
Clube Veneno
Tópico das Notícias.

É esse o tipo de gente que Lula prestigia ...
Rússia condena chefe da única agência independente de fiscalização eleitoral no país a 5 anos de prisão
Grigory Melkonyants foi condenado por cooperar com uma 'organização indesejável', em razão da antiga afiliação de seu grupo de fiscalização eleitoral a uma rede europeia de monitoramento de eleições
Por O Globo e The New York Times — Moscou 14/05/2025
O chefe do único grupo independente de fiscalização eleitoral da Rússia foi condenado a cinco anos de prisão nesta quarta-feira, após ser considerado culpado por atuar com uma organização classificada como “indesejável”, segundo agências de notícias russas e seu advogado.
Grigory Melkonyants, cofundador do grupo de monitoramento eleitoral russo Golos, foi preso em 2023, após o presidente Vladimir Putin ordenar a invasão da Ucrânia e intensificar uma ampla repressão interna. Acusado de “organizar atividades de uma organização indesejável”, Melkonyants, de 44 anos, declarou-se inocente quando seu julgamento começou, em setembro passado.
Nesta quarta-feira, ele foi condenado por um tribunal de Moscou e sentenciado a cinco anos em uma colônia penal, informou seu advogado, Mikhail Biryukov, ao The New York Times.
Golos
Fundado em 2000, o Golos — que documentou fraudes eleitorais generalizadas — foi rotulado como “agente estrangeiro” pelas autoridades russas em 2013. No entanto, as acusações contra Melkonyants dizem respeito à antiga afiliação do grupo com a Rede Europeia de Organizações de Monitoramento de Eleições, que as autoridades russas declararam “indesejável” em 2021 — o que torna qualquer associação com ela um possível crime. O Golos afirmou ter encerrado sua participação na rede após essa decisão.
A designação de “indesejável” tem sido usada para banir grupos considerados inconvenientes, incluindo ONGs e organizações de mídia, e reprimir a dissidência. Mas Melkonyants era apolítico, segundo Roman Udot, um colega de longa data que vive no exílio.
https://oglobo.globo.com/mundo/noticia/2025/05/14/russia-condena-chefe-da-unica-agencia-independente-de-fiscalizacao-eleitoral-no-pais-a-5-anos-de-prisao.ghtml
Rússia condena chefe da única agência independente de fiscalização eleitoral no país a 5 anos de prisão
Grigory Melkonyants foi condenado por cooperar com uma 'organização indesejável', em razão da antiga afiliação de seu grupo de fiscalização eleitoral a uma rede europeia de monitoramento de eleições
Por O Globo e The New York Times — Moscou 14/05/2025
O chefe do único grupo independente de fiscalização eleitoral da Rússia foi condenado a cinco anos de prisão nesta quarta-feira, após ser considerado culpado por atuar com uma organização classificada como “indesejável”, segundo agências de notícias russas e seu advogado.
Grigory Melkonyants, cofundador do grupo de monitoramento eleitoral russo Golos, foi preso em 2023, após o presidente Vladimir Putin ordenar a invasão da Ucrânia e intensificar uma ampla repressão interna. Acusado de “organizar atividades de uma organização indesejável”, Melkonyants, de 44 anos, declarou-se inocente quando seu julgamento começou, em setembro passado.
Nesta quarta-feira, ele foi condenado por um tribunal de Moscou e sentenciado a cinco anos em uma colônia penal, informou seu advogado, Mikhail Biryukov, ao The New York Times.
Golos
Fundado em 2000, o Golos — que documentou fraudes eleitorais generalizadas — foi rotulado como “agente estrangeiro” pelas autoridades russas em 2013. No entanto, as acusações contra Melkonyants dizem respeito à antiga afiliação do grupo com a Rede Europeia de Organizações de Monitoramento de Eleições, que as autoridades russas declararam “indesejável” em 2021 — o que torna qualquer associação com ela um possível crime. O Golos afirmou ter encerrado sua participação na rede após essa decisão.
A designação de “indesejável” tem sido usada para banir grupos considerados inconvenientes, incluindo ONGs e organizações de mídia, e reprimir a dissidência. Mas Melkonyants era apolítico, segundo Roman Udot, um colega de longa data que vive no exílio.
https://oglobo.globo.com/mundo/noticia/2025/05/14/russia-condena-chefe-da-unica-agencia-independente-de-fiscalizacao-eleitoral-no-pais-a-5-anos-de-prisao.ghtml
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Data da postagem: 14/05/2025, 09:05



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Data da postagem: 14/05/2025, 11:16

Já tivemos um forista que dizia viver de luz


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Data da postagem: 16/05/2025, 13:22

Teve uma que queria batizar o bebê reborn. O padre não permitiu.
https://veja.abril.com.br/coluna/veja-gente/o-padre-influencer-que-se-negou-a-batizar-bebe-reborn/
Teve outra que queria vacinar o boneco.
https://www.terra.com.br/diversao/gente/mulher-se-revolta-apos-tentar-vacinar-bebe-reborn-e-caso-viraliza-na-web-veja,8008a6953ac0930f26037001f800ba29vuokxav5.html
Agora tem uma querendo auxílio-maternidade e indenização ...
Mulher processa empresa que negou auxílio-maternidade por bebê reborn: 'Legítimo afeto e profundo vínculo'
Defesa pediu rescisão indireta do contrato de trabalho, R$ 10 mil de indenização por danos morais, pagamento do salário-família retroativo, entre outros benefícios
Por O Globo — Rio de Janeiro 29/05/2025
Uma mulher está processando a empresa onde trabalhava após ter sido negado a ela um pedido de licença-maternidade para cuidar de um bebê reborn. Funcionária do local desde abril de 2020, a mulher, que mora em Salvador e trabalhava como recepcionista, "constituiu, com legítimo afeto, profundo vínculo materno com sua filha reborn", que inclusive foi batizada de Olívia de Campos Leite, segundo a defesa dela.
"[...] Embora não gestado biologicamente, [o bebê] é fruto da mesma entrega emocional, do mesmo investimento psíquico e do mesmo comprometimento afetivo que toda maternidade envolve", alegou a defesa, afirmando que o bebê "não é mero objeto inanimado", mas, sim "sua filha [...] portadora de nome, vestida com ternura, acolhida nos braços e no seio emocional da autora, que dela cuida, vela, embala e protege, como qualquer mãe".
A ação afirma que a maternidade de um bebê reborn "não é menos legítima" que uma convencional e cita também o direito ao livre desenvolvimento da personalidade (art. 5º, XI, da Constituição Federal).
Após fazer o requerimento de licença junto à empresa, a mulher teria sido, segundo sua defesa, "alvo de escárnio, zombaria e negação absoluta de direitos". A empresa teria se baseado do fato de ela “não ser mãe de verdade” e teria passado "a constranger a Reclamante diante de colegas, dizendo que 'precisava de psiquiatra, não de benefício'", segundo a defesa.
"A maternidade não é apenas biologia. É principalmente afeto, responsabilidade, cuidado. O direito contemporâneo reconhece múltiplas formas de maternidade, inclusive a maternidade sócioafetiva, acolhida pela jurisprudência pátria e pelo próprio Estatuto da Criança e do Adolescente", diz a ação da defesa, que alega que ela "cuidou, protegeu e assumiu papel materno integral em relação ao bebê reborn, enfrentando inclusive discriminação social e institucional por sua condição, que é real, emocional e digna".
A defesa, agora, pediu a decretação da rescisão indireta do contrato de trabalho da mulher, R$ 10 mil de indenização por danos morais, "condenação da Reclamada ao pagamento do salário-família retroativo", entre outros benefícios trabalhistas.
https://oglobo.globo.com/brasil/noticia/2025/05/29/mulher-processa-empresa-que-negou-auxilio-maternidade-por-bebe-reborn-legitimo-afeto-e-profundo-vinculo.ghtml
https://veja.abril.com.br/coluna/veja-gente/o-padre-influencer-que-se-negou-a-batizar-bebe-reborn/
Teve outra que queria vacinar o boneco.
https://www.terra.com.br/diversao/gente/mulher-se-revolta-apos-tentar-vacinar-bebe-reborn-e-caso-viraliza-na-web-veja,8008a6953ac0930f26037001f800ba29vuokxav5.html
Agora tem uma querendo auxílio-maternidade e indenização ...
Mulher processa empresa que negou auxílio-maternidade por bebê reborn: 'Legítimo afeto e profundo vínculo'
Defesa pediu rescisão indireta do contrato de trabalho, R$ 10 mil de indenização por danos morais, pagamento do salário-família retroativo, entre outros benefícios
Por O Globo — Rio de Janeiro 29/05/2025
Uma mulher está processando a empresa onde trabalhava após ter sido negado a ela um pedido de licença-maternidade para cuidar de um bebê reborn. Funcionária do local desde abril de 2020, a mulher, que mora em Salvador e trabalhava como recepcionista, "constituiu, com legítimo afeto, profundo vínculo materno com sua filha reborn", que inclusive foi batizada de Olívia de Campos Leite, segundo a defesa dela.
"[...] Embora não gestado biologicamente, [o bebê] é fruto da mesma entrega emocional, do mesmo investimento psíquico e do mesmo comprometimento afetivo que toda maternidade envolve", alegou a defesa, afirmando que o bebê "não é mero objeto inanimado", mas, sim "sua filha [...] portadora de nome, vestida com ternura, acolhida nos braços e no seio emocional da autora, que dela cuida, vela, embala e protege, como qualquer mãe".
A ação afirma que a maternidade de um bebê reborn "não é menos legítima" que uma convencional e cita também o direito ao livre desenvolvimento da personalidade (art. 5º, XI, da Constituição Federal).
Após fazer o requerimento de licença junto à empresa, a mulher teria sido, segundo sua defesa, "alvo de escárnio, zombaria e negação absoluta de direitos". A empresa teria se baseado do fato de ela “não ser mãe de verdade” e teria passado "a constranger a Reclamante diante de colegas, dizendo que 'precisava de psiquiatra, não de benefício'", segundo a defesa.
"A maternidade não é apenas biologia. É principalmente afeto, responsabilidade, cuidado. O direito contemporâneo reconhece múltiplas formas de maternidade, inclusive a maternidade sócioafetiva, acolhida pela jurisprudência pátria e pelo próprio Estatuto da Criança e do Adolescente", diz a ação da defesa, que alega que ela "cuidou, protegeu e assumiu papel materno integral em relação ao bebê reborn, enfrentando inclusive discriminação social e institucional por sua condição, que é real, emocional e digna".
A defesa, agora, pediu a decretação da rescisão indireta do contrato de trabalho da mulher, R$ 10 mil de indenização por danos morais, "condenação da Reclamada ao pagamento do salário-família retroativo", entre outros benefícios trabalhistas.
https://oglobo.globo.com/brasil/noticia/2025/05/29/mulher-processa-empresa-que-negou-auxilio-maternidade-por-bebe-reborn-legitimo-afeto-e-profundo-vinculo.ghtml
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Data da postagem: 29/05/2025, 08:41

A imprensa normie tá dedicando muito a esse assunto.
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Data da postagem: 29/05/2025, 09:06

Passear com cães vira crime em 20 cidades do Irã
Motivos religiosos e políticos motivam a decisão
Felipe Nunes 14/06/2025
Nas últimas semanas, autoridades iranianas ampliaram a proibição de passeios com cachorros em vias públicas, medida que já atinge pelo menos 20 cidades. A justificativa seria que a prática não só causa riscos à saúde pública, como também é danosa à segurança da população.
Implicações
Caso os civis não respeitem as normas implementadas pelas autoridades, "medidas legais" podem ser tomadas. Em Ilam, por exemplo, isso passou a valer no último domingo (7). Isfahan e Kerman também são favoráveis às proibições, de acordo a agência AFP.
Em Teerã, a restrição vigora desde 2019. Contudo, a fiscalização vinha sendo branda, conforme revelou o The New York Times . Além do passeio em ruas, os tutores estão proibidos de transportar os pets em veículos. "Passear com cães é um claro crime", declarou o procurador Mohammad Doroudi, de Mashhad, à agência estatal Irna.
Segundo a "BBC", cães já chegaram a ser "confiscados" e tutores foram "detidos" por conta de passeios em vias públicas. Dessa forma, donos de pets têm optado por circular com os animais durante a noite, em locais isolados, já que, assim, os riscos de serem identificados são menores.
Vale lembrar que ainda há iranianos passeando com os pets. Isso porque não há uma legislação que proíba a posse desses animais. Contudo, promotores locais têm emitido decretos que podem ser aplicados pela polícia para impedir a movimentação dos animais, conforme a rede britânica.
Iranianos podem ter cachorros?
Embora exista um grande movimento de repressão em relação a estes pets, eles não são proibidos no país. No entanto, os animais precisam ter alguma "utilidade", como os cães de pastoreio, de guarda ou de caça.
Isso porque ter um canino de estimação é apontado como um "problema social destrutivo" por parlamentares. Há quem compare ter um cachorro como uma forma de resistência — tão simbólica quanto desobedecer ao uso obrigatório do hijab, por exemplo.
Por que os cães são considerados "impuros"?
A hostilidade aos cães tem raízes religiosas e culturais, conforme informações do "Times". Além disso, para o governo iraniano, ter um pet, principalmente um cachorro, é frequentemente visto como um reflexo da influência ocidental — algo malvisto pela atual gestão política.
Para muitos líderes religiosos, os cães são considerados "impuros". O próprio aiatolá Ali Khamenei, líder supremo do país, já emitiu uma fátua explicando que a saliva ou pelos do animal podem tornar pessoas, roupas ou objetos ritualmente impuros. Segundo ele, até mesmo uma oração é prejudicada se houver pelos de cão por perto.
https://canaldopet.ig.com.br/2025-06-14/passear-com-caes-vira-crime-em-20-cidades-do-ira.html
Motivos religiosos e políticos motivam a decisão
Felipe Nunes 14/06/2025
Nas últimas semanas, autoridades iranianas ampliaram a proibição de passeios com cachorros em vias públicas, medida que já atinge pelo menos 20 cidades. A justificativa seria que a prática não só causa riscos à saúde pública, como também é danosa à segurança da população.
Implicações
Caso os civis não respeitem as normas implementadas pelas autoridades, "medidas legais" podem ser tomadas. Em Ilam, por exemplo, isso passou a valer no último domingo (7). Isfahan e Kerman também são favoráveis às proibições, de acordo a agência AFP.
Em Teerã, a restrição vigora desde 2019. Contudo, a fiscalização vinha sendo branda, conforme revelou o The New York Times . Além do passeio em ruas, os tutores estão proibidos de transportar os pets em veículos. "Passear com cães é um claro crime", declarou o procurador Mohammad Doroudi, de Mashhad, à agência estatal Irna.
Segundo a "BBC", cães já chegaram a ser "confiscados" e tutores foram "detidos" por conta de passeios em vias públicas. Dessa forma, donos de pets têm optado por circular com os animais durante a noite, em locais isolados, já que, assim, os riscos de serem identificados são menores.
Vale lembrar que ainda há iranianos passeando com os pets. Isso porque não há uma legislação que proíba a posse desses animais. Contudo, promotores locais têm emitido decretos que podem ser aplicados pela polícia para impedir a movimentação dos animais, conforme a rede britânica.
Iranianos podem ter cachorros?
Embora exista um grande movimento de repressão em relação a estes pets, eles não são proibidos no país. No entanto, os animais precisam ter alguma "utilidade", como os cães de pastoreio, de guarda ou de caça.
Isso porque ter um canino de estimação é apontado como um "problema social destrutivo" por parlamentares. Há quem compare ter um cachorro como uma forma de resistência — tão simbólica quanto desobedecer ao uso obrigatório do hijab, por exemplo.
Por que os cães são considerados "impuros"?
A hostilidade aos cães tem raízes religiosas e culturais, conforme informações do "Times". Além disso, para o governo iraniano, ter um pet, principalmente um cachorro, é frequentemente visto como um reflexo da influência ocidental — algo malvisto pela atual gestão política.
Para muitos líderes religiosos, os cães são considerados "impuros". O próprio aiatolá Ali Khamenei, líder supremo do país, já emitiu uma fátua explicando que a saliva ou pelos do animal podem tornar pessoas, roupas ou objetos ritualmente impuros. Segundo ele, até mesmo uma oração é prejudicada se houver pelos de cão por perto.
https://canaldopet.ig.com.br/2025-06-14/passear-com-caes-vira-crime-em-20-cidades-do-ira.html
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Data da postagem: 15/06/2025, 08:37

Ainda bem que não consumo mais nada Globo e afins, quero mais chilique desse pessoal:
ENTREVISTA de WILLIAM BONNER explica POR QUE o JORNAL NACIONAL é um FRACASSO
William Bonner, âncora do Jornal Nacional, deu uma entrevista em Cannes, na França, para o portal Meio & Mensagem, onde expressou preocupação com a influência das redes sociais na propagação de desinformação. Em sua fala, também lamentou a queda de audiência do telejornal. Não é que o Jornal Nacional tenha perdido sua relevância, mas hoje o cenário é outro: há diversas alternativas para consumir informação.
Antigamente, a TV era o centro da notícia. Eu mesmo, como muitos, corria para casa à noite para saber o que havia acontecido no mundo. Mas hoje, com celulares e redes sociais, a notícia chega em tempo real. O valor do Jornal Nacional deixou de ser a notícia em si e passou a ser o comentário e a contextualização — o problema é que essa contextualização acontece dentro da bolha da emissora.
Bonner critica as bolhas criadas pelas redes, mas se esquece de reconhecer a sua própria. Ele fala como se estivesse em um plano superior de neutralidade, como se apenas os outros estivessem dentro de bolhas ideológicas. A esquerda — em especial essa centro-esquerda da qual ele faz parte — costuma se colocar como o "centro cartesiano das ideias", enquanto acusa os demais de extremismo. Isso é uma falácia. Todos estamos em bolhas. Eu, por exemplo, assumo abertamente que meu canal tem uma linha libertária e anarcocapitalista.
Outro ponto curioso da entrevista é a tentativa da Globo de representar a diversidade do Brasil ao visitar cinco casas. Sim, cinco. Bonner apresentou isso como um esforço de representar o país. Mas só no meu bairro, no Rio de Janeiro, há muito mais diversidade social e cultural do que cinco casas poderiam mostrar. E na internet, essa pluralidade se manifesta de forma orgânica. Há youtubers do Nordeste, do Norte, do interior, das capitais — com visões únicas e realidades distintas. Isso sim é diversidade.
A crítica às fake news é válida. Elas existem e são um ruído nocivo. Eu mesmo já alertei sobre vídeos falsos em coberturas de guerra. Mas dizer que a queda da audiência se dá por causa de fake news é simplificar demais. Há fake news de todos os lados — direita, esquerda, centro. O que realmente incomoda a mídia tradicional é que ela perdeu o monopólio da opinião pública. Hoje, uma notícia vem acompanhada de múltiplas interpretações, e isso descentraliza o poder de influência que a TV detinha.
Bonner fala em "pluralidade" e diz que “a diversidade pode ser uma adversidade”. Soa bonito, mas é contraditório quando parte de quem não aceita ser questionado. Ele afirma que “as redes sociais são um problema para a humanidade”, ao mesmo tempo em que cobra mais abertura para ouvir os diferentes. Ora, se recusa a reconhecer os outros como válidos, como pode falar em diversidade?
O Jornal Nacional não está mais no negócio de informar em primeira mão. Isso ficou no passado. Hoje, o valor está em editar, selecionar e comentar — exatamente o que qualquer criador de conteúdo faz. A diferença é que o público agora tem opções. E isso é bom. A Globo não vai sumir, mas vai precisar se acostumar com o fato de que já não dita mais os rumos da opinião pública como antes.
Por fim, a crítica que faço não é à qualidade técnica do Jornal Nacional, que continua sendo um programa muito bem produzido. Minha crítica é sobre custo-benefício e relevância. E o que Bonner sente, no fundo, é a perda de influência. Como criador de conteúdo, eu não sou inimigo do William Bonner — sou concorrente. No momento em que você me assiste, está deixando de assistir a ele. E essa disputa, para eles, é dolorosa.
ENTREVISTA de WILLIAM BONNER explica POR QUE o JORNAL NACIONAL é um FRACASSO
William Bonner, âncora do Jornal Nacional, deu uma entrevista em Cannes, na França, para o portal Meio & Mensagem, onde expressou preocupação com a influência das redes sociais na propagação de desinformação. Em sua fala, também lamentou a queda de audiência do telejornal. Não é que o Jornal Nacional tenha perdido sua relevância, mas hoje o cenário é outro: há diversas alternativas para consumir informação.
Antigamente, a TV era o centro da notícia. Eu mesmo, como muitos, corria para casa à noite para saber o que havia acontecido no mundo. Mas hoje, com celulares e redes sociais, a notícia chega em tempo real. O valor do Jornal Nacional deixou de ser a notícia em si e passou a ser o comentário e a contextualização — o problema é que essa contextualização acontece dentro da bolha da emissora.
Bonner critica as bolhas criadas pelas redes, mas se esquece de reconhecer a sua própria. Ele fala como se estivesse em um plano superior de neutralidade, como se apenas os outros estivessem dentro de bolhas ideológicas. A esquerda — em especial essa centro-esquerda da qual ele faz parte — costuma se colocar como o "centro cartesiano das ideias", enquanto acusa os demais de extremismo. Isso é uma falácia. Todos estamos em bolhas. Eu, por exemplo, assumo abertamente que meu canal tem uma linha libertária e anarcocapitalista.
Outro ponto curioso da entrevista é a tentativa da Globo de representar a diversidade do Brasil ao visitar cinco casas. Sim, cinco. Bonner apresentou isso como um esforço de representar o país. Mas só no meu bairro, no Rio de Janeiro, há muito mais diversidade social e cultural do que cinco casas poderiam mostrar. E na internet, essa pluralidade se manifesta de forma orgânica. Há youtubers do Nordeste, do Norte, do interior, das capitais — com visões únicas e realidades distintas. Isso sim é diversidade.
A crítica às fake news é válida. Elas existem e são um ruído nocivo. Eu mesmo já alertei sobre vídeos falsos em coberturas de guerra. Mas dizer que a queda da audiência se dá por causa de fake news é simplificar demais. Há fake news de todos os lados — direita, esquerda, centro. O que realmente incomoda a mídia tradicional é que ela perdeu o monopólio da opinião pública. Hoje, uma notícia vem acompanhada de múltiplas interpretações, e isso descentraliza o poder de influência que a TV detinha.
Bonner fala em "pluralidade" e diz que “a diversidade pode ser uma adversidade”. Soa bonito, mas é contraditório quando parte de quem não aceita ser questionado. Ele afirma que “as redes sociais são um problema para a humanidade”, ao mesmo tempo em que cobra mais abertura para ouvir os diferentes. Ora, se recusa a reconhecer os outros como válidos, como pode falar em diversidade?
O Jornal Nacional não está mais no negócio de informar em primeira mão. Isso ficou no passado. Hoje, o valor está em editar, selecionar e comentar — exatamente o que qualquer criador de conteúdo faz. A diferença é que o público agora tem opções. E isso é bom. A Globo não vai sumir, mas vai precisar se acostumar com o fato de que já não dita mais os rumos da opinião pública como antes.
Por fim, a crítica que faço não é à qualidade técnica do Jornal Nacional, que continua sendo um programa muito bem produzido. Minha crítica é sobre custo-benefício e relevância. E o que Bonner sente, no fundo, é a perda de influência. Como criador de conteúdo, eu não sou inimigo do William Bonner — sou concorrente. No momento em que você me assiste, está deixando de assistir a ele. E essa disputa, para eles, é dolorosa.
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Data da postagem: 24/06/2025, 07:50

Percival
Ainda bem que não consumo mais nada Globo e afins, quero mais chilique desse pessoal:
ENTREVISTA de WILLIAM BONNER explica POR QUE o JORNAL NACIONAL é um FRACASSO
William Bonner, âncora do Jornal Nacional, deu uma entrevista em Cannes, na França, para o portal Meio & Mensagem, onde expressou preocupação com a influência das redes sociais na propagação de desinformação. Em sua fala, também lamentou a queda de audiência do telejornal. Não é que o Jornal Nacional tenha perdido sua relevância, mas hoje o cenário é outro: há diversas alternativas para consumir informação.
Antigamente, a TV era o centro da notícia. Eu mesmo, como muitos, corria para casa à noite para saber o que havia acontecido no mundo. Mas hoje, com celulares e redes sociais, a notícia chega em tempo real. O valor do Jornal Nacional deixou de ser a notícia em si e passou a ser o comentário e a contextualização — o problema é que essa contextualização acontece dentro da bolha da emissora.
Bonner critica as bolhas criadas pelas redes, mas se esquece de reconhecer a sua própria. Ele fala como se estivesse em um plano superior de neutralidade, como se apenas os outros estivessem dentro de bolhas ideológicas. A esquerda — em especial essa centro-esquerda da qual ele faz parte — costuma se colocar como o "centro cartesiano das ideias", enquanto acusa os demais de extremismo. Isso é uma falácia. Todos estamos em bolhas. Eu, por exemplo, assumo abertamente que meu canal tem uma linha libertária e anarcocapitalista.
Outro ponto curioso da entrevista é a tentativa da Globo de representar a diversidade do Brasil ao visitar cinco casas. Sim, cinco. Bonner apresentou isso como um esforço de representar o país. Mas só no meu bairro, no Rio de Janeiro, há muito mais diversidade social e cultural do que cinco casas poderiam mostrar. E na internet, essa pluralidade se manifesta de forma orgânica. Há youtubers do Nordeste, do Norte, do interior, das capitais — com visões únicas e realidades distintas. Isso sim é diversidade.
A crítica às fake news é válida. Elas existem e são um ruído nocivo. Eu mesmo já alertei sobre vídeos falsos em coberturas de guerra. Mas dizer que a queda da audiência se dá por causa de fake news é simplificar demais. Há fake news de todos os lados — direita, esquerda, centro. O que realmente incomoda a mídia tradicional é que ela perdeu o monopólio da opinião pública. Hoje, uma notícia vem acompanhada de múltiplas interpretações, e isso descentraliza o poder de influência que a TV detinha.
Bonner fala em "pluralidade" e diz que “a diversidade pode ser uma adversidade”. Soa bonito, mas é contraditório quando parte de quem não aceita ser questionado. Ele afirma que “as redes sociais são um problema para a humanidade”, ao mesmo tempo em que cobra mais abertura para ouvir os diferentes. Ora, se recusa a reconhecer os outros como válidos, como pode falar em diversidade?
O Jornal Nacional não está mais no negócio de informar em primeira mão. Isso ficou no passado. Hoje, o valor está em editar, selecionar e comentar — exatamente o que qualquer criador de conteúdo faz. A diferença é que o público agora tem opções. E isso é bom. A Globo não vai sumir, mas vai precisar se acostumar com o fato de que já não dita mais os rumos da opinião pública como antes.
Por fim, a crítica que faço não é à qualidade técnica do Jornal Nacional, que continua sendo um programa muito bem produzido. Minha crítica é sobre custo-benefício e relevância. E o que Bonner sente, no fundo, é a perda de influência. Como criador de conteúdo, eu não sou inimigo do William Bonner — sou concorrente. No momento em que você me assiste, está deixando de assistir a ele. E essa disputa, para eles, é dolorosa.
Esse cara está sendo muito complacente com esse LIXO DE MÁ FÉ DO BONNER que no melhor estilo leninista acusa os outros do que ele mesmo faz.
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Data da postagem: 24/06/2025, 12:29

Erika Hilton emprega 2 maquiadores no gabinete e se defende: ‘São LGBTs com formação profissional’
Ronaldo Hass e Índy Montiel recebem, respectivamente, R$ 9.678,22 e R$ 2.126,59; deputada afirma que eles atuam no trabalho parlamentar
Por Levy Teles 24/06/2025
BRASÍLIA – A deputada federal Érika Hilton (PSOL-SP) empregou dois maquiadores em seu gabinete. Ronaldo Cesar Camargo Hass e Índy Cunha Montiel da Rocha, trabalham desde maio de 2024 com a parlamentar e recebem, respectivamente, R$ 9.678,22 e R$ 2.126,59.

Nas redes sociais, tanto Hass como Rocha divulgam o trabalho como maquiadores, com a congressista aparecendo constantemente em publicações. Hass acompanhou Hilton em Paris (que foi à Europa a convite do Parlamento Europeu) para um show da Beyoncé no fim de semana. A informação da contratação dos maquiadores foi noticiada pelo portal “Metrópoles” e confirmada pelo Estadão.

Segundo Hilton, ambos exercem funções como secretários parlamentares, como “atuação na pauta LGBT e de cidades”, ”articulação com movimentos sociais", “interlocuções das mais diversas áreas” e “acompanhamento nas comissões” em Brasília e em São Paulo e ainda prestam serviço estético.
“Ambos os meus assessores são assessores com qualidade, são maquiadores sim, ótimos maquiadores, mas não são apenas maquiadores. São duas pessoas LGBTs com formação profissional, com graduação, que atuam em pautas importantes para o meu mandato”, diz a deputada.
Ainda de acordo com a parlamentar, ela os conheceu pelo trabalho com maquiagem e que foram contratados por serem “amigos” dela, “da comunidade”. “São profissionais da maquiagem, os conheci sendo profissionais da maquiagem, mas por serem meus amigos, por serem da minha comunidade, chamei para o meu mandato para que cumprisse um trabalho importante nas pautas que nós tocamos diariamente e são vozes necessárias”, afirma. “Me acompanham nas viagens, ajudam a fazer foto, preparam os briefings, tudo isso é muito fácil de ser comprovado.”
https://www.estadao.com.br/politica/erika-hilton-emprega-2-maquiadores-no-gabinete-e-se-defende-sao-lgbts-com-formacao-profissional/
Ronaldo Hass e Índy Montiel recebem, respectivamente, R$ 9.678,22 e R$ 2.126,59; deputada afirma que eles atuam no trabalho parlamentar
Por Levy Teles 24/06/2025
BRASÍLIA – A deputada federal Érika Hilton (PSOL-SP) empregou dois maquiadores em seu gabinete. Ronaldo Cesar Camargo Hass e Índy Cunha Montiel da Rocha, trabalham desde maio de 2024 com a parlamentar e recebem, respectivamente, R$ 9.678,22 e R$ 2.126,59.

Nas redes sociais, tanto Hass como Rocha divulgam o trabalho como maquiadores, com a congressista aparecendo constantemente em publicações. Hass acompanhou Hilton em Paris (que foi à Europa a convite do Parlamento Europeu) para um show da Beyoncé no fim de semana. A informação da contratação dos maquiadores foi noticiada pelo portal “Metrópoles” e confirmada pelo Estadão.

Segundo Hilton, ambos exercem funções como secretários parlamentares, como “atuação na pauta LGBT e de cidades”, ”articulação com movimentos sociais", “interlocuções das mais diversas áreas” e “acompanhamento nas comissões” em Brasília e em São Paulo e ainda prestam serviço estético.
“Ambos os meus assessores são assessores com qualidade, são maquiadores sim, ótimos maquiadores, mas não são apenas maquiadores. São duas pessoas LGBTs com formação profissional, com graduação, que atuam em pautas importantes para o meu mandato”, diz a deputada.
Ainda de acordo com a parlamentar, ela os conheceu pelo trabalho com maquiagem e que foram contratados por serem “amigos” dela, “da comunidade”. “São profissionais da maquiagem, os conheci sendo profissionais da maquiagem, mas por serem meus amigos, por serem da minha comunidade, chamei para o meu mandato para que cumprisse um trabalho importante nas pautas que nós tocamos diariamente e são vozes necessárias”, afirma. “Me acompanham nas viagens, ajudam a fazer foto, preparam os briefings, tudo isso é muito fácil de ser comprovado.”
https://www.estadao.com.br/politica/erika-hilton-emprega-2-maquiadores-no-gabinete-e-se-defende-sao-lgbts-com-formacao-profissional/
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Data da postagem: 26/06/2025, 08:37



Estou acabando com minhas amizades petistas mas é por uma boa causa. Essa turminha ai defendia a amazonia e os ianomamis, as vacinas... e eu ficava calado pois não me prestava a defender o bozo pois não tenho politico de estimação.

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Data da postagem: 26/06/2025, 08:45