procurador-geral da República no casamento do filho do magistrado que ele tenta blindar contra abertura de investigação, defendendo nulidade de relatório policial, é mais um motivo de suspeição que torna indefensável sua atuação no caso Master.
O corporativismo do Conselho Superior do Ministério Público Federal, que na sexta-feira (25/9) blindou o PGR por 5 votos a 4 contra abertura de apuração, deixou Paulo Gonet à vontade para confraternizar no sábado (26/9) com a família Moraes, sob a proteção amiga de Gilmar Mendes, o supremo influenciador que exaltou em rede social a decisão do CSMPF e o modo de agir de seu ex-sócio e afilhado político, notadamente à sua imagem e semelhança.
A amizade íntima entre o procurador-geral da República e Alexandre de Moraes - também organizador da degustação de charutos e whisky Macallan, na qual Gonet foi fotografado fumando à mesa com Daniel Vorcaro - turbina a desconfiança da sociedade em relação à sua capacidade de atuar com imparcialidade e independência.
O mesmo sistema que desmantelou uma força-tarefa anticorrupção com base em ilações sobre conteúdo não autenticado de mensagens entre magistrado e procurador roubadas por hackers não tem agora qualquer cerimônia em demonstrar e legitimar a intimidade presencial entre as partes envolvidas no mesmo processo.
Na República do Escambo, a casta do sistema tem uma ética própria de proteger-se acima de tudo e de todos, esfregando na cara dos demais cidadãos sua condição de pairar acima das regras impostas a eles em tribunais e órgãos de fiscalização e controle instrumentalizados por ela.
É uma afetação deliberada de poder por parte de quem se apossou das instituições brasileiras, em razão da covardia e do rabo preso de políticos da esquerda lulista, do velho tucanato e do Centrão bolsonarista, todos eles hoje fingindo, em campanha eleitoral, ter interesse em reformar o sistema de Justiça que ajudaram a desvirtuar.
O efeito dominó da ganância incontida resulta em regimes autoritários, onde a reação sistêmica contra quem ousa apontar meios indecentes de faturamento produz cada vez mais disfuncionalidade institucional, concentração de poder, intimidação, censura, retaliação e injustiça.
O Brasil continua aprisionado neste ciclo, no qual, a julgar pelas preferências do eleitorado, está fadado a permanecer por mais quatro anos, pelo menos.
Não por falta de aviso, os brasileiros seguirão tendo notícias, e pagando as contas, das festas nababescas da casta mais cínica de sua história.
(Felipe Moura Brasil)
Fonte: https://x.com/FMouraBrasil/status/2104227556895408131
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Data da postagem: 28/09/2026, 01:06

Opinião
Nunes Marques vê intromissão de Dino no TSE, mas já fez pior
Josias de Souza
Colunista do UOL
28/09/2026 09h55
Mandachuva do TSE, Nunes Marques deseja ter com Edson Fachin, chefe do STF, uma conversa de presidente para presidente. Dirá que Flávio Dino extrapolou ao anular decisão tomada por André Mendonça na Justiça Eleitoral. O problema é que, nessa guerrilha, Nunes Marques é prisioneiro do seu próprio passado.
Dino liberou postagens que Mendonça, vice-presidente do TSE, tinha mandado apagar. As publicações se referiam à polêmica sobre Nossa Senhora Aparecida. Há quatro anos, Nunes Marques fez muito pior. Anulou no STF um julgamento em que o plenário do TSE havia condenado à perda do mandato o deputado estadual bolsonarista Fernando Francischini. Ele havia mentido nas redes sobre a confiabilidade das urnas eletrônicas.
Levada à Segunda Turma do Supremo em julho de 2022, a decisão de Nunes Marques foi revista por 3 votos a 2. Alvo de Dino agora, Mendonça votou com Nunes Marques em 2022. Fachin fez parte da ala que recompôs a cassação do parlamentar bolsonarista. Ontem, como hoje, quando a política partidária entra pela porta dos tribunais, a institucionalidade pula pela janela… - Veja mais em https://noticias.uol.com.br/colunas/josias-de-souza/2026/09/28/nunes-marques-ve-intromissao-de-dino-no-tse-mas-ja-fez-pior.htm
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Data da postagem: 28/09/2026, 13:56
Lula resolveu não comparecer no debate da rede esgoto. Então a ditadura de toga forçou a Globo a cancelar o debate para não detonarem Lula. O TSE (aparelhado pelo STF) criou tantas mudanças de regras de última hora que são impossíveis de cumprir que a Globo cancelou. Mudança de regras e decisões judiciais é insegurança jurídica nas eleições. TSE tem que ser imparcial e independente.
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Data da postagem: 01/10/2026, 22:04

Antes de a Globo cancelar o debate, o Flávio Bolsonaro cancelou sua participação nele. Rapaz, cadê aquela pose de machão do Flávio Rachadão que dizia: “Confirmo minha presença no debate presidencial da Globo! Ei, Lula, apareça para debater comigo lá se for capaz”.
O Renan Santos, no debate da Globo, encostou… e a desgraça se borrou! HAHAHAHAHA… Não tinha mais a expectativa de que iria debater majoritariamente com assistentes de palco (Zema e Caiado) depois que o ministro Gilmar Mendes deu uma ordem judicial de última hora para Renan Santos participar do debate da Globo.
(Allan dos Panos)
Fonte: https://x.com/allandospanos/status/2105827296917524673

Fonte: https://x.com/SamPancher/status/2105787060078399623
O Renan Santos, no debate da Globo, encostou… e a desgraça se borrou! HAHAHAHAHA… Não tinha mais a expectativa de que iria debater majoritariamente com assistentes de palco (Zema e Caiado) depois que o ministro Gilmar Mendes deu uma ordem judicial de última hora para Renan Santos participar do debate da Globo.
Malu Gaspar: "Flávio pode ser acusado de fugir de Renan Santos? Sim, pode ser, sim.
Ele tinha EXIGIDO antes que não viria por causa do Renan Santos."
Então, quer dizer que o Flávio exigiu a censura de um dos candidatos para participar do debate e agora está reclamando de censura?
(vídeo)
(Allan dos Panos)
Fonte: https://x.com/allandospanos/status/2105827296917524673

Fonte: https://x.com/SamPancher/status/2105787060078399623
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Data da postagem: 01/10/2026, 23:16

Resumo. O Flávio avisou antecipadamente que iria ao debate da Globo, mas pensava que iria debater só com assistentes de palco (Zema, Caiado e o não confrontativo Cury). Aí, de última hora, veio o Gilmar Mendes para colocar o confrontativo Renan Santos no debate da Globo e aí o Flávio Bolsonaro fugiu do debate ao anunciar, de última hora, o cancelamento da ida ao programa da Globo. Isso está inserido no contexto da revelação da jornalista Malu Gaspar (O Globo) de que o filho de Jair exigiu o não comparecimento do Renan como condição para ir ao debate. O resto é narrativa de bolsonarista…
(Renan Santos)
Fonte: https://x.com/RenanSantosMBL/status/2105999881563181132
(Felipe Moura Brasil)
Fonte: https://x.com/FMouraBrasil/status/2105990324719911097
Ponha uma coisa na cabeça: o debate de ontem foi ARMADO como palco para o Flávio. Me tiraram para que o herdeiro burrinho ficasse seguro. Ele fugiu e a Globo cancelou. Tem papo nenhum de púlpito aí. Isso é só desculpa.
Na Band colocaram púlpito do Lula e ele não foi.
(Renan Santos)
Fonte: https://x.com/RenanSantosMBL/status/2105999881563181132
Bolsonaristas têm dificuldade de aceitar que interferências políticas de Estela e Gilmar no debate da Globo não excluem pavor de Flávio em debater com Renan.
Flávio conseguiu pretexto para faltar e posar de antissistema. Mas já tinha fugido do debate da Band, sem decisão judicial alguma.
(Felipe Moura Brasil)
Fonte: https://x.com/FMouraBrasil/status/2105990324719911097
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Data da postagem: 02/10/2026, 12:23
Opinião do EstadãoCont. https://www.estadao.com.br/opiniao/juizes-fazem-o-diabo-para-ajudar-lula/
Juízes fazem o diabo para ajudar Lula
Ministros do STF e do TSE mandam às favas os escrúpulos de consciência e tomam decisões que inviabilizam o último debate presidencial do primeiro turno, do qual o petista não participaria
Por Notas & Informações
02/10/2026 | 10h34
Já ficou suficientemente claro que há uma força-tarefa no Poder Judiciário dedicada a ajudar a reeleger o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Só isso explica as decisões arbitrárias e esdrúxulas que os ministros Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF), e Estela Aranha, do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), tomaram para inviabilizar a realização do último debate presidencial antes do primeiro turno da eleição.
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Data da postagem: 03/10/2026, 03:42