
Clube Veneno
Protecionismo X Livre mercado

Uma empresária americana explica por que ela não tem como fabricar nos EUA:
- Não tem as máquinas para fabricar as partes e elas são muito caras.
- Não tem as ferramentas de injeção. Teria que ser uma para cada produto e cada uma custa muito caro. Pedir a alguém nos EUA para injetar custa caro e demora.
- Não tem as matérias primas.
- Não tem trabalhadores especializados
- Estaria falida em pouco tempo se tentasse investir nisso tudo.
- Não tem as máquinas para fabricar as partes e elas são muito caras.
- Não tem as ferramentas de injeção. Teria que ser uma para cada produto e cada uma custa muito caro. Pedir a alguém nos EUA para injetar custa caro e demora.
- Não tem as matérias primas.
- Não tem trabalhadores especializados
- Estaria falida em pouco tempo se tentasse investir nisso tudo.
0
0
0
0
0
0
0
Data da postagem: 24/04/2025, 14:28
A solução para desenvolvimento é Estado?
POR QUE O BRASIL NÃO É UM PAÍS DE PRIMEIRO MUNDO? (JOSÉ KOBORI EXPLICA)
Sem protecionismo no século 19, os EUA seriam um país agrário hoje.
EUA recomenda livre comércio para os países pobres.
Quando a coisa aperta, o EUA é protecionista. Protegem o mercado da Tesla proibindo a entrada da BYD (aliança Trump e Musk).
Os EUA não têm mais a glória do passado. Antigamente conseguiam produzir tudo nos EUA, agora são completamente dependentes dos produtos estrangeiros.
POR QUE O BRASIL NÃO É UM PAÍS DE PRIMEIRO MUNDO? (JOSÉ KOBORI EXPLICA)
Sem protecionismo no século 19, os EUA seriam um país agrário hoje.
EUA recomenda livre comércio para os países pobres.
Quando a coisa aperta, o EUA é protecionista. Protegem o mercado da Tesla proibindo a entrada da BYD (aliança Trump e Musk).
Fernando Silva
Uma empresária americana explica por que ela não tem como fabricar nos EUA:
- Não tem as máquinas para fabricar as partes e elas são muito caras.
- Não tem as ferramentas de injeção. Teria que ser uma para cada produto e cada uma custa muito caro. Pedir a alguém nos EUA para injetar custa caro e demora.
- Não tem as matérias primas.
- Não tem trabalhadores especializados
- Estaria falida em pouco tempo se tentasse investir nisso tudo.
Os EUA não têm mais a glória do passado. Antigamente conseguiam produzir tudo nos EUA, agora são completamente dependentes dos produtos estrangeiros.
0
0
0
0
0
0
0
Data da postagem: 22/08/2025, 13:52

Huxley
Industrialização demais, em termos de participação porcentual industrial no PIB, é coisa de país pobre (para os padrões americanos):
1- Houve um tempo em que se pensava que a economia real = agricultura, alimentava as pessoas, ao contrário da indústria.
2- Depois, o mesmo se dizia sobre a indústria e a agricultura em comparação com os serviços. As pessoas (Trump e outros) ainda estão confusas se o saldo comercial inclui serviços.
3- Agora surgiu uma nova categoria, a do fluxo de caixa.
4- O comércio não tem nada a ver com países, tudo a ver com margem
Os EUA têm enriquecido por meio do processo de transição da produção de baixa margem para a de alta margem, o que inclui a mudança da indústria para os serviços, e dos serviços para a alavancagem de ideias.
(Nassim Nicholas Taleb - traduzido)
Fonte: https://x.com/nntaleb/status/1910325155097719239
Fonte: https://clubeceticismo.com.br/viewtopic.php?p=42048#p42048
0
0
0
0
0
0
0
Data da postagem: 22/08/2025, 20:36

"Intelectuais desenvolvimentistas" repetem obsessivamente a mentira: "Somos explorados no comércio internacional porque o Brasil é essencialmente um fazendão exportador e um importador de manufaturas"...
"A Economia do Agronegócio, Explicada":
"A Economia do Agronegócio, Explicada":
0
0
0
0
0
0
0
Data da postagem: 22/08/2025, 20:42
Huxley
"Intelectuais desenvolvimentistas" repetem obsessivamente a mentira: "Somos explorados no comércio internacional porque o Brasil é essencialmente um fazendão exportador e um importador de manufaturas"...
"A Economia do Agronegócio, Explicada":
Palavras de fisiocratas. Os EUA tem um agronegócio maior do que o Brasil, mas é pequeno perto da indústria. Se o agro é tão bom, então os EUA poderia fechar as indústria e se tornar agrário. Nas últimas décadas, o Brasil, o agro só cresce e o povo só empobrece.
O foco em fracassos como zona franca de Manaus e protecionismo de varejo e coisa que o país nem produz é falácia do espantalho.
Os gráficos apresentados são apenas exportação. Falou nada de indústria interna, porque os países mencionados não seriam ricos sem ela. Islândia e Austrália tem uma população minúscula. Se fossem densamente povoadas, precisariam de indústria forte para sustentar a riqueza.
O agronegócio tem financiamento do banco do Brasil, que é estatal. É tanto que neste ano o BB teve uma queda enorme no lucro por causa dos prejuízos no agronegócio. O crédito para o agronegócio também é isento de imposto de renda.
O próprio vídeo reconhece a Embrapa, uma empresa pública, responsável pelo sucesso do agronegócio. O solo brasileiro é ruim e inadequado para plantar o básico da alimentação, como arroz e soja. Outros setores não tiveram esse benefício.
O agro foi o único que sobreviveu aos anos 90 simplesmente porque é o mais fácil de fazer.
0
0
0
0
0
0
0
Data da postagem: 22/08/2025, 23:15

Palavras de fisiocratas. Os EUA tem um agronegócio maior do que o Brasil, mas é pequeno perto da indústria.
Isso acima só reforça o meu argumento de que o que importa é o QUANTO se produz e não O QUE se produz proporcionalmente. Se a produtividade da indústria brasileira fosse dez vezes maior, não importaria se a participação do setor secundário na economia do Brasil fosse menor que 15% do PIB.
Se o agro é tão bom, então os EUA poderia fechar as indústria e se tornar agrário.
Isso é como dizer: “Se ser secretário de consultório médico é tão bom, então o médico poderia se demitir e fazer secretariado de médico”. Obviamente, mesmo que o médico seja o melhor secretário da cidade, ele teria custo de oportunidade ao fazer secretariado em meio período (ou pior, se ele se demitisse como médico para ser secretário). Comércio eficaz se baseia em vantagens comparativas, não em vantagens absolutas.
Nas últimas décadas, o Brasil, o agro só cresce e o povo só empobrece.
Não entender contrafactual é uma desgraça mesmo. Isso é como dizer: “A velocidade máxima e aceleração de 0-100 Km/h dos carros em que ando só crescem nos últimos anos, mas minha velocidade média no trânsito engarrafado só se reduz”. A pessoa não entende que o carro teria velocidade média ainda menor com carros mais lentos.
Os gráficos apresentados são apenas exportação. Falou nada de indústria interna, porque os países mencionados não seriam ricos sem ela.
Idem para o Brasil. Você parece que não sabe que o Brasil não é país agrário, uma vez que a participação do setor primário brasileiro na economia é de apenas 6,6% do PIB. E que proporcionalmente o Brasil tem ligeiramente mais peso industrial no PIB do que os EUA. Coitadinho dos Estados Unidos. Deve ser uma economia atrasada, já que é tão “desindustrializado”. (Se você responder que o PIB industrial americano é muito maior do que o PIB industrial brasileiro, então só reforça o meu argumento de que o que importa é o QUANTO se produz e não O QUE se produz proporcionalmente).
Apesar disso, a queixa citada acima não muda o fato de que os “intelectuais desenvolvimentistas” brasileiros implicam com a nossa pauta exportadora-importadora, não só com os dados de participação do setor primário e setor secundário no PIB brasileiro.
Islândia e Austrália tem uma população minúscula. Se fossem densamente povoadas, precisariam de indústria forte para sustentar a riqueza.
Qual é o louco que defende que exista uma “indústria fraca”? Nem é o caso de que a participação da indústria da Austrália e da Islândia no PIB sejam pequenas, já que elas não são claramente menores do que o que existe nos Estados Unidos.
O próprio vídeo reconhece a Embrapa, uma empresa pública, responsável pelo sucesso do agronegócio. O solo brasileiro é ruim e inadequado para plantar o básico da alimentação, como arroz e soja. Outros setores não tiveram esse benefício.
O exemplo da Embrapa mostra o quão farsesco é o argumento da política setorial protecionista. O esforço ou incentivo estatal para investimento em P & D, juntamente com outras políticas horizontais (infraestrutura, etc., que afetam todos os setores), tornam dispensáveis o protecionismo e a política setorial.
O foco em fracassos como zona franca de Manaus e protecionismo de varejo e coisa que o país nem produz é falácia do espantalho.
Nada de espantalho. Política industrial setorial não é conduzida por santos e anjos, mas por policymakers com índole nefasta suficiente para ceder a interesses lobistas no nível do lobismo da Zona Franca de Manaus. E, diversas vezes, o erro nem é por ignorância econômica.
0
0
0
0
0
0
0
Data da postagem: 23/08/2025, 00:34

Outra coisa. André Bellini já demonstrou que não há subsídio creditício diferencial do agronegócio em comparação a outros setores da economia (industrial, por exemplo). No plano Safra de 2022/23, o custo efetivo da equalização de juros foi de somente 10 bilhões de reais, o que representa apenas 0,8% do valor bruto de produção da agropecuária.
0
0
0
0
0
0
0
Data da postagem: 23/08/2025, 11:33
Huxley
Isso acima só reforça o meu argumento de que o que importa o QUANTO se produz e não O QUE se produz proporcionalmente. Se a produtividade da indústria brasileira fosse dez vezes maior, não importaria se a participação do setor secundário na economia do Brasil fosse menor que 15% do PIB.
Quantidade tem limites. Atualmente a maior parte população está alimentada e o desperdício é maior do que o que seris destinado a mortos de fome.
A indústria, por outro lado, tem muita demanda reprimida para crescer. Há muitos produtos e máquinas de produção necessárias para aumentar a eficiência da produção e reduzir os custos.
Isso é como dizer: “Se ser secretário de consultório médico é tão bom, então o médico poderia se demitir e fazer secretariado de médico”. Obviamente, mesmo que o médico seja o melhor secretário da cidade, ele teria custo de oportunidade ao fazer secretariado em meio período (ou pior, se ele se demitisse como médico para ser secretário).
Aqui tu contradiz a frase anterior. Secretário é agro e médico a indústria.
Porém, uma coisa não anula a outra. O problema não é a existência do agro e sim a falta de indústria.
Comércio eficaz se baseia em vantagens comparativas, não em vantagens absolutas.
"Vantagem comparativa" é falácia do neoliberalismo. Nenhum país enriqueceu com isso.
O que países pobre tem em comum é a falta de indústria.
Idem para o Brasil. Você parece que não sabe que o Brasil não é país agrário, uma vez que a participação do setor primário brasileiro na economia é de apenas 6,6% do PIB. E que proporcionalmente o Brasil tem ligeiramente mais peso industrial no PIB do que os EUA. Coitadinho dos Estados Unidos. Deve ser uma economia atrasada, já que é tão “desindustrializado”. (Se você responder que o PIB industrial americano é muito maior do que o PIB industrial brasileiro, então só reforça o meu argumento de que o que importa o QUANTO se produz e não O QUE se produz proporcionalmente).
O grande no PIB nos dois países é o setor de serviços, que é a forma de gerar emprego e a economia quando não tem mais o que produzir. Mas a riqueza existe primariamente por causa da indústria ou propriedade de indústria em outro país.
O setor de serviços é algo que qualquer um pode fazer. A qualidade depende de equipamentos, que é muito mais barato em países industrializados. A discrepância é notável já que nesse setor um trabalhador americano ganha muito mais do que um brasileiro para fazer a mesma coisa.
André Bellini já demonstrou que não há subsídio creditício diferencial do agronegócio em comparação a outros setores da economia (industrial, por exemplo). No plano Safra de 2022/23, o custo efetivo da equalização de juros foi de somente 10 bilhões de reais, o que representa apenas 0,8% do valor bruto de produção da agropecuária.
O fracasso da indústria brasileira é o lobismo, corrupção e alta carga tributária. Não é culpa das ideias desenvolvimentistas.
É impossível se industrializar hoje sem protecionismo.
0
0
0
0
0
0
0
Data da postagem: 23/08/2025, 12:41

Quantidade tem limites. Atualmente a maior parte população está alimentada
E quem disse que é dever do agronegócio crescer ilimitadamente? Não é dever deles crescerem de tamanho feito um câncer se o sistema de preços não sinaliza isso.
e o desperdício é maior do que o que seris destinado a mortos de fome
Não entendi esse trecho.
A indústria, por outro lado, tem muita demanda reprimida para crescer. Há muitos produtos e máquinas de produção necessárias para aumentar a eficiência da produção e reduzir os custos.
O atendimento da demanda de bens industriais pode acontecer por fábricas nacionais, fábrica estrangeiras ou combinação de ambas. De onde você tirou a ideia que tarifas comerciais baixas elimina o processo de atendimento dessa crescente demanda?
Aqui tu contradiz a frase anterior. Secretário é agro e médico a indústria.
Não há contradição alguma. Não sei de onde você tirou isso.
Porém, uma coisa não anula a outra. O problema não é a existência do agro e sim a falta de indústria.
Não há escassez de indústria no Brasil proporcionalmente falando, caso contrário o mesmo poderia ser dito dos Estados Unidos. O que falta é produtividade elevada em todos os três setores da economia brasileira.
"Vantagem comparativa" é falácia do neoliberalismo. Nenhum país enriqueceu com isso.
O que países pobre tem em comum é a falta de indústria.
Caramba, então Bangladesh deve ser rico, né? Em 2023, o setor industrial representou 34,6% do PIB do país. O problema de Bangladesh não é escassez de indústria proporcionalmente falando. É a de baixa produtividade em todos os três setores da economia. E Bangladesh está longe de ser o único país não desenvolvido com participação grande da indústria no PIB (Moçambique, Sudão, Índia, etc.).
O grande no PIB nos dois países é o setor de serviços, que é a forma de gerar emprego e a economia quando não tem mais o que produzir. Mas a riqueza existe primariamente por causa da indústria ou propriedade de indústria em outro país.
No fim do trecho do texto, admitiu que não é preciso ter uma fábrica local para consumir um bem industrializado. As pessoas da Nova Zelândia não são desabastecidas de carros porque lá não tem fábricas de automóveis (neozelandeses importam carros do Japão, Coreia do Sul, EUA, etc.). Mais um argumento que reforça a ideia de que o que importa para um país é o quanto se produz, não o que se produz proporcionalmente.
O setor de serviços é algo que qualquer um pode fazer. A qualidade depende de equipamentos, que é muito mais barato em países industrializados. A discrepância é notável já que nesse setor um trabalhador americano ganha muito mais do que um brasileiro para fazer a mesma coisa.
E qual é o problema de importar “equipamentos muito mais baratos” (“destarifados”) de países industrializados estrangeiros? O Chile faz isso há muito tempo, diferentemente do Brasil, que há décadas empurra tarifaço de importação de equipamentos para “salvar a indústria nacional de bens de capital” e só se ferra. A Lei da Informática está aí como um dos exemplos do nosso fracasso.
O fracasso da indústria brasileira é o lobismo, corrupção e alta carga tributária. Não é culpa das ideias desenvolvimentistas.
É impossível se industrializar hoje sem protecionismo.
Todos os países com população minimamente extensa já são industrializados. Eles não precisam criar algo que já possuem. O que alguns países não têm é uma pauta exportadora fortemente industrializada — mas se isso fosse um sintoma de subdesenvolvimento, então Austrália e Nova Zelândia seriam países subdesenvolvidos, o que claramente não é o caso.
0
0
0
0
0
0
0
Data da postagem: 23/08/2025, 18:54
HuxleyQuantidade tem limites. Atualmente a maior parte população está alimentada
E quem disse que é dever do agronegócio crescer ilimitadamente? Não é dever deles crescerem de tamanho feito um câncer se o sistema de preços não sinaliza isso.e o desperdício é maior do que o que seris destinado a mortos de fome
Não entendi esse trecho.
Você disse que o país tem que ganhar em quantidade com o agronegócio. Mas não é possível aumentar a quantidade porque não mais gente para comer. O mundo já produz alimentos para alimentar toda a população. A quantidade de alimento desperdiçada é maior do que a quantidade necessária para alimentar todos os que morrem de fome.
O atendimento da demanda de bens industriais pode acontecer por fábricas nacionais, fábrica estrangeiras ou combinação de ambas. De onde você tirou a ideia que tarifas comerciais baixas elimina o processo de atendimento dessa crescente demanda?
O produto importado é mais caro no país subdesenvolvido.
Renda média no Brasil = R$ 4000
Renda média nos EUA = US$ 6000
Preço de carro popular nos EUA: 4 vezes a renda média
Preço de carro popular no Brasil: 20 vezes a renda média, ou 10 vezes se tirar os impostos
No caso do Brasil: Se é fabricado no Brasil por multinacional, o lucro vai para a sede.
No caso dos EUA: Se é fabricado no terceiro mundo, mas são donos da fábrica e ficam com o lucro.
Não há escassez de indústria no Brasil proporcionalmente falando, caso contrário o mesmo poderia ser dito dos Estados Unidos. O que falta é produtividade elevada em todos os três setores da economia brasileira.
Produtividade é justamente indústria: maquinário, tecnologia. O Brasil tem nada disso. Tudo vem do exterior.
Atualmente a tecnologia avançou tanto que é melhor ter tecnologia própria de 10 a 20 anos atrás do que depender dos países ricos.
Caramba, então Bangladesh deve ser rico, né? Em 2023, o setor industrial representou 34,6% do PIB do país. O problema de Bangladesh não é escassez de indústria proporcionalmente falando. É a de baixa produtividade em todos os três setores da economia. E Bangladesh está longe de ser o único país não desenvolvido com participação grande da indústria no PIB (Moçambique, Sudão, Índia, etc.).
Bangladesh é extremamente populosa, por isso tem dificuldades de sair da pobreza. A indústria foi o motor para o grande crescimento recente. Entretanto, a maior parte da indústria são multinacionais. Eles empregam mão-de-obra barata para poder vender barato em país rico.
No fim do trecho do texto, admitiu que não é preciso ter uma fábrica local para consumir um bem industrializado. As pessoas da Nova Zelândia não são desabastecidas de carros porque lá não tem fábricas de automóveis (neozelandeses importam carros do Japão, Coreia do Sul, EUA, etc.). Mais um argumento que reforça a ideia de que o que importa para um país é o quanto se produz, não o que se produz proporcionalmente.
Países de população pequena. Tem espaço natural suficiente para explorar. População pequena se beneficia de recursos naturais.
Islândia tem energia muito barata. Se tivesse a população do Tóquio, não estaria tão bem. A Islândia é um local favorito para data center (que é forma de indústria) aproveitando energia barata e refrigeração fácil.
A Austrália tem mais área do que o Brasil sem florestas e população 10 vezes menor. Deserto é melhor para minerar ou mudar o solo para agricultura. Terra grande sem impacto ambiental. A Austrália pode empregar proporção maior na produção enquanto o Brasil é gente demais para empregar. Na Austrália é menos pessoas para dividir.
A Nova Zelândia tem indústria sim:
O setor industrial neozelandês é diversificado e inclui manufatura avançada, alimentos e bebidas, produtos químicos, tecnologia da informação, maquinário e equipamentos. Empresas de destaque incluem Fisher & Paykel Healthcare (dispositivos médicos), Fonterra (laticínios, sendo o maior exportador mundial de produtos lácteos), Rocket Lab (tecnologia aeroespacial), Gallagher Group (sistemas de segurança e manejo de animais), Sistema Plastics (injeção de plásticos), e Steel & Tube Holdings (indústria do aço).
Nova Zelândia e Austrália são residência de gringos milionários por causa da língua inglesa. Grandes empresários de outros países lucram fora desses países e gostam de morar neles e aproveitam para consumir neles e investir em qualidade de vida.
Esses países também ganham muito dinheiro de estudantes estrangeiros, que pagam mensalidade e custo de vida com dinheiro dos pais no exterior.
E qual é o problema de importar “equipamentos muito mais baratos” (“destarifados”) de países industrializados estrangeiros? O Chile faz isso há muito tempo, diferentemente do Brasil, que há décadas empurra tarifaço de importação de equipamentos para “salvar a indústria nacional de bens de capital” e só se ferra. A Lei da Informática está aí como um dos exemplos do nosso fracasso.
O Brasil não pratica protecionismo do bem e sim reserva de mercado para vagabundo e governo insaciável (como Lei da Informática). O Chile só abriu o mercado e mais nada.
O Chile está apenas 50% melhor do que o Brasil, mas não está nem na metade da riqueza de um país rico. Não se industrializou e depende da mineração.
0
0
0
0
0
0
0
Data da postagem: 24/08/2025, 15:00