
Clube Veneno
Racismo
Autor: Agnoscetico | Categoria: História, Sociedade, Comportamento e Filosofia | Exibições: 524381 Comentários: 280
Wokes tratam negros como coitados ou intelectualmente inferior, como crianças, em vez de tratar como pessoa normal.
Estudo mostra que os democratas usam linguagem diferente, mais simples e estereotipada, ao falar com negros.
A MENTE RAClSTA DO ESQUERDISTA BEM-INTENCIONADO...
Estudo mostra que os democratas usam linguagem diferente, mais simples e estereotipada, ao falar com negros.
A MENTE RAClSTA DO ESQUERDISTA BEM-INTENCIONADO...
@tickermanzitus
Eu sou negro e o tanto de vezes que eu vi um esquerdista sendo racista, é brincadeira kkkkkk os caras são basicamente a senhorita Morello. Eu nem tô falando de estudo, é só experiência própria mesmo... piora quando descobrem que você é de direita kkkkkkk é meio engraçado
@MooT_Null
Senhorita Morello é uma personagem de um seriado de 2005
E ainda assim ninguém aprendeu nada com ela
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Data da postagem: 04/09/2026, 00:05

Tutu
Wokes tratam negros como coitados ou intelectualmente inferior, como crianças, em vez de tratar como pessoa normal.
Estudo mostra que os democratas usam linguagem diferente, mais simples e estereotipada, ao falar com negros.
A extrema direita é racista. Julga-se superior e pronto. Danem-se os inferiores.
Já a esquerda se acha muito superior àqueles a quem diz querer ajudar e proteger.
Como se fossem pobres coitados incapazes que precisam ser amparados e guiados por uma elite.
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Data da postagem: 04/09/2026, 10:31

A esquerdalha proíbe que se mude a narrativa de que toda a mestiçagem no Brasil é fruto de estupro.
Não aceita a ideia de que casais de brancos e negros tenham se formado sem violência porque isto esvazia sua causa antirracista.
https://oglobo.globo.com/cultura/livros/noticia/2026/09/16/mary-del-priore-comenta-ataques-por-livro-sobre-mesticagem-e-gravissimo-meus-colegas-se-queixam-disso-o-tempo-todo.ghtml
Não aceita a ideia de que casais de brancos e negros tenham se formado sem violência porque isto esvazia sua causa antirracista.
Mary del Priore comenta ataques por livro sobre mestiçagem: 'É gravíssimo. Meus colegas se queixam disso o tempo todo'
Historiadora foi escoltada na Bienal Internacional do Livro de São Paulo; acadêmicos relatam medo de agressões nas redes: 'Há muito assédio moral'
Por Ruan de Sousa Gabriel — São Paulo 16/09/2026
Os ataques começaram no fim de agosto, quando a historiadora Mary Del Priore anunciou o lançamento de “Histórias das mestiçagens no Brasil”, que ela organizou ao lado de Gian Melo, professor da Universidade Federal Rural de Pernambuco (UFRPE), para a editora da Unesp (Universidade Estadual Paulista). Eram xingamentos (alguns de caráter misógino), “uma torrente de palavrões” e até ameaças de violência física que chegavam pelas redes sociais, relata a autora. As mensagens davam a entender que a obra não deveria ter vindo à luz, que a mestiçagem não se prestaria mais a ser objeto de pesquisas acadêmicas e que os autores estariam protegidos pelo “pacto da branquitude”.
Assustada, Del Priore recorreu à Unesp, que contratou seguranças para escoltá-la durante a sessão de autógrafos na 28ª Bienal Internacional do Livro de São Paulo, encerrada no último domingo (13). Tirando um ou outro olhar torto, o evento ocorreu sem intercorrências. Em carta aberta ao Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro (IHGB), Del Priore afirmou que, ao contar aos colegas da Academia Brasileira de Letras que estava organizando um livro sobre mestiçagem no Brasil, um deles a parabenizou “pela coragem”. Depois dos ataques ao livro, ela entendeu por quê.
— É gravíssimo: grupos de poder dentro das universidades querem controlar ideologicamente o que pode ser pesquisado e discutido. Meus colegas, em faculdades Brasil afora, se queixam disso o tempo todo. Muitos acadêmicos ficam em silêncio por medo dos alunos e das redes sociais — diz ela, que deixou a docência na Universidade de São Paulo em 2001 e vem se dedicando a escrever livros de História para o grande público, como biografias de José Bonifácio e de Dona Leopoldina, a primeira imperatriz do Brasil. — Me impressionou o silêncio da Universidade a respeito desse episódio de intolerância. Somos historiadores como quaisquer outros, só queremos entender melhor a nossa cultura, a nossa gente. A resposta que tivemos foi de uma violência desproporcional.
Para evitar o simplismo
Em nota, a Fundação Editora Unesp repudiou “qualquer tentativa de silenciamento, especialmente por meio de ameaças” e expressou “seu desagravo e sua solidariedade a Mary Del Priore, reafirmando seu compromisso com a liberdade intelectual, o respeito à pluralidade de perspectivas e o direito de pesquisadores e autores exercerem plenamente seu trabalho”. “A divergência e o debate são elementos indispensáveis à vida intelectual e a uma sociedade democrática. Nenhuma discordância, contudo, pode servir de justificativa para ameaças, intimidações ou qualquer forma de violência dirigida a autores, pesquisadores e demais participantes do debate público”, afirma a editora. Procurada pelo GLOBO, a Bienal do Livro de São Paulo afirmou que não iria comentar o caso.
“História das mestiçagens no Brasil” é uma obra de quase 500 páginas, voltada a leitores especializados, que reúne 17 ensaios de pesquisadores que há décadas se dedicam ao tema. “Sem explicações simplistas”, os ensaios investigam a miscigenação no país, um assunto “complexo”, “marcado por conflitos, trocas e resistências que vão muito além da genética”, informa o texto de divulgação da obra.
[...]
Del Priore acredita que o livro tenha causado incômodo ao afirmar que a mestiçagem não resulta unicamente do estupro sistemático de mulheres escravizadas por seus senhores, mas também de encontros entre pessoas pobres, das mais diversas origens, que formaram “famílias plurais”, preocupadas com a ascensão social e a libertação dos filhos que nasciam no cativeiro.
— É importante deixar claro que nós não celebramos o branqueamento nem o mestiço em detrimento do preto — afirma a autora de “Uma história da velhice no Brasil” (Autêntica). — Só queremos mostrar, através de documentos, que, desde o primeiro censo do Império, em 1872, o pardo já parece como maioria da população brasileira.
Coorganizador do livro, Gian Melo insiste que “ninguém quer recriar o mito da democracia racial” e é preciso distinguir entre a “ideologia da mestiçagem” e a mestiçagem como fenômeno popular. A primeira foi uma ideologia de Estado que realmente visava a embranquecer a população brasileira. A outra é um fenômeno popular indissociável da cultura nacional.
https://oglobo.globo.com/cultura/livros/noticia/2026/09/16/mary-del-priore-comenta-ataques-por-livro-sobre-mesticagem-e-gravissimo-meus-colegas-se-queixam-disso-o-tempo-todo.ghtml
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Data da postagem: 16/09/2026, 09:11
Fernando SilvaJá a esquerda se acha muito superior àqueles a quem diz querer ajudar e proteger.
Como se fossem pobres coitados incapazes que precisam ser amparados e guiados por uma elite.
Não é toda a esquerda que faz isto; é mais aqueles militantes de cadeira, que não fazem porríssima nenhuma para empoderar os grupos dos quais mentem (sim) ser aliados, mas ainda assim querem ganhar pontinhos nas redes sociais. "Sou aliado lol, me ouve!" Em compensação há uma boa parte da esquerda que tem nojo deste tipo de coisa.
Assim como — devo ser justo aqui — boa parte da direita não tem muito preconceito contra esses grupos marginalizados. É mais coisa da "direita alternativa": "topei meu dedão do pé no móvel, a culpa é das mulheres/dos gays/dos trans/dos negros/etc."
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Data da postagem: 16/09/2026, 20:39
CaveCanem
É o mesmo caso quando latinos, negros, lgbts e imigrantes votam em trump, bolsonaro.
É o mesmo caso quando negros votam em trump, bolsonaro.
Desculpe, mas isso é teoria da conspiração de esquerda.
Trump e Bolsonaro não tem nada contra negros. A única coisa que fazem a se opor a privilégios como cotas e besteirol DEI, valorizando o mérito. É tratamento igual sem diferenciação.
A solução para a vida dos negros é... a mesma que a dos brancos.
O problema deles é inflação, desemprego e criminalidade. Eles querem segurança, emprego estável e poder de compra, e não cotas que só atendem 1% deles ou "representatividade" na mídia que os trata como animal exótico a ser exibido ou pena pesada para quem faz xingamento racial, porque isso não muda a vida de ninguém.
Os negros que abriram os olhos procuram candidatos que resolvam o problema na economia e na segurança e que não os tratem como massa de manobra ou idiotas manipulados pela "consciência de classe".
Além disso, a esquerda não quer resolver o problema de forma definitiva porque precisa manter uma massa de manobra para votar nela sempre.
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Data da postagem: 20/09/2026, 22:16

TutuTrump e Bolsonaro não tem nada contra negros.
Quem foi que disse "Meus filhos não namoram negras. Eles foram bem educados" ?
Quem foi que disse "Peso de negro é medido em arrobas" ?
Etc.
TutuA única coisa que fazem a se opor a privilégios como cotas e besteirol DEI, valorizando o mérito. É tratamento igual sem diferenciação.
Uma criança que nasce na favela nunca terá as mesmas chances de uma criança de classe média para cima.
Não dá para esperar que o mérito ou o esforço pessoal superem essa desvantagem de nascença.
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Data da postagem: 21/09/2026, 09:13

Tutu
Trump e Bolsonaro não tem nada contra negros.
Que absurdo dizer que Meu Mito já fez declarações racistas...
Preta Gil fez a seguinte pergunta em um quadro de entrevistas pré-gravadas:
"Se seu filho se apaixonasse por uma negra, o que você faria?"
Jair Bolsonaro, na época deputado federal pelo PP-RJ, respondeu:
"Ô Preta, não vou discutir promiscuidade com quem quer que seja. Eu não corro esse risco. Meus filhos foram muito bem educados e não viveram em ambiente como, lamentavelmente, é o teu."
Fonte: https://www2.senado.leg.br/bdsf/bitstream/handle/id/354809/noticia.htm
"Eu fui num quilombo. O afrodescendente mais leve lá pesava sete arrobas. Não fazem nada. Eu acho que nem para procriador ele serve mais." (Jair Bolsonaro)
Fonte:
https://veja.abril.com.br/brasil/bolsonaro-e-acusado-de-racismo-por-frase-em-palestra-na-hebraica/
Huxley
(...) Em 15 de abril de 1998, durante discurso na Câmara dos Deputados, o então deputado federal Jair Bolsonaro fez uma declaração comparando o Exército Brasileiro à cavalaria dos Estados Unidos, afirmando:
"A cavalaria brasileira foi muito incompetente. Incompetente, sim, porque não dizimou os seus índios, como os norte-americanos fizeram no passado, que hoje não têm esse problema em seu país."
https://www.congressoemfoco.com.br/noticia/19881/audio-em-que-bolsonaro-defende-genocidio-indigena-volta-a-portal-da-camara-ouca
O nome disso se chama apologia ao genocídio.
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Data da postagem: 21/09/2026, 10:29
Fernando Silva
Uma criança que nasce na favela nunca terá as mesmas chances de uma criança de classe média para cima.
Não dá para esperar que o mérito ou o esforço pessoal superem essa desvantagem de nascença.
O problema é a favela, a pobreza, e não a cor.
A política de cotas só tiraria 1% da favela. Não acabaria com a pobreza generalizada.
Huxley
"Ô Preta, não vou discutir promiscuidade com quem quer que seja. Eu não corro esse risco. Meus filhos foram muito bem educados e não viveram em ambiente como, lamentavelmente, é o teu."
Isso já foi esclarecido.
Quando ele falou com Preta, o áudio que passaram para ele ouvir foi sobre filhos se apaixonar por homossexual e não por negra.
Ele até respondeu chamando de "promiscuidade", que tem nada a ver com cor.
"Eu fui num quilombo. O afrodescendente mais leve lá pesava sete arrobas. Não fazem nada. Eu acho que nem para procriador ele serve mais." (Jair Bolsonaro)
Sobre o peso em arrobas, ele falou da obesidade deles, que fazem parecer boi. Não foi sobre a cor. Cor não determina obesidade.
Ele fala até que eles fazem nada por depender de bolsa-família.
Huxley
"A cavalaria brasileira foi muito incompetente. Incompetente, sim, porque não dizimou os seus índios, como os norte-americanos fizeram no passado, que hoje não têm esse problema em seu país."
Isso é genocídio, mas não é racismo.
Ele quer expandir as fronteiras agrícolas, a mineração e as barragens.
Ele não se importa se a população é branca, parda ou negra. Se fossem indígenas brancos, ele desejaria exterminar do mesmo jeito.
Está mais para colonialismo.
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Data da postagem: 21/09/2026, 12:37

Tutu
Isso já foi esclarecido.
Quando ele falou com Preta, o áudio que passaram para ele ouvir foi sobre filhos se apaixonar por homossexual e não por negra.
Ele até respondeu chamando de "promiscuidade", que tem nada a ver com cor.
Não, não foi esclarecido. Tudo o que temos é a alegação dele de que não entendeu a pergunta.
E, seja lá como for, suas respostas foram muito preconceituosas ao acusar os outros de promiscuidade (como se ele fosse muito santo, homem de uma mulher só e antipedofilia).
TutuSobre o peso em arrobas, ele falou da obesidade deles, que fazem parecer boi. Não foi sobre a cor. Cor não determina obesidade.
Quer dizer que ele vai a um quilombo, diz que as pessoas lá deveriam ser pesadas em arrobas e não é racismo?!
Será que ele diria isto diante de brancos gordos?
Tutu
Ele não se importa se a população é branca, parda ou negra. Se fossem indígenas brancos, ele desejaria exterminar do mesmo jeito.
Evidências?
Mas, racismo ou não, ele ainda é a favor de genocídio. Não vejo em que isto melhora o caráter dele.
TutuFernando Silva
Uma criança que nasce na favela nunca terá as mesmas chances de uma criança de classe média para cima.
Não dá para esperar que o mérito ou o esforço pessoal superem essa desvantagem de nascença.
O problema é a favela, a pobreza, e não a cor.
A política de cotas só tiraria 1% da favela. Não acabaria com a pobreza generalizada.
Evidências quanto a esse 1% ?
É obrigação do Estado dar a todos as mesmas chances. Se vão aproveitar ou não, já é outra história.
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Data da postagem: 21/09/2026, 13:26

Tutu
Isso já foi esclarecido.
Quando ele falou com Preta, o áudio que passaram para ele ouvir foi sobre filhos se apaixonar por homossexual e não por negra.
Isso cai num problema de circularidade: usar o álibi de Jair Bolsonaro para justificar o álibi de Jair Bolsonaro é como confiar no que diz um anúncio porque o próprio anúncio garante ser de confiança.
Além disso, o material contemporâneo não descreve simplesmente alguém tendo colocado para Bolsonaro um áudio diferente.
A documentação da própria Câmara descreve o quadro como perguntas previamente gravadas, exibidas através de um computador para o entrevistado, e registra literalmente a pergunta de Preta Gil: https://imagem.camara.leg.br/Imagem/d/pdf/DCD16SET2011SUP.pdf
“Se o seu filho se apaixonasse por uma negra, o que você faria?”
A defesa de Bolsonaro também não dizia que a produção lhe havia apresentado uma gravação contendo a pergunta sobre homossexualidade. O que ele alegou foi que ele próprio percebeu/entendeu equivocadamente a pergunta como sendo sobre um relacionamento gay.
Tutu
Ele até respondeu chamando de "promiscuidade", que tem nada a ver com cor.
Uma vez que você mesmo disse que “o áudio que passaram para ele ouvir foi sobre filhos se apaixonar por homossexual”, então o álibi dele é falso, já que você também poderia dizer: “Ele até respondeu chamando de ‘promiscuidade’, que tem nada a ver com orientação sexual.” Fica provado segundo seu próprio raciocínio que a palavra de defesa de Jair Bolsonaro não tem valor.
Ainda assim, vale salientar que, da mesma forma que uma pessoa preconceituosa pode associar homossexualidade a promiscuidade, ela também pode associar a negritude/educação negra a promiscuidade.
Tutu
Sobre o peso em arrobas, ele falou da obesidade deles, que fazem parecer boi. Não foi sobre a cor. Cor não determina obesidade.
Ele fala até que eles fazem nada por depender de bolsa-família.
Que malabarismo de passador de pano! Arroba é uma unidade de medida equivalente a 15 quilos, tradicionalmente usada na pecuária para pesar gado e grãos (como eram tratados os ancestrais dos atuais quilombolas). Tem nada a ver com alusão a obesidade humana. O peso de uma ovelha média pode ser medido em arrobas, embora ele não seja superior ao peso de um homem médio sem obesidade ou sobrepeso. Além disso, a estatura humana comumente é descrita em pouco(s) metro(s) e não se vê gente falando dessa mensuração por metro como alusão ao gigantismo. Dito isso, nós sabemos muito bem o que a fala dele significou.
Tutu
Isso é genocídio, mas não é racismo.
Não existe dicotomia entre desejo de genocídio e racismo. Existe desejo de genocídio que tem uma determinada “raça” como alvo.
Tutu
Ele quer expandir as fronteiras agrícolas, a mineração e as barragens.
Ele não se importa se a população é branca, parda ou negra. Se fossem indígenas brancos, ele desejaria exterminar do mesmo jeito.
Está mais para colonialismo.
Ele não falou em exterminar brancos ou negros. A referência expressa de Bolsonaro foi EXCLUSIVAMENTE ao grupo dos índios da América ("índio branco" só existe se for índio com albinismo) . Dizer “ele desejaria exterminar qualquer raça nativa do mesmo jeito” foi uma declaração que você colocou na boca de Bolsonaro exclusivamente para negar a acusação de racismo feita contra ele.
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Data da postagem: 21/09/2026, 14:33