Clube Veneno
República da Argentina - Governo Javier Milei
Autor: Leo Kruger | Categoria: Laicismo, Política e Economia | Exibições: 69809 Comentários: 125
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Inflação = 2,4%

• canasta básica alimentaria: 3,2%

• · carne y derivados: 7 a 10% – dependendo da região (CABA ≈ 10%) :!:

Aposentadoria mínima abril ≈ $240

a valores de hoje $ = 1240
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Maior que o do Brasil: OCDE surpreende com projeção para PIB da Argentina

A entidade elevou para 5,7% a previsão de crescimento do PIB argentino em 2025

https://veja.abril.com.br/coluna/radar-economico/maior-que-o-do-brasil-ocde-surpreende-com-projecao-para-pib-da-argentina

Alguém pode me explicar como o Brasil tem previsão de PIB de 2% gastando 4 trilhões e a Argentina tem o triplo disso não gastando nada?
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Leo Kruger
Maior que o do Brasil: OCDE surpreende com projeção para PIB da Argentina

A entidade elevou para 5,7% a previsão de crescimento do PIB argentino em 2025

https://veja.abril.com.br/coluna/radar-economico/maior-que-o-do-brasil-ocde-surpreende-com-projecao-para-pib-da-argentina

Alguém pode me explicar como o Brasil tem previsão de PIB de 2% gastando 4 trilhões e a Argentina tem o triplo disso não gastando nada?

Se um PIB é enorme, é preciso gastar muito para que ele cresça mais ainda.

Se ele é muito pequeno, talvez baste pouco para que ele passe de muito pequeno para o triplo de muito pequeno.

Faltam dados para se poder afirmar algo.
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Leo Kruger
Maior que o do Brasil: OCDE surpreende com projeção para PIB da Argentina

A entidade elevou para 5,7% a previsão de crescimento do PIB argentino em 2025

https://veja.abril.com.br/coluna/radar-economico/maior-que-o-do-brasil-ocde-surpreende-com-projecao-para-pib-da-argentina

Alguém pode me explicar como o Brasil tem previsão de PIB de 2% gastando 4 trilhões e a Argentina tem o triplo disso não gastando nada?

Se um PIB é enorme, é preciso gastar muito para que ele cresça mais ainda.

Se ele é muito pequeno, talvez baste pouco para que ele passe de muito pequeno para o triplo de muito pequeno.

Faltam dados para se poder afirmar algo.


Seu argumento está correto, mas fui sarcástico no meu comentário, apenas para denotar que o gasto estatal gera aumento artificial no PIB.
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Sarcasmo entendido, vale notar

2022 [$bn]

632.80 | 1950 = 32.45%

2025 cfe. a citada projeção

700.33 | 2437.8 = 28.73%

Sem deixar de sublinhar de novo a obviedade de que ele tá fazendo o certo e agora entrarão os $22+ bn do FMI.

Hoje já se reestabilizou o $ depois daquele quase pânico de 6ª até 4ª

$ = 1265
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Sarcasmo entendido, vale notar

2022 [$bn]

632.80 | 1950 = 32.45%

2025 cfe. a citada projeção

700.33 | 2437.8 = 28.73%

Sem deixar de sublinhar de novo a obviedade de que ele tá fazendo o certo e agora entrarão os $22+ bn do FMI.

Hoje já se reestabilizou o $ depois daquele quase pânico de 6ª até 4ª

$ = 1265


Obviamente tem uma diferença gigante no tamanho das economias. Porém noso crescimento tem sido artificial, sustentado pelo aumento do gasto estatal e agora com sinais claros de desaceleração e até recessão, porém, a Argentina está crescendo sobre uma base muito baixa e fortemente atrelada aos empréstimos externos que, no fim, servem basicamente para bancar o plano de dolarização...
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Notícias prós e contras:

Argentina evidencia crise da previdência na América Latina

https://www.dw.com/pt-br/protestos-na-argentina-revelam-face-da-crise-da-previd%C3%AAncia-na-am%C3%A9rica-latina/a-72067721

Luis García Casas | André Marinho

31/03/202531 de março de 2025

País enfrenta onda de manifestações de aposentados, com dilema comum a toda América Latina: como manter a viabilidade do sistema de proteção social diante do envelhecimento da população?

Uma onda de protestos de aposentados em Buenos Aires chamou atenção pela participação de grupos radicais de torcedores de futebol e a intensa repressão da polícia. Em um dos atos, no último dia 12 de março, mais de 100 pessoas foram detidas, na mais violenta manifestação desde a posse do presidente daArgentina, Javier Milei, em dezembro de 2023.

O episódio expôs a insatisfação crescente de um segmento da sociedade argentina com as políticas de Milei, mas também revela uma das faces de um dilema mais amplo comum aos demais países da América Latina: como manter a previdência sustentável diante do cada vez mais acelerado envelhecimento da população?

As queixas dos aposentadores argentinos são justificáveis, avalia Javier Curcio, diretor do Departamento de Economia da Universidade de Buenos Aires. "Dentro do ajuste das políticas públicas argentinas, os aposentados são um dos principais grupos afetados", afirma

Os ajustes têm recaído de forma desproporcional sobre as aposentadorias, com queda de até 30% no valor dos benefícios, de acordo com Curcio. O processo coloca muitos aposentados "em situação abaixo da linha da pobreza e muito próximos do limite da miséria ou da pobreza extrema", diz o especialista.

O cenário pode ainda se agravar, após Milei decidir não prorrogar a moratória que oferece a aposentadoria a quem ainda não cumpriram os 30 anos de contribuição exigidos. Atualmente, apenas uma em cada dez mulheres e três em cada dez homens alcançam a idade de aposentadoria tendo contribuído o tempo necessário.

"A motosserra de alguma forma arrasou todos os setores e, no que diz respeito às aposentadorias, piorou as coisas", resume Curcio, em referência à promessa de Milei de passar uma motosserra nos gastos públicos. "Infelizmente, essas pensões tinham que ser cortadas, mas o problema é o modelo de corte e o ritmo do ajuste", critica o professor.

Problema global

O caso argentino se insere em um contexto global de crise do sistema previdenciário. O número de pessoas com idade a partir de 65 anos crescerá de 703 milhões atualmente para 1,5 bilhão em todo o mundo até 2050, conforme projeções da Organização das Nações Unidas (ONU). O contingente nessa faixa etária representará 1/6 da população geral.

O envelhecimento populacional impõe pressão sobre os mecanismos de proteção social, uma vez que a sustentabilidade da previdência depende das contribuições da população economicamente ativa. Por isso, muitos países têm discutido reformas que elevam a idade mínima para a aposentadoria.

O desafio é mais antigo em economias desenvolvidas, como as da Alemanha e Japão, onde o crescimento populacional já alcançou o pico, pelos cálculos da ONU. No entanto, a questão agora começa a ser mais urgente também nos países emergentes.

Na América Latina, os problemas mais gerais se somam a questões particulares, como o alto nível de informalidade na economia e a corrupção. Em 2019, o Brasil aprovou uma reforma da previdência, que aumentou a idade mínima de aposentadoria a 62 anos para mulheres e 65 anos para homens.

Mesmo assim, o país enfrenta uma série de dificuldades para equilibrar as contas previdenciárias. Um estudo do Banco Mundial estimou que, sem uma ação nas próximas décadas, a idade mínima teria que subir para 72 até 2040 e para 78 até 2060. "Será impossível continuar a compensar o envelhecimento populacional a médio e longo prazo apenas com aumentos na idade de aposentadoria e outras reformas serão necessárias", defende a instituição.

Comparações

O panorama é parecido para além das fronteiras brasileiras. O valor mínimo das aposentadorias ajuda a traçar uma comparação entre os diferentes países, embora não seja uma métrica perfeita. Com base no poder de compra, na Argentina, "a capacidade de proteção é inferior à de outras aposentadorias expressas em dólares em outros países da América Latina", segundo Curcio.



O quadro é ainda pior na Venezuela, onde a aposentadoria mínima, de 130 bolívares, não chega a 2 dólares. "Com isso não dá nem para comprar pão", diz Alberto Martínez, professor de Economia da Universidade Simón Bolívar de Caracas. "A última estimativa da cesta básica era de aproximadamente 600 dólares", lembra.

Uma comparação mais completa teria de analisar muitos outros parâmetros. A consultora alemã Mercer avalia até cinquenta variáveis, em questões como a sustentabilidade do sistema previdenciário ou a cobertura dos aposentados. A análise permite o cálculo de uma pontuação que gera o Índice Global de Sistemas Previdenciários, uma classificação da previdência em 48 países. O Brasil é o 33º da lista, com 55,8 pontos, enquanto a Argentina aparece na 47ª colocação, com 45,5 pontos.



A Comissão Econômica para a América Latina e o Caribe (Cepal) também avalia os diferentes sistemas previdenciários para oferecer recomendações específicas aos países da região. Claudia Robles, da Divisão de Desenvolvimento Social da instituição, explica que a complexidades das estatísticas é uma das complicações enfrentadas na hora de fazer comparações.

A Cepal centra sua avaliação "nos níveis de cobertura alcançados, nos níveis de suficiência de seus benefícios e na sustentabilidade financeira de seu desenho", explica Robles, também autora de um relatório recente que compara os sistemas previdenciárias não contributivos na região. "Desta forma, é previsível que os países que consigam um equilíbrio saudável entre estas três dimensões consigam avançar no caminho de proporcionar melhores pensões à população idosa", afirma.

Houve avanços nos últimos anos, acrescenta Robles. "Entre 2000 e 2022, a cobertura dos sistemas de previdência em 17 países latino-americanos aumentou de 52,4% para 75,5% das pessoas com 65 anos ou mais, principalmente graças ao crescimento da cobertura não contributiva". Ela admite, porém, que o quadro é "muito heterogêneo e oscila entre países que alcançaram uma cobertura superior a 90% e outros em que esta é inferior a 25% da população idosa".

Venezuela em um "poço profundo"

"Se quisermos falar mal do governo, podemos dizer, e está correto, que a aposentadoria na Venezuela é a mais baixa da América Latina depois de ter sido a mais alta, mas este não é exatamente o caso se levarmos em conta que o governo oferece bônus", diz Alberto Martínez, de Caracas.

Assim, o benefício mínimo é complementado com um pagamento extra conhecido como "bono de amor mayor" (bônus de grande amor, em tradução livre), que acrescenta 40 dólares à conta. Mas o benefício é apenas uma "concessão" do presidente venezuelano, Nicolás Maduro, ressalta Martínez. "Isso é típico de governos populistas, tanto de esquerda como de direita", diz ele, lembrando que Carlos Menem, na Argentina, e Alberto, Fujimori, no Peru, também fizeram o mesmo.

Os desequilíbrios do sistema previdenciário só poderão ser solucionados quando o país voltar a ter crescimento econômico sustentado, avalia Martínez. "Na Venezuela, que está em um poço tão profundo, não está sendo gerado dinheiro suficiente para resolver problemas como o das aposentadorias."

Os protestos na Argentina ajudam?

Mesmo assim, ao contrário da Argentina, os venezuelanos não foram às ruas em busca de melhorias na previdência. Na avaliação de Martínez, "esgotou-se a capacidade de protesto, este governo praticamente se tornou permanente" diante de uma oposição reprimida.

Na Argentina, por outro lado, não está claro se as manifestações serão um gatilho para uma reforma efetiva. "É essencial que os processos de reforma previdenciária considerem os desafios nestas três dimensões: cobertura, suficiência de benefícios e sustentabilidade financeira", diz Claudia Robles, da Cepal. "Não existe uma solução única para estes desafios".




https://www.youtube.com/channel/UCkJ8uPxz6UvoI6ihgQJZnww/community?lb=UgkxV7AHgr-OFTGaV1QJL6-GoZa91Y0qyVjd

DW Brasil

há 1 dia

País enfrenta onda de manifestações de aposentados, com dilema comum a toda América Latina: como manter a viabilidade do sistema de proteção social diante do envelhecimento da população





@julianfernando19

há 1 dia

Quem escreveu isso é sonso hein. A pergunta deveria ser: pq poupar os ricos do ajuste fiscal e colocar toda a conta sobre os pobres? Afinal promessa de campanha do milei era essa.


@DOUGLAS4AGE

há 1 dia

@julianfernando19 o rico não sai perdendo, inocente. Eles vão aumentar o preço dos serviços e produtos que vendem pra compensar o aumento dos impostos, e quem vai pagar a conta são os mais pobres. Não se resolve nada na canetada.

@DM-ox6mk

há 1 dia

@DOUGLAS4AGE então tu aumentar ainda mais do pobre só para o rico não aumentar os valores do produto e serviços?

Que cobrem de todos então.

@denisecriss6189

há 1 dia (editado)

@DOUGLAS4AGE inocente é vc q foi convencido com essa conversinha de.milionário que não quer pagar taxa sobre dividendos. Isso não existe em nenhum país do mundo só no Brasil... é a pobraiada ainda defende os ricos. Vc paga IPVA do seu carro. Quem tem avião, lancha, iate, jatinho etc nao paga... acorrrrda...

@gersonlmj

há 5 horas

@julianfernando19 O debate em torno da previdência gira sempre em torno do objetivo não declarado de garantir fatias cada vez mais polpudas do orçamento público para o pagamento de despesas financeiras, forma eficaz de transferência de renda da periferia para o centro do capitalismo global.


@jesserodrigues5980

há 1 dia

Os protestos na Argentina revelam a crise da previdência ou revela a covardia do governo de direita do Milei contra os aposentados?

@neeeeery

há 1 dia

Enquanto tiver pensionista de militar ganhando rios de dinheiro e aposentados ganhando um salário mínimo, não tem como ir pra frente mesmo.

@pauloneneve8561

há 1 dia (editado)

Como se o problema fosse o envelhecimento... Políticada mete a mão nos fundos (lá ele) de previdência pra gastos diversos, e outra, reduzindo a corrupção e se extinguir as renúncias fiscais das grandes empresas sobra dinheiro pra previdência

@fredericoweil884

há 1 dia

Segundo a BBC, nos últimos 20 anos a esquerda argentina aprovou várias moratórias permitindo que pessoas se aposentassem sem contribuir os 30 anos necessários por lei, o Milei não renovou a moratória que venceu em 21 de março de 2025, não permitindo aposentadorias de pessoas fora da lei de previdência Argentina e esse foi o principal motivo dos protestos.



Análise: Recuo da pobreza na Argentina mostra eficiência de Milei | CNN ARENA


A comentarista de Economia da CNN Rita Mundim avaliou que a redução de quase 15 pontos na pobreza na Argentina, que atingiu 38,1% em 2024, demonstra a eficiência do presidente Javier Milei.




Análise: Pobreza recua e Milei colhe frutos de indicadores na Argentina CNN PRIME TIME


A analista de Economia da CNN Thais Herédia comentou a queda de 14% na pobreza na Argentina. Herédia afirmou que a redução da pobreza é uma boa notícia, mas alguns indicadores mostram que, em termos estruturais, os argentinos ainda têm um longo caminho a percorrer.


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Não sei se UOL postou a contragosto ou seria algo com 1º de Abril.

Falta saber se Argentina teve sua melhoria por fatores aleatórios ou se foi por causa de algo que Milei fez (também).

Argentina diminui pobreza durante o primeiro ano do governo Milei, diz instituto


Ao longo dos últimos 15 meses, a Argentina vem passando por um "choque" econômico, devido à política de ajuste fiscal do governo de Javier Milei. A "motosserra", que conseguiu reduzir a inflação, agora comemora a queda da taxa de pobreza.

Os dados divulgados ontem pelo Instituto de Estatísticas da Argentina (Indec) mostram que 38,1% dos argentinos estavam abaixo da linha de pobreza final do ano passado. Uma diminuição de quase 15 pontos percentuais em relação ao primeiro semestre de 2024.




@Joaomota212

há 54 minutos

Eitaaaaaaaaaaa difícil posta isso né UOL kkkkkkkkkkkk

@_z11

há 4 horas

kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk 1 DE ABRIL !!!!

@vctrgameplay

há 4 horas

Então o mais ricos estão ganhando menos e os mais pobres estão ganhando mais? Ou é o contrário?


@artur2819

há 3 horas

uEeennn, meu socialismo foi refutado pela 100000 vez

@LenaLopes-e9n

há 3 horas

Não existe isso, estude economia e verá que não faz o mínimo sentido o que vc disse.

@weariedpluto24

há 3 horas

"Reduzir a pobreza" é autoexplicativo

@NescauzinOfc31

há 3 horas

Isso acontece em todo país, os ricos ganham mais do que nós pobres, isso é óbvio

@josemauroccosta5857

há 1 hora

Econômica não é jogo de soma zero

@linecker94

há 1 hora

não pode ser os dois grupos ganhando mais?

@vctrgameplay

há 1 hora

​ @linecker94 infelizmente no modelo econômico adotado pela Argentina isso é impossível

@vctrgameplay

há 1 hora

Muitos pagam o preço e poucos acumulam riqueza

@josemauroccosta5857

há 1 hora (editado)

@vctrgameplay esse pensamento se provou errado com o fim da União soviética.

@josemauroccosta5857

há 1 hora (editado)

@vctrgameplay econômica não e jogo de soma zero, ou seja, para um ganhar não é obrigatório o outro perder

Uma relação econômica voluntária pode beneficiar ambos os lados, causando um efeito cinérgico.

@pererethegoat

há 45 minutos

todos estão ganhando mais cara kkkk economia não é jogo de soma zero....

@linecker94

há 39 minutos

@ Olha eu não sei quanto aos ricos, mas sei que a pobreza diminuiu.





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Não sei se UOL postou a contragosto ou seria algo com 1º de Abril.

Falta saber se Argentina teve ser melhoria por fatores aleatórios ou se foi por causa de algo que Milei fez (também).

Argentina diminui pobreza durante o primeiro ano do governo Milei, diz instituto

Também é preciso esperar para ver se é sustentável.

E se há consequências negativas no longo prazo.
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hahahahahahaha de 52% pra 38% em 1 ano ein, podem tentar torcer contra
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